Palestrante Sérgio Dal Sasso

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

POR DENTRO DO MUNDO REAL: Bolsas e acessórios Nó de Pano

POR DENTRO DO MUNDO REAL...

Ter ideias não é nada difícil, mas fazê-las saírem do campo dos sonhos, tornando-as reais é sempre algo desafiador, pois o grau de dificuldade não mais se encontra na comprovação da capacidade de quem desenvolve algo, mas no convencimento de que esse algo possa ter afinidades e interesse de consumo. 

Se no passado ainda existiam espaços para se criar algo novo, hoje a durabilidade de qualquer novidade é quase que instantânea, já que disputamos centímetro a centímetro o interesse dos mesmos públicos diante das infinitas possibilidades do como eles podem gastar seus recursos.

É no meio de um mundo de dificuldades que vamos ter que mostrar nossas aptidões talentosas, e enfatizando isso, devemos resumir nossos avanços indo de encontro com o que ainda não somos.(Sérgio Dal Sasso)



ESPAÇO NÓ DE PANO - dentro do Empório Carol Martini

Praça Benedito Calixto, 36a - Pinheiros - SP
(loja varejo com preços imperdíveis, showroom para lojistas e revendedores c/ pronta entrega)
Segunda - Sábado das 10 às 20h (durante o mês de Dezembro)
Domingos das 11 às 17h

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

POLÍTICA CONCRETA

POLÍTICA CONCRETA

A decisão é sua, pois vivemos em uma democracia, mas é bom pensar e refletir que o futuro de um País é determinado pela sua economia representada em 100% pelo conjunto dos setores produtivos, e que gostando ou não respondem pela qualificação das nossas rendas, empregos e possibilidades de progressos.

O resgate da credibilidade de um País inicia-se pelos reconhecimentos internacionais diante de ações racionais, do acompanhamento e aceitação dos passos das mudanças, ajustes e decisões, nunca por afinidades ideológicas. 

Apostar na mudança é algo mais inteligente do que não perceber o risco que estamos correndo quando do caminhar na beira de um abismo. (Sérgio Dal Sasso)



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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL


"Fácil é acreditar que faremos as coisas dependendo somente dos outros, pois eles sinalizarão a sua importância e inclusão quando fato se preparar para comprovar a sua capacidade de gerar resultados, principalmente quando em momentos de dificuldades." (Sérgio Dal Sasso)




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domingo, 28 de setembro de 2014

Em busca de bons vendedores!




Reportagem: Carina Locks - Jornal Exclusivo

Lojista precisa qualificar e capacitar equipe para nivelar pelo alto o padrão dos colaboradores

Ter bons profissionais na equipe de vendas faz toda a diferença para o empreendedor. Além de contribuírem para o crescimento do negócio, eles facilitam a vida do dono da loja. Mas conseguir bons colaboradores não é tarefa fácil, principalmente em um mercado competitivo, no qual há grande disputa entre os melhores profissionais. Embora seja comum, no comércio varejista, um vendedor destacar-se na equipe, especialistas alertam para o perigo de investir em apenas um talento. O ideal é identificar este funcionário modelo e trabalhar para tentar nivelar os demais. Assim, evita-se grande dor de cabeça caso o único vendedor que obtém resultados satisfatórios se afaste da empresa.

Mesmo frente à incerteza de fidelidade do funcionário, é fundamental investir em treinamento e deixar claro para o profissional que se destaca, sua importância para a loja. “O empreendedor tem que ser louco o suficiente para treiná-lo para que, no futuro, o funcionário seja, talvez até, o seu concorrente”, provoca o consultor e palestrante em gestão empresarial e empreendedorismo, Sergio Dal Sasso (São Paulo/SP).


Valor

Mesmo que o funcionário modelo ignore o seu próprio valor no mercado, mais cedo ou mais tarde ela tomará conhecimento da sua importância. Caso se sinta desvalorizado e perceba que suas chances de crescimento são pequenas, provavelmente irá procurar um emprego no qual possa ser reconhecido. Por isso, o mais indicado é valorizá-lo, seja dando-lhe oportunidade de opinar sobre as decisões ou melhorando a remuneração.

Segundo Feil, o profissional valoriza reconhecimento, ambiente de trabalho e possibilidade de crescimento antes do salário. “Portanto, o empreendedor precisa dedicar-se ao exercício da liderança, criando um clima de cooperação nas equipes, sem perder a competição saudável”, ensina. Gerar formas de capacitar, escolher pessoas de confiança e competência na mesma proporção, para que se crie ambientes profissionais, mas de relacionamento aberto e afetivo. Estes fatores farão com que os melhores colaboradores queiram estar nesta loja e realizarem seus planos de crescimento. “Todos queremos ser importantes. Na medida certa, esta demonstração faz diferença se percebida pela equipe”, afirma Feil.

Retorno

Dal Sasso destaca a importância do treinamento conjunto, direcionado a toda a equipe, e de um plano de carreira. Propor novos desafios também é positivo, principalmente para as novas gerações, que normalmente rejeitam a monotonia. Para ele, um profissional modelo dá retorno quantitativo e qualitativo ao negócio. O primeiro refere-se à rentabilidade final, derivada de vendas, enquanto que o segundo tipo de retorno está ligado à sua participação com ideias e com a satisfação que ele tem em sentir-se valorizado.

As empresas devem primar por ter pessoas com um elevado padrão de trabalho, atendimento e comprometimento, pois, de acordo com Feil, a diferença está na pessoalidade e nas táticas de cada profissional. “O cliente deve perceber claramente que há um formato pelo qual a empresa se guia e é seu padrão de qualidade”, ressalta ele. Para isso, também é necessário realizar qualificação do atendimento e acompanhamento das atitudes pessoais.

Especialistas defendem que é bem mais caro não treinar, o que resulta em deixar de vender e enfraquecer o negócio como um todo. “É preciso mesclar os perfis, mas nivelar o time por cima, exigindo que também os vendedores busquem seu auto desenvolvimento, invistam em seu potencial e se tornem mais cobiçados”, ensina Feil.

Se o sucesso depende de boas ideias, Feil lembra que também são necessários planos para realizá-los. “Para isso, fundamentalmente, necessitamos de pessoas: cobiçadas, diferenciadas e também de alguns carregadores de piano, mas excelentes carregadores. Precisamos de gente que saiba se auto gerenciar, que queira mais de si e do mundo.”
Sérgio Dal Sasso é empresario, palestrante, escritor e consultor em Administração, empreendedorismo, gestão de negócios e vendas.




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sábado, 20 de setembro de 2014

Evolução Profissional: investimentos e resultados (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

“Para crescer aprenda a selecionar o tudo que já fizemos e deu certo, acumulando na forma de expertises, o seu lado conscientemente competente para selecionar as chaves que abrirão as portas do seu futuro” 

Todo ciclo, para que seja contínuo, é formado por começos e equilíbrio para os recomeços. A evolução sempre dependerá de visão e ajustes para que os resultados continuem trazendo progresso as nossas vidas. No mundo, onde as mudanças se fazem para garantir que as novidades possam influenciar nos interesses dos outros, estamos todos pelo descobrimento de novas garantias para que os espaços criados continuem sendo percebidos e necessários.

A vida sempre nos valorizou pelo conhecimento, mas o que antes tínhamos como diferencial, hoje é essencial como ponto de partida das conquistas, e nisso, vale sempre pensar sobre qual é o objetivo de cada coisa que vamos nos dedicar a aprender e a sua relação com o lado prático que possa influenciar na própria técnica e produtividade.

Diria que hoje o valor de um profissional é a conjugação da profundidade da sua visão geral, sem a perda das suas especialidades que despertaram os pontos fortes da sua habilidade e atuação. Quase nunca seremos vistos por sabermos fazer de tudo, mas por sermos importantes na construção do todo.

Enquanto os custos são resultados inerentes de uma qualidade renovadora do que conseguimos bolar e criar, os valores são as bases da nossa própria medição de importância como profissionais bem vistos e posicionados no mercado. Do mesmo modo que uma empresa de sucesso é medida pela qualidade do como faz para manter e ampliar sua participação de mercado, um profissional bem sucedido é valorizado pela capacidade de construir sua marca própria na frente dos meios que representa, e nisso mesmo quando sua competência interna é bem quista, seu valor maior sempre será medido pela forma do como os meios externos o consideram pelo desempenho. Estar e viver para o mercado é tudo de importante!

Na rota por valores que agregam vêm à forma do como entendemos a importância de saber vender o que representamos fazendo valer o esforço da evolução técnica, por um envolvimento útil e confortável, que reúna acréscimos de quantidade com a capacidade contínua de ofertar algo que estabeleça as parcerias, acima dos clientes.

No mais, quando construímos as referências estamos expandindo as próprias possibilidades, pelo fato de que todo o empenho em fazer melhor do que o estabelecido, de alguma forma, expande o crescimento das atenções.

No caminho da evolução o que vai pesar a favor, sempre será o rendimento pelo aproveitamento do que conhecemos e conseguimos transformar em utilidade, quando da busca pelo que ainda está faltando, suas necessidades e o que podemos contribuir para preencher os vazios com a nossa própria marca.




Sérgio Dal Sasso, empresário, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras.





segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A arte das diferenças na gestão de negócios e vendas (Palestrante Sérgio Dal Sasso)



A grande teoria dos negócios e vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que e do como vamos ofertar, através das descobertas de oportunidades e espaços não trabalhados adequadamente nos mercados similares.
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.
A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor. Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.
O que define uma boa venda de um produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.
A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.
O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigirão um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.
Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.
Um pós-venda deverá estar envolvido de muito treinamento e velocidade,  para que a capacidade de agir esteja em sintônia com um tempo que antecipe às necessidades, para que a criatividade das soluções sejam traduzidas com efeitos inovadores, bem distantes de serem considerados ultrapassados ou insatisfatórios diante das solicitações dos nossos mercados mais exigentes.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE PROFISSIONAL (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Como a motivação deve ser implantada no ambiente profissional?

Não existe uma regra especifica que defina a formação de equipes motivadas, já que esse estágio é dependente da integração e adaptação do grupo a cultura de cada organização. Abaixo coloco algumas variáveis que determinam essa evolução dentro das organizações.

a) Todo processo de conquista depende do relacionamento inter e intra-ambiente. Devemos eliminar os conflitos internos, direcionando o potencial das equipes para o esforço comum e participativo no sentido de entender e criar soluções de mercado pelo mercado, evitando concorrências internas, formando um ambiente de troca entre os colaboradores.

b) Treinar pessoas significa nivelar os conhecimentos do grupo com ênfase em uma maior possibilidade de acertos para geração de resultados. Resultados quando participados, criam satisfação pessoal, estimulando o aprendizado e conscientizando a dependência e necessidade dos trabalhos de equipes.

c) Os ganhos das empresas devem sempre ter a sua parte proporcional e variável, na forma qualitativa e quantitativa, revertida aos seus colaboradores. Assim o estímulo ao desafio deve ter seu lado prático e serem sabiamente mensurados e valorizados, impulsionando os que diretamente ou indiretamente atuam pelo negócio.

d) Modelos que motivam procuram reunir seus valores humanos em todas as fases do negócio, valorizando o conhecimento tanto nas participações estratégicas, como nas táticas.



Por Sérgio Dal Sasso


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Empresas e a gestão das dificuldades (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Se caso a empresa passar por uma crise futura e tiver que tirar isso dos funcionários, como será a reação dos mesmos? E como a empresa deve reagir?


Sérgio Dal Sasso - Nossas metodologias e valores devem ser transparentes. O principio numero um da organização é o lucro, e para conquistá-lo temos que criar a formulas de envolvimento e utilização das equipes. 
O jogo que integra as pessoas tem a ver com regras claras, que definam auto-avaliações dos seus membros e o próprio entendimento das necessidades que os fazem presentes como colaboradores. 
Dessa forma a transparência e regras do jogo devem estar condicionadas aos resultados e as próprias metas vinculadas a eles, onde todos devem ter ciência que o clima favorável depende das conquistas a eles vinculadas.
A reação da empresa nesse caso deve envolver os que ficam, sem deixar de auxiliar os que vão, dentro de um entendimento racional visando à aceitação pelos critérios que envolveram os ajustes internos.

Fonte: Motivação, equipes & negócios 
Qualidade Brasil - O seu portal brasileiro de Gestão

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domingo, 7 de setembro de 2014

Networking é fator de empregabilidade (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


Nota: Entrevista Sérgio Dal Sasso e José Augusto Minarelli para o portal da FEA-USP - Faculdade de Economia e Administração. Jornalista Responsável: Elea Cassettari


Com a crescente competitividade profissional, os quesitos que impulsionam uma pessoa a ser bem-sucedida vão muito além da formação acadêmica e cultural. Uma das ferramentas com cada vez mais importância para determinar novas oportunidades de carreira é a rede de contatos ou networking.

Sérgio Dal Sasso, formado em Administração pela FEA-USP, hoje educador profissional, afirma que a partir da década de 90, o mercado passou a exigir mais produção em menos tempo, o que pede uma maior e melhor integração entre os profissionais. Por causa disso, um bom relacionamento interpessoal se tornou essencial para o desenvolvimento de qualquer carreira.

Para ele, o networking começa desde antes da faculdade, quando uma boa rede é medida pela quantidade de contatos que alguém possui. Com o passar dos anos, o fator quantidade muda para qualidade. "O objetivo final é ter a maior quantidade possível de contatos com qualidade", afirma Dal Sasso.

A importância do networking vai além, como lembra José Augusto Minarelli, orientador profissional, que ressalta que hoje isso é um dos fatores de empregabilidade. "A partir de sua rede, você recebe novas informações, fica sabendo sobre eventos, compra e vende serviços, recebe e dá indicações", explica.

Segundo Minarelli, mais essencial que expandir sempre uma rede de contatos é sua manutenção feita em momentos posteriores ao primeiro encontro com o profissional. Para isso, deve-se mostrar ao contato que ele é valorizado, pois "a valorização da fonte faz com que ela se sinta bem para aconselhar, indicar e informar". Além disso, ele frisa que o fato de que todos os contatos são muito importantes, independentemente do nível sócio-econômico e profissional de cada um.

Há quem considere o networking uma prática exploratória usada por pessoas interesseiras. Tanto Dal Sasso quanto Minarelli, porém, ressaltam que a rede é uma troca de conhecimentos e favores entre indivíduos: as duas pessoas se beneficiam na relação e costumam ter um real interesse uma pela outra. "A grande vantagem do networking é que você dá e recebe ajuda gratuitamente", diz Minarelli, enquanto que Dal Sasso lembra que "estar sozinho é ter mais riscos".

Uma das dicas que os dois profissionais deram para expandir a rede profissional é identificar onde estão as pessoas certas e participar desse meio, tanto pessoal quanto virtualmente. Para um primeiro contato, Minarelli aconselha fazer uma abordagem "simples, educada e direta", além de apresentar um cartão de visitas com nome, profissão, telefone e e-mail para a pessoa ter acesso ao profissional.

A Internet contribui hoje para trazer mais possibilidades de contatos, como lembra Dal Sasso. "É preciso ser participativo em fóruns de discussão e puxar as pessoas interessantes para perto de você. Só assim é possível construir um diferencial competitivo para oportunidades futuras de carreira", explica.

Outro ponto essencial para expandir uma rede de contatos é o profissional variar o grupo de pessoas com quem convive e buscar se apresentar a desconhecidos. Caso contrário, como afirma Minarelli, as pessoas tendem sempre a permanecer junto aos mesmos contatos. "É importante sempre conhecer pessoas novas. Quem conhece mais gente tem mais possibilidades", afirma.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

LEMBRANÇAS DE UMA ÉPOCA (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

LEMBRANÇAS DE UMA ÉPOCA...

Em um passado não muito distante precisávamos de muito pouco para ser felizes, coisas do tipo, comprar produtos naturais na feira, almoços com a família no domingo, piquenique na praia, uma única TV para a família, um par de conga ou "Kichute", uma calça "USTOP" e tudo tava feito para a garantia da felicidade.

Do passado vem as lembranças boas dos bons tempos, empinar pipa, rodar pião, jogar futebol com a turma da rua, os bailinhos da turma e coisinhas que até hoje se mantém em alta, tipo o meu bom e velho skate "HANG TEN", que para matar a saudade dos cinquentões segue inteirinho na foto abaixo.(Sérgio Dal Sasso)


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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

CRISES INTERNAS E EXTERNAS (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


CRISES INTERNAS E EXTERNAS...

A crise tão mensurada pelos veículos da mídia é fato, mas em tudo tem os que ganham e os que perdem. Ficar muito antenado nos fatos que assistimos e que também sentimos é tão dispersante e preocupante como justificar seus erros pelos outros ou se considerar o tal quando do bônus da vitória, pois em nenhum desses casos você deixará de ser incluído dentro da parcela que responde.

De um jeito ou de outro no instantâneo desse mundo não vamos ter tempo sobrando para esperar o ganha-ganha, ganha-perde, perde-perde e por isso é bom pensar que somos parte do todo, enquanto as palavras que definirem a sua importância estiverem pelo compartilhar e trabalhar para se sentir fazendo. 

Olhe para o que faz incluindo mais seguranças as suas bases e sustentações, assim o tempo será muito mais produtivo, favorecendo a saúde e reduzindo os gastos com remédios. 


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CAPACITAÇÃO PELA COMPETÊNCIA (Palestrante empresário Sérgio Dal Sasso)

Estar preparado facilita o entendimento das mudanças, capacita o seu crescimento pela construção de parceiros sólidos e focados, estabelecendo a segurança e a autoconfiança por um qualificado relacionamento interno e com o mercado. (Sérgio Dal Sasso)




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terça-feira, 2 de setembro de 2014

A PONTE PARA O EMPREENDEDORISMO (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

"Podemos conseguir o que desejamos, mas somente quando ajudamos aos outros a obter o que desejam. Nunca devemos iniciar nada pela espera de recompensas instantâneas, pois por tabela quando amamos algo, este dependerá sempre da dedicação pela construção da ponte entre o que gostamos e os nossos objetivos." (Sérgio Dal Sasso)



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BOLSAS FEMININAS NÓ DE PANO: ESPAÇO NÓ DE PANO (PRAÇA BENEDITO CALIXTO)


É só chegar e escolher!

Venha conhecer de perto nossa coleção de bolsas e acessórios em tecido e couro e se surpreender com nosso mix de produtos.
De segunda à sábado - 10 às 19 h.
Domingo - 11 às 17 h.
Praça Benedito Calixto, 36a - Pinheiros - SP

(vendas no atacado mediante agendamento: sergiodalsasso@nodepano.com.br)



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vendas e a relação custos x ganhos (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Entrevista com Palestrante Sérgio Dal Sasso e José Alvarez

Além da ferramenta que calcula as vendas por metro quadrado, os especialistas afirmam que é importante analisar a relação entre os custos que a loja tem e os ganhos previstos. Para o sócio-gerente da ZR Consultoria Econômica e Financeira (São Paulo/SP), José Rubens Alvarez, o faturamento por metro quadrado está atrelado à expectativa de rentabilidade do estabelecimento comercial. "Na verdade, o que o lojista tem que considerar é qual a relação do seu custo com os ganhos previstos", ensina.

Segundo Alvarez, algumas questões precisam ser levantadas, tais como: o meu faturamento cobre os meus custos atuais? As minhas margens de lucro desejadas são as que realmente consigo praticar? Frente à minha concorrência, qual é o meu desempenho financeiro frente ao meu principal concorrente? O meu giro de estoques é aquele que atende ao meu mercado e à minha necessidade de produtos em demonstração? Se o objetivo for mesmo atrelar o faturamento do negócio à metragem da loja, Alvarez diz que deve-se calcular da seguinte forma: a capacidade de negócios que posso concretizar no meu espaço, versus a minha expectativa de ganho.
"Vale lembrar, por exemplo, que os supermercados não somente contabilizam o espaço físico com a capacidade de faturamento, como também a rentabilidade média desejada por família de produtos. Por exemplo, a família das bebidas alcoólicas, a família dos farináceos, a família dos enlatados, etc... e assim sucessivamente", salienta. Portanto, ele assinala que deve-se considerar não somente o metro quadrado de faturamento, mas a linha de produtos que serão comercializadas para se saber qual a real margem de lucro esperada nesse nível de transação.

Competitividade exige informação e gerenciamento

O consultor empresarial, pós-graduado em gestão financeira e MBA em varejo e autor de livros como Os gigantes das vendas, Sérgio Dal Sasso (São Paulo/SP), salienta que, em meios competitivos, em particular no varejo e sua natural competitividade, a evolução dos detalhes leva-nos sempre a um comparativo de custos versus resultados, e é dentro dessa visão que devemos centrar o potencial criativo e inovador para organizar o que de melhor pudermos para garantir o aproveitamento pleno de produtos e serviços diante de um consumidor potencial. "O comparativo de resultados por metro quadrado possui a propriedade de avaliar a produtividade da loja em relação às demais e sua própria evolução em acordo com as constantes análises e modificações visando melhorias. Dal Sasso explica que existe uma relação lógica entre a expectativa do que esperamos como resultados futuros e as modificações possíveis pela adequação das metas. Nesse caso, quanto maior for a qualidade das informações, sua organização por categorias de produtos/serviços, espaços e áreas por elas utilizadas, melhor será a implantação de mudanças e a visão do que de fato agrega ou não valor ao negócio.

"Quanto maior a loja e seu “mix” de produtos, mais necessário se faz a medição por área, sua produtividade e desempenho da estrutura operacional responsável pelo desenvolvimento", enfatiza. Para ele, um dos grandes benefícios desse sistema é poder identificar com maior velocidade os caminhos que propiciarão a rentabilidade por setor versus a satisfação dos clientes. "Quanto mais objetividade damos a um negócio, muito melhor será sua possibilidade de crescimento, já que dispomos de mais ferramentas de análises, tanto do ponto de vista do cliente, como do da gestão adequada dos produtos e serviços", explica.

Na ponta do lápis

Para se calcular o faturamento ideal por metro quadrado, deve-se dividir a área total de vendas pelo faturamento planejado, que vai variar de acordo com o tipo de negócio. Por exemplo, se uma loja de 500 m² tem um faturamento planejado de R$ 200 mil por mês, isto equivale a dizer que o metro quadrado deve rentabilizar R$ 400 por mês. Qualquer produto exposto que esteja rendendo abaixo disso deverá ser melhor trabalhado.

Jornalista: Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo


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Gestão de negócios: entre crises e soluções (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

O fato comum de tudo que soma e pode valer a pena ser feito, é que obrigatoriamente nossa vida é dividida entre dificuldades e a capacidade por solucioná-las, ou seja, nascemos e vamos evoluindo ganhando pontos pelo fazer o fácil bem feito, mas é pelo enfrentar das coisas que deparamos com obstáculos onde vamos depender de um mergulhar pelo aprofundamento e desenvolvimento de equações que realmente mediquem as situações.
Esse é o mundo por onde temos que trilhar e é típico de quem todo dia terá que atravessar rios de pedras, onde o limo e a correnteza, nunca demarcarão os caminhos certos e seguros para nossas passagens.
Sabemos que ser criativo, inovador e conhecedor já nos ajuda muito, mas lembrando dos estilos daqueles com visão mais ampliada é sempre bom saber organizar e usar bem a caixinha de ferramentas, já que ter talento na prática é a resposta que daremos quando da colheita e melhorias dos resultados.
Na realidade, as tempestades estão soltas por ai e mesmo assim a água para o banho anda meio fria. Para um futuro coerente, antes de tudo vem o crédito interno que valida de seguranças ao que visualizamos, planejamos e animamos a fazer. Do mercado, quando percebido e organizado internamente, saberemos obter os recursos necessários, evoluindo a capacidade de seleção do como e onde buscar os caminhos, e assim construir garantias de sucesso pela qualidade das origens e sustentação das atividades. 
A regra é nunca se antecipar assumindo perdas quando ainda não tentamos de fato, e é por ai que vamos aprender a distinguir “um ninguém” pelo determinismo de quem busca ser “alguém”. Somos oportunistas por necessidade, idealistas quando lutamos pelo o que queremos, mas sofredores quando as tentativas de buscas não se encontram com os valores esperados.
O oportunismo deve impulsionar a persistência pelos encontros sucessivos, até que possamos montar, dentro de um seletivo quebra-cabeça, um conjunto de pessoas viáveis e interessadas pelo aprofundamento das relações, frente às possibilidades de produção ou até mesmo de fusão dos propósitos.

“A fórmula do como criamos nossas dependências tem tudo a ver com os objetivos que sonhamos para ser independentes”.

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

EMPREENDEDORISMO BRASIL (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


Perder um emprego, quebrar o negócio. Ter que ficar se controlando com medicamentos, analistas e psiquiatras. Tomar uma decisão errada e prejudicar a empresa, perder um cliente. Ajustar a economia doméstica, para poder continuar. Usar o cartão de crédito e sequer conseguir pagar os juros mínimos. Brigar com o chefe ou ficar magoado por ter discutido com o subordinado. Tudo isso é uma fantástica conclusão de que estamos na luta e, portanto vivos. Os problemas surgem a todo instante, e as soluções dependerão do tamanho da disposição para persistir até que as coisas sejam superadas. Persistir neste caso tem o claro objetivo de se adaptar, com posturas e conhecimento frente à nova realidade pretendida para ser vivida.

Situações e momentos desfavoráveis, não são específicos de ninguém, nem das empresas, nem das pessoas. A evolução muitas vezes nos leva a processos inevitáveis de transições, que obrigatoriamente, demandam por mudanças de atitudes que rompem com os padrões anteriormente reconhecidos e aceitos. Velhos vícios, como comer frango com a mão, podem ser um sucesso dentro do seu ambiente intimo, mas de alto risco quando exposto ao meio necessário a sua sobrevivência.

Somos o que o mercado quer que sejamos. Portanto, sua expertise não deve se limitar a ter o melhor equipamento e conhecer o alvo, mas incluir o prazer e gosto na execução, mesmo quando os processos do dia a dia aparentemente sejam rotinas dependerão de novidades criativas para ativar e renovar o seu próprio interesse e por tabela o continuísmo do consumo.

Quando uma ideia é boa, a aceitação estará na dependência do processo de comunicabilidade a ser introduzido para ser a ponte com os canais necessários. Diria que toda estratégia quando em risco morre no meio, nunca nos extremos, e que o grande desajuste humano está em encontrar formas para se comunicar e obter êxito entre o que foi feito e para aonde deve ir. A variabilidade não está nos extremos, mas na criação dos meios para viabilizar as pontas. Nos extremos encontramos comportamentos iguais, processos para produção e consumidores, e nos meios, ideias, projetos e soluções que obrigatoriamente deverão estar conectados com as tendências do futuro.

Existem profundos vazios entre o que queremos e fazemos. Muitos fazem pouco e mesmo os poucos que fazem correm grandes riscos por não conseguirem articular o tempo, dentro das variáveis necessárias para obtenção do êxito. A matemática do mercado é simples, quase como uma operação algébrica, o grande problema é que as contas vêm todas ao mesmo tempo, e assim dependem gradativamente da sofisticação de um processamento para garantir a aceitabilidade do que fazemos e para quem fazemos.

Empreender é uma escola onde aprendemos a colecionar, evoluir e melhorar retornos, e quanto maior as quilometragens e caminhos, melhores as possibilidades positivas de respostas.

Perder emprego, falir, ou mesmo errar em processos decisórios, é parte das aulas necessárias, é parte da tua vida, a ser estendida pelo caminho somando experiências, somando vivências, cases, informações e capacidade evolutiva de processamento. Empreender é dar um passo na frente, surfar uma onda, mesmo que seja com a pranchinha de isopor do seu filho, e saber, ou melhor, ter a certeza de que no fundo do seu poço existe uma mola, com elasticidade suficiente para recolocá-lo na frente do seu sonho, no mundo das realizações.

Empreender é ser Gente, saber conquistar, saber amar e conseguir ser amado pelo maior contingente possível, pois as adesões no mundo seletivo só serão alcançadas frente à exposição do seu máximo em empenho e dedicação.

Ser Gente é reconhecidamente um pré-requisito para o êxito da sua administração, pois será o elo entre o efeito da sua marca própria e o que a vida poderá lhe propiciar. Não importa o tamanho das suas ambições, empreender é realizar, lutar na linha de frente, ser reconhecido e conquistar adesões. 

Entre estratégias, planejamentos e alcance das metas, existem variáveis que completam e aceleram a movimentação das estruturas. Os objetivos dependem das atitudes, que exigem percepções claras, para que as coisas que pretendemos saiam do papel, motivem pelo que acreditamos e sabemos que podemos.

Aceite novos desafios, não pare, não desista, muitas vezes dependemos apenas de um conselho, de um impulso a mais, o céu não fica nublado o tempo todo.




Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em administração, empreendedorismo, vendas e educação profissional.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Lições para o sucesso: do comportamento à realização (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

“Nossa diferenciação dependerá dos pequenos detalhes onde segundos a mais representem as fórmulas para que a sua sabedoria se encontre na frente do tempo dos outros” (Sérgio Dal Sasso)
Sonhos

Costumo dizer que existem dois tipos de sonhos. O primeiro é quando procuramos usar o nosso leito, se mantendo acordado e forçando a mente para algo que desejamos, como por exemplo: ganhar na loteria, viajar, ter o carro dos sonhos. O segundo, típico das noites de domingo para segunda, nos envolve com as preocupações e problemas a serem superados enquanto nos lembramos da realidade a vencer, tipo contas a pagar, desafios a enfrentar e decisões a tomar.
Tente tirar os pesadelos da frente, procurando soluções com os pés no chão, criando os espaços para vivenciar agindo no seu dia-a-dia e conquistando passo a passo tudo o que parecia, mas não acontecia.

Motivação

Comece o seu dia com um sorriso espontâneo, dirigindo-o a alguém próximo. Garanto que a resposta que você terá será melhor que a de ontem. Mas não pare por aí, se o banho quente não o renova, ajude o governo evitando futuros “apagões” e vá de ducha fria, acho que você vai se sentir melhor para lutar pelas condições que lhe ofertem o equilíbrio para as conquistas.
Sua missão para que os valores do empenho apareçam deve estar atrelada às energias que te façam construir novas famílias, que possam ampliar seu conhecimento com o reconhecimento para que a velocidade tenha a qualidade em ritmo para acompanhar as mudanças.

Atitude

Ou você faz, ou tenha certeza de que alguém fará em seu lugar. Tudo passa e o tempo não está nem aí pelo fato de você aproveitá-lo ou não. Também não adianta buscar ajuda não convencional, acreditando que aquele lá de cima sempre terá um tempinho só para você. O mundo está aberto e parte dele tá na rede, mas por mais aprendizado que você tenha pelo virtual, um dia terá que aplicá-lo se expondo para cantar a sua própria música, criando públicos para formar a sua parte aplausos. Este é o desafio que você encontra na vida, do tipo “SER OU NÃO SER”, de William Shakespeare.
Quebre o gelo e treine muito para que seu lado proativo vença as limitações e o faça superar as incertezas das ações iniciais e o medo pelas aceitações.

Percepção

Trabalhe observando o que acontece, o que precisa acontecer, o que pode surpreender. Existem pessoas que fazem bem feitos, que são dedicadas, seguem as regras, os livros e a didática correta para não serem surpreendidas por maus resultados, mas de certo sabe-se que as respostas nem sempre são as planejadas, pois dependem naturalmente dos ajustes, eliminações e inclusões, e para isso, mais informações e adequações serão uma eterna justificativa para que o se mexer o afaste sempre do se acomodar ou parar.
Do ponto de vista dos negócios, enxergar o que ninguém consegue ver é o princípio da excelência de poucos. Perceber o vento e a sua direção, de onde ele vem e para onde ele vai, irá produzir mais clareza para que seu caminho reúna os detalhes que farão a diferença.

Capacitação e competência

A grande maioria dos principais empresários e executivos do mundo não chegou ao sucesso pelos meios acadêmicos. Seus resultados vieram da experiência e da vivência, do praticar o exercício diário do “trabalhar”, aproveitando a disponibilidade do tempo para realizar, conhecendo e trocando conhecimentos com outros, errando e ajustando.
O conhecimento deve andar junto com a aptidão e “tesão”, pois na prática precisamos nos tornar percebidos e gostar disso, para que nossa formação conquiste resultados. Também é indispensável desenvolver características proativas, ou seja, para crescer é preciso passar pelo tentar até se chegar ao feito. A intensidade dessas características fornecerão subsídios práticos, tanto para a evolução compartilhada, como para que os outros percebam a nossa existência e avaliem o grau da nossa competência.

Estratégia, Planejamento e Metas

Estratégia não tem nenhum valor enquanto isenta de ações táticas, e essa é a diferença entre um intelectual e um gestor. É muito comum encontrarmos grandes estrategistas que se confundem com grandes sonhadores, por não conseguirem pôr em pratica o que pensam e o que escrevem.
Organizar o que pretendemos fazer, quantificar e qualificar o conjunto necessário (meios e formas), do como ao o que pretendemos ser, é a melhor ferramenta para anteciparmos a vida com ações reais para se atingir os resultados e expectativas.
De nada adiantam estratégias, projetos e planejamento, se não forem transferidos ao conjunto que chamamos de equipes e colaboradores. Existe uma parte para que todo o esforço tenha a sua recompensa.  A meta e suas evoluções dependem da forma como ajustamos nosso tempo, dotando-o de qualidade de pessoas e processos com a humildade para se incluir conectado com a parte dos outros e pelo comprometimento comum aos objetivos.

Realização

Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos, pois dependem dos desafios de conseguir desenvolver trabalhos que sirvam como palcos para que outros melhorem suas condições. A minha parte depende da sua parte para que a nossa parte seja crescente e contínua. 


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