Palestrante Sérgio Dal Sasso

sábado, 28 de abril de 2012

Empresas caçam talentos no Facebook

Fonte: O Estado de S. Paulo


Com o desemprego em níveis históricos de baixa, atrair um talento passou a ser uma estratégia de guerra. Agora, o trabalho de buscar profissionais passa a ser ativo, com a transferência de anúncios de vagas de diversas companhias para o Facebook.


Assim, caso o profissional clique em uma página corporativa enquanto estiver comentando o status de um amigo ou publicando uma foto de viagem, ele não precisará sair da rede social para saber as oportunidades que estão abertas. Elas estarão ali.

Um sistema desenvolvido pela empresa Vagas.com.br já está sendo usado por companhias como a construtora Tecnisa e o site de compras coletivas Peixe Urbano. Segundo Luiz Testa, gerente comercial da Vagas.com.br, o aplicativo criado pela empresa simplesmente serve como um espelho do link "trabalhe conosco" do site das empresas. Caso o internauta clique em alguma vaga, com o objetivo de se candidatar, ele é transferido para o site da companhia.

Dispersão. "Vivemos um momento de pulverização da audiência", afirma Testa, lembrando que hoje as pessoas dividem seu tempo entre TV, rádio, jornal e todas as opções de entretenimento e informação oferecidas pela internet. "Antes, era muito mais fácil encontrar o candidato com o perfil. Bastava publicar classificados nos maiores jornais da cidade", lembra. Com o público disperso em diferentes mídias, diz o especialista, a empresa precisa "mostrar a cara" de diferentes formas.

Isso significa publicar as vagas no site da corporação, trabalhar com grandes consultorias de recrutamento, ter presença no LinkedIn, no Facebook e no Twitter. O melhor problema que pode existir é uma procura acima do esperado, como ocorreu no canal da Vagas.com.br no Twitter, que hoje tem 350 mil seguidores. Para facilitar a vida do candidato, a empresa transformou seu perfil institucional em uma página com dicas de carreira. Para a publicação de vagas, criou oito canais distintos, focados em diferentes públicos, como estagiários, trainees, executivos e saúde.

Estratégias. A chegada ao Facebook é só uma das novas estratégias da construtora Tecnisa para atrair um número maior de candidatos. "O novo profissional, da geração Y, acessa muito a internet. Temos de acompanhar todos esses canais, que são uma forma de captar talentos a um custo baixo", diz Marcello Zappia, diretor de recursos humanos da Tecnisa, que entrou na companhia há cinco meses, vindo da Totvs. Zappia diz que a construtora tem um desafio de quantidade: no ano passado, o time da Tecnisa cresceu 30%. Só na área administrativa, conta ele, são cerca de 30 processos seletivos por mês.

Uma outra medida tomada pela Tecnisa para atrair talentos foi o estabelecimento de um prêmio de R$ 250 para o funcionário que indicar um amigo para trabalhar na companhia. O executivo ressalva que o pagamento só é efetuado quando o candidato passa por todo o processo seletivo e completa o período de experiência. "O pagamento é feito no início do quarto mês", explica. A empresa espalhou a novidade em sua página do Facebook: "O post recebeu 2.768 visualizações", conta. Quarenta currículos já chegaram à empresa dentro do programa de indicações, batizado "Criar".

Com forte presença na internet por causa das promoções que anuncia, o site de compras coletivas Peixe Urbano montou uma página específica para o tema carreiras no Facebook. A rede social é usada para captar pessoal para as áreas comercial e de atendimento a cliente, conta Maria Fernanda Ortega, diretora de gente e gestão do Peixe Urbano. "Muitas vezes, as informações e interesses que as pessoas compartilham ajudam mais na seleção do que o currículo, pois essas vagas se direcionam a profissionais iniciantes", explica.

E Maria Fernanda admite que a empresa enfrenta um desafio de quantidade. Hoje, são 900 empregados no Brasil e 1,2 mil na América Latina. E a executiva lembra que aquisições recentes - como o Zuppa, site de reservas em restaurantes - exigirão mais contratações no curto prazo.


Fonte: O Estado de S. Paulo

Gestão estratégica de marcas

Autor: Tom Coelho
Fonte: www.tomcoelho.com.br



"Harley Davidson é, talvez, a melhor marca dos EUA.

Coca-Cola é uma boa marca, mas as pessoas não a tatuam em seus corpos."
(Ralph Wanger)





Kevin Keller é um conceituado catedrático norte-americano, além de consultor
de grandes empresas e autor de best sellers, entre eles, "Administração de
marketing", uma parceria com Philip Kotler.



Ele alerta para a importância e poder das marcas como um meio de identificar
e diferenciar produtos e serviços. Uma marca forte deve ser envolvente,
previsível em sua capacidade de criar expectativas e satisfazer clientes.
Vale ressaltar que grande parte do valor intangível das empresas é
representado pela marca, sendo comprovada a relação positiva entre valor de
marca e retorno de lucro.



Branding é o nome do jogo. Um conjunto de ações adotadas na administração de
uma marca buscando torná-la única. É a melhor alternativa contra a
diferenciação baseada exclusivamente em preço e custo.



Construir valor de marca baseado no consumidor consiste em trabalhar a
percepção deste cliente, possibilitando sua fidelização, a aplicação de
preços premium e até mesmo a extensão da família de produtos.



Keller estabelece oito dicas para se conquistar a excelência de uma marca.



1. Visão da marca centrada no consumidor e interesse pelo consumidor.
Transcender as descrições e limites físicos do produto, descobrindo uma
finalidade superior vinculada às aspirações do consumidor. Os passos para
isso são: inspirar, inovar, focar, conectar e cuidar. Modelo a seguir: Nike.



2. Posicionamento superior em relação à concorrência. A tarefa é desenvolver
"pontos de diferença" em relação aos concorrentes que sejam atraentes para o
consumidor e viáveis para a empresa. E estabelecer "pontos de paridade", ou
seja, aspectos similares capazes de neutralizar os diferenciais da
concorrência. Exemplo de quem está fazendo isso: Accenture.



3. Estrutura da marca claramente definida. É o que chamamos de arquitetura
da marca. O ponto de partida é compreender o potencial de cada marca dentro
do portfólio da empresa e estabelecer uma hierarquia de marca. Isso
significa criar submarcas de uma marca principal apenas se tiverem papéis
estratégicos claros. E maximizar a cobertura de mercado, minimizando a
sobreposição por outras marcas. Um ótimo exemplo é a BMW (marca principal)
com suas submarcas série 3, 5 e 7.



4. Programa de marketing totalmente integrado. A comunicação começa no boca
em boca, passa pelo patrocínio, degustação, ações em PDV e, obviamente,
alcança a mídia impressa, eletrônica, exterior, entre outras. A Red Bull tem
observado este princípio.



5. Cultivo de relações da marca. A meta agora é estender a percepção da
marca para além do produto. Construir uma identidade e significado de marca
capaz de estabelecer uma dualidade entre o desempenho do produto e a imagem
da marca. Produzir respostas positivas racionais e emocionais. O exemplo
aqui só poderia ser a Harley Davidson e seus fiéis HOGs (proprietários de
motocicletas Harley).



6. Estratégias de preço orientadas por prêmios. Em lugar de apenas reduzir
preços, maximizar o valor para o cliente, participando de promoções
extensivas no varejo, financiando campanhas publicitárias em parceria com
revendas, estabelecendo uma comunicação direta com o cliente. Quem ilustra
esta estratégia: Intel.



7. Inovações relevantes em marketing. Introduzir novos produtos,
comunicações e outras atividades de marketing criativas e cativantes. Buscar
o encadeamento de clientes, conquistando novos e fidelizando os existentes.
Há um ícone nesta categoria e seu nome é Apple. A inovação em seus produtos
sempre esteve presente, desde os Macintosh até o advento do iPad. Muito além
do design, a empresa tem disponibilizado produtos complementares (fones de
ouvido, cabos diferenciados, adaptadores para carro) e um primoroso
atendimento ao cliente.



8. Administração adequada de estratégias de desenvolvimento de marca.
Alavancar de maneira ininterrupta o valor da marca em novos produtos e
mercados. Tomemos como exemplo a Starbucks. O desenvolvimento do produto
está presente na oferta de novos sabores, aromas e embalagens de café, além
de produtos complementares, como o cartão de crédito em parceria com a Visa.
Já o desenvolvimento do mercado está representado pelas novas lojas em
pontos como hotéis, aeroportos, livrarias, empresas, entre outros, além de
novos mercados em outros países.



A excelência de uma marca deve ser responsabilidade de toda a organização.
Não é atribuição de algumas pessoas ou do departamento de marketing.
Diretoria e funcionários, todos sem exceção, comprometem de forma positiva
ou negativa a imagem da marca, afetando direta ou indiretamente as
percepções e experiências de seus clientes.





* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
17 países. É autor de "Somos Maus Amantes - Reflexões sobre carreira,
liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas - Lições para
construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor
de outras cinco obras.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Viver ou juntar dinheiro?

Por Max Gehringer

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.

Lá vai:

“Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa… Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.

Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.

Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual! Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida”. Sérgio

“Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço.” Por Max Gehringuer “

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Empreendedorismo: partindo por mares nunca dantes navegados

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br e www.nodepano.com.br


Num primeiro momento diria que, a visão empreendedora ou os caminhos que nos conduzem para a conquista e desenvolvimento de um negócio, nos exige curiosidade e interesse de crescimento e expansão do próprio negócio. A primeira sensação é a de “partir por mares nunca dantes navegados”, como escreveu Luís de Camões.

Normalmente, iniciamos nossas atividades profissionais em função de nossa especialidade sobre determinado assunto. Para haver crescimento e expansão, não devemos nos ater somente a esse conhecimento, mas buscar outras formas de vivenciá-los.

Essa vivência, somada à determinação, serão fundamentais para acumularmos experiência necessária para vôos cada vez mais altos e seguros.

Do início de uma determinada função até a conquista do conhecimento pleno, passamos por dois pontos fundamentais:

- O primeiro é conquistar passo a passo o reconhecimento da própria competência sobre os resultados.

- O segundo é criar relacionamentos que propiciem trocas de informações que nos levem, de uma visão inicialmente específica, para outros conjuntos de competências que sejam bem conectados, que formem e movimentem com sucesso esse negócio.

Num exemplo prático de negócio, a pouco me associei à empresa “Nó de Pano”, fabricante de bolsas e acessórios em tecido, com produção artesanal e coleções exclusivas da designer Lucila Abdala. Por mais conhecimento que poderia ter através de toda experiência que acumulei pela minha carreira executiva e consultiva, não obteria sucesso algum, caso, na análise inicial para a viabilidade do negócio, não existisse sinergias que formassem um conjunto onde pessoas e idéias pudessem reunir bases por onde a visão de novas construções juntasse a parte criativa e técnica com a organizacional, permitindo-nos um planejamento real, possível e sustentável, gerando antecipação e qualidade decisória.



Nó de Pano (O software) – Vídeo criação, produto e visão



Nó de Pano (O hardware) – Fluxo organizacional e operacional


Para surpreender o mercado, a “Nó de Pano” transformará a sua capacidade criativa em inovações e alternativas diferenciadas no mundo da moda, que desperte a atenção e interesse de potenciais clientes. Na outra ponta, criará o equilíbrio entre compra, produção e venda, customizando e viabilizando a rentabilidade desejada.

Resumindo, todo empreendimento, para que minimize seus riscos e erros, deve reunir um sistema que o gerencie diariamente, com uma equipe bem sincronizada, com capacidade criativa e a contínua procura de conhecimento e aprofundamento junto a um mercado cada vez mais competitivo.

Sérgio Dal Sasso é empresário, consultor, palestrante e escritor especializado em temas ligados à administração, empreendedorismo e gestão de negócios. Sites: www.sergiodalsasso.com.br  e www.nodepano.com.br

Informações úteis e pouco divulgadas

Fonte: Fernanda Mello

Cinco informações úteis não divulgadas! Principalmente a QUARTA

1. Certidões: quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.

Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.

2. Auxílio a Lista: Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.

3. Lenda: Não existe tratameto eficaz para queda de cabelo.
Tudo mentira, já existem produtos naturais que tratam seu couro cabeludo, em muitos casos eliminando a queda de cabelo para sempre.
Aqui está! - http://www.fimdaquedadecabelo.net

4. Multa de Trânsito: essa você não sabia.
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

5. Importantíssimo: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..


DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA E OUTROS ABUSOS!!!!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Desaquecimento do comercio em 2012

Fonte: O Estado de São Paulo

O crescimento do comércio mundial vai desabar em 2012, terá seu pior ano desde 2009 e os países emergentes terão suas exportações seriamente afetadas no ano como resultado da crise na Europa. Dados divulgados hoje pela Organização Mundial do Comércio revelam que a expansão de exportações e importações em 2011 já sofreu um severo freio em comparação a 2010, com um crescimento de apenas 5%. Mas a taxa será reduzida pela metade neste ano.

Para 2012, a expansão será de apenas 3,7%. Só 2009, o pior em sete décadas, foi mais negativo que o atual ano. No auge da crise, o comércio caiu m 12%.

Na avaliação da entidade, diversos países emergentes podem sofrer, já que tem na Europa seu principal mercado exportador. Na melhor das hipóteses, o comércio de países em desenvolvimento terá uma expansão de apenas 5,6%. Nos países ricos, o aumento das importações será de meros 1,9%. Em 2010, a elevação das exportações chegou a 13,8%.

Para 2013, a situação sofrerá uma leve melhora. Mas ainda ficará distante do que foi a média de crescimento dos últimos dez anos. A elevação será de 5,6%, com uma expansão de 7,2% para os emergentes.

Mas uma recuperação mais forte do comércio virá apenas em 2014, quando se espera que a economia europeia de sinais claros de retomada do crescimento.

Pelo ranking divulgado pela OMC, o Brasil se manteve na 22ª posição entre os maiores exportadores do mundo, a mesma posição que já tinha em 2010. O País ocupa 1,4% do comércio mundial, superado ainda pela Austrália, India, Espanha ou México.

Entre os maiores importadores, o Brasil chegou a cair uma posição no ranking mundial, 21ª posição e superado pela Turquia.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sistemas, integração e gestão profissional


 Conhecer o todo, é parte do esforço para que uma profissão tenha sucesso, mas digamos que tudo isso é parte do tangível de um negócio. O outro lado desta história é o de aprender a incorporar valores que nos transformem em seres comunicadores, de fácil entendimento, de características bem transparentes e aptas na gestão comportamental frente à construção dos relacionamentos, sua integração e aceitação.




domingo, 8 de abril de 2012

Vendas, clientes,conquistas e dicas

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte:www.sergiodalsasso.com.br

O QUE É VENDER?

Vender é conseguir realizar um conjunto de ações combinadas, que consigam aproximar seus interesses despertando o interesse de terceiros. Coisas como: Foco nos objetivos, percepção clara do mercado alvo, pró-atividade para avançar, visão estratégica do negócio representado, planos e capacidade para atingir metas completam as respostas positivas de apoio à arte da venda.

Um bom vendedor sempre tem uma boa estratégia para conseguir estreitar caminhos, mas a venda é resultante dos momentos aonde unimos o esforço conjunto do grupo que representa o produto ou serviço a ser destinado ao mercado.

Na verdade não é tão relevante falar em produto, pois muitas vezes é no molho aonde encontramos o gosto dos possíveis compradores. Para estar no mercado atual, deve-se ter algo interessante, qualificado e útil, mas para conquistar resultados efetivos é indispensável um processo estratégico que consigam transformar coisas que até possam ser comuns em algo de desejo.

Ao longo de toda existência o ser humano foi se adaptando às circunstâncias. À medida que seu espaço era adicionado e disputado com outros, sua espécie se formava pelas novas necessidades, junto ao enriquecimento progressivo das adaptações físicas e mentais, em um ritmo continuo e infinito da própria evolução.

Em primeiro lugar veio à necessidade perceptiva, evoluindo para a capacidade de pensar quando algo dava mais certo no vizinho. Observar sempre foi o primeiro passo. Entender veio pela insistência de querer continuar, para depois tentar fazer sozinho.

Passaram-se milênios e as formas adotadas definiram a importância do compartilhamento entre os membros, a construção das suas comunidades, e junto com elas, união, segurança, calor, levando-nos a formação de famílias, conjuntamente com novas subdivisões e características de espécies e seus comportamentos.

Aos poucos os grupos foram formando sociedades e os interesses pessoais, passaram pelos coletivos, pela especialização dos métodos de sobrevivência. Surgiram as trocas e num processo de volume, as moedas, facilitando os câmbios, especificando as nações e suas diferenças pelos resultados.

Não existe o melhor método de se vender, o que podemos pensar é na melhor forma de se viver. O resultado do que fazemos, passa pela segurança, mas de longe deve ter um sentido do porque estamos fazendo: para acumular e se isolar, ou para se ajudar ajudando pelo não isolamento dos outros.

LIDANDO COM O MERCADO E SUAS MUTAÇÕES

Tenho visto muitas filosofias e metodologias para se conquistar clientes. Adoro quando dizem a palavra fidelizar, acho que isso é coisa inventada por algum consultor na tentativa de conquistar novas carteiras pela fala difícil. Pense na sua realidade como consumidor moderno.

Acho que no fundo ninguém mais se vincula a ninguém, estamos todos ficando enquanto é bom, enquanto formulam novidades, ficou muito fácil e virtual a busca por novas situações. Resumindo a conquista dos clientes está na velocidade da criação para se manter em contato permanente com a sua base de negócios.

Como manter um casamento em uma época onde a maioria só quer ficar? Não é fácil buscar uma resposta definitiva e matemática que garanta a retenção das carteiras de clientes conquistados. Soluções de distribuição são criadas diariamente pelos diferentes canais, e sempre procurando agregar algo mais ao consumidor, no esforço de retê-los.

Em tempos passados você conquistava novas carteiras e não se preocupava tanto com técnicas e processos de manutenção, mesmo porque suas oportunidades eram sempre maiores do que as ameaças.

Tínhamos menos clientes e pedidos eram mais “gordos” e quase sempre acabavam concentrados num único fornecedor. De repente somos obrigados a dividir com canais, com outros do setor, nossos nomes são esquecidos e às vezes até trocados. Os modelos de aproximação foram sendo substituídos por outras gerações mais novas, mais informatizadas, mais conectadas com tempo, menos sensíveis pelo pessoal, porém agressivas e eficientes profissionalmente.

O fato é que você conquista com preço, produto e serviços e deverá aprender a fidelizar para manter-se “ficando” diariamente, com processos homogêneos e inovadores, que lhe coloquem em evidência pelas ações diferenciadas de uma equipe que pensa e age para surpreender mercados.

A grande arma de uma organização moderna está na sua capacidade de desenvolver competência orientada, para que as ações sejam consultivas, e para tanto, dependentes de um entendimento aprofundado do que é ou pode ser necessário aos seus clientes.

Hoje vender depende, em qualquer situação, da orientação, foco e criação de um estágio de felicidade e possibilidades, para que outro lado possa ficar melhor do que estava fortalecendo a visão de que o investimento superou o custo.

Infelizmente o fiel cliente, não perceberá nenhuma diferença quando sua organização atender bem ou entregar bem, pois está é a condição básica que se espera de um fornecedor.

Infelizmente também, o fiel cliente não fará nenhuma sugestão para que você melhore algum procedimento, simplesmente por não faltam alternativas para visitar o seu vizinho.

Mas nem tudo é infeliz, desde que saibamos que o potencial cliente estará sempre à espera para ser surpreendido pelas suas idéias, pelo seu conhecimento, pelas soluções que você apresentar com foco nas procuras por melhorias de satisfação, desempenho, resultados e rentabilidade além da sua contabilidade.

“Se obtém o que se deseja ajudando aos outros a obter o que eles desejam”

A ARTE DAS CONQUISTAS

A grande teoria de vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que oferecermos, através das descobertas de oportunidades para quem vamos ofertar.

A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro.

O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.

A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor.

Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.

O PÓS VENDA

O que define uma boa venda de produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente.

A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.

A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigiram um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.

Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.

Um pós-venda deverá estar envolvido de velocidade competente em relação a soluções, tanto para o atendimento de solicitações, como no fornecimento de novidades, e nos dois casos deve dispor de uma linha direta entre a competência interna e o mercado.

DICAS CONSULTIVAS PARA VENDAS E CONQUISTAS

- Não ser um tirador de pedidos, sua conveniência será necessária muito antes do fechamento do negócio.

 - Ter a clara visão que a arte de vender está no aprofundamento das soluções para que as portas possam ser abertas e que, portanto os negócios devem ser continuadamente evoluídos com soluções renováveis, incluindo os meios e técnicas para seus avanços.

-Ter sonhos e acreditar que o meio escolhido como trabalho tem tudo a ver para propiciar o alcance dos objetivos.

-Não se limitar às informações recebidas para provocar melhorias de desempenho, procurar buscar soluções por conta própria, pesquisando e conhecendo cada vez mais o seu mercado, o mercado dos seus clientes, auxiliando o seu grupo a responder com superação das expectativas.

-Ser ativo, tomar iniciativa quando da necessidade de soluções. Perde muito mais aquele que não se envolve.

-Estar sempre em processo de capacitação, aprendendo até quando ensina.

-Ter humildade, paciência e persistência, principalmente quando a sua alto-avaliação for superior aos seus resultados e participação. A grande vitória sempre acontece quando os outros passam a nos conhecer pelo nome e este ultrapassa a própria barreira do meio escolhido para divulgá-lo.

-Entender que o sucesso está na dependência de se envolver por completo no ciclo empresarial, ou seja, ser parte da estratégia, sabendo filtrá-la para o desenvolvimento possível de planos e metas que gerem a realização esperada.

-O poder da estrutura consultiva vem da formação de uma equação que combine o conhecimento com a comunicação homogênea para diferenciar os negócios pela capacidade e qualidade provinda da troca potencial entre seus membros.

- A qualidade em vendas é uma necessidade mais importante do que a própria atividade escolhida pelo profissional, sejam médicos, dentistas, veterinários, advogados, empresários entre outros.

- O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado à sua atividade.

- Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou ser um montão.

As luzes do conhecimento

AS LUZES DO CONHECIMENTO (Por Lucila Abdala e Sérgio Dal Sasso)

As luzes que garantirão uma visão positiva do hoje em relação ao futuro passam pelos antecedentes, que serão necessários para construir as bases que ofertem garantias pela sustentação dos caminhos por onde vamos passar.

Para o amanhã, hoje vivemos pelas conquistas divididas entre o sim e o não, o fazer ou não fazer, e tudo pela clareza necessária as visualizações pelos avanços que acreditamos.

Dos resultados conjugamos pontos positivos e negativos, mas que sempre dependerão da postura e determinação, para que as possibilidades sejam possíveis de acertos imediatos ou reversíveis através de manobras de ajustes pelos planos alternativos.

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mudanças e transformações (Lucila Abdala e Sérgio Dal Sasso)


Mude para que não transforme os "anos novos" em datas certas. Coloque um pouco mais do que acredita, um pouco mais de um "novo você", sem depender de fatores externos ou de estra...tégias. Reinvente-se. Não retenha em sonhos a vontade de navegar em novos mares. Se lance, vez ou outra, às espumas e verás que sob elas poderás encontrar corais fabulosos, outras formas de vida, outras formas de convivência. E, quem sabe, descobrirás mais de 39 maneiras de adorar viver.

                            

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Aprenda com os erros dos outros!

Fonte: Canal RH
Autor: Fernanda de Almeida

E se ao invés de aprender com os próprios erros, os profissionais se dedicassem a aprender também com os equívocos e experiências alheias? É mais ou menos isso o que as empresas propõem quando oferecem aos seus funcionários um programa de mentor. A ideia é que o RH ajude os colaboradores a escolherem outro profissional mais experiente para orientá-los ao longo da carreira. “Essa escolha pode encurtar caminhos por meio de experiências já vividas e do conhecimento que o mentor tem do mercado e da cultura organizacional”, acredita Mara Turolla, consultora e diretora de Coaching da Career Center, empresa de gestão estratégica em RH e carreira.
Um mentor auxilia seu “pupilo” por meio de sua experiência de vida e carreira, com o networking que possui, compartilhando visões sobre a cultura e o ambiente político da organização e com vivências com situações de liderança que são novas para um profissional mais novo. Mara sugere que a busca por um mentor aconteça assim que o profissional deixar uma função técnica para assumir um cargo de gestão. “Para o início de carreira, a orientação vinda do próprio gestor e do RH costumam atender bem às primeiras necessidades. Mas ter alguém que você admire como referência e modelo de liderança pode facilitar muito sua adaptação nesse novo momento”, afirma.
O primeiro passo é o profissional verificar se a empresa em que atua oferece algum programa de mentores e quais as regras de funcionamento. Se houver um programa estruturado na empresa, o RH pode ajudar a identificar o mentor e intermediar a primeira conversa. Caso não haja um programa formalizado, o RH poderá orientar o colaborador para encontrar o mentor. Neste caso, o funcionário deve identificar pessoalmente aquele profissional que está a um ou dois degraus acima dele na escala hierárquica e solicitar um horário para conversarem a respeito. Mara ressalta que a escolha por mentores que estejam muito acima na pirâmide pode não ser produtivo, dadas as diferenças de realidade.
Para identificar as opções de possíveis mentores, o colaborador deve admirar a trajetória, a postura profissional e as competências desses executivos. Havendo identificação com valores e condutas, é hora de agir. “Solicite um horário para uma conversa, cerca de 30 minutos, organize sua fala se apresentando brevemente, verificando a disponibilidade de tempo e energia do escolhido e elabore o convite deixando claro o tempo a ser utilizado, intervalo entre reuniões e o que você espera desses contatos. Deixe a pessoa refletir se não puder ou quiser responder na hora. Deixe claro por que você o escolheu”, orienta Mara.
Também é preciso ter consciência de que um mentor não tomará nenhuma decisão no lugar do outro profissional, mas servirá como orientador. O mais experiente deve perguntar e ouvir ativamente e orientar. As decisões, no entanto, jamais devem deixar de ser individuais. Mara alerta que “não precisa concordar com tudo que o mentor disser. Pode ser interessante alguém com pontos de vistas diferentes para ampliar a visão e trazer novas perspectivas. Na maior parte do tempo, o mentor falará da experiência dele e não postulando o que o outro profissional deve ou não fazer”.
E para os profissionais que foram convidados para o papel de mentor, antes de aceitar por se sentir lisonjeado, é importante verificar se realmente quer assumir o compromisso. “Só aceite se tiver real disponibilidade para garantir agenda e atenção adequada à proposta”, orienta a consultora. “Ser mentor de jovens líderes é uma excelente oportunidade para manter-se conectado com as novas gerações e passar seu legado de liderança e formação de potenciais”, complementa.
Mentores na prática
Na Predicta, especializada em marketing digital, os colaboradores são incentivados a escolher um mentor. “Acreditamos que a mentoria é uma excelente forma de compartilhar experiência e desenvolver nossos profissionais”, diz Marcelo Marzola, diretor-geral da companhia.
Além do modelo convencional, em que o colaborador escolhe seu mentor com auxílio do RH, a empresa oferece a seus colaboradores o Encontro Inti, em que Marzola se reúne a cada duas semanas com todos os gerentes e coordenadores por cerca de três horas e, em conjunto, é escolhido um tema relevante (como negociação, liderança, inovação) para o desenvolvimento pessoal de todos eles em suas funções.
Esses profissionais, em duplas, têm a tarefa de preparar a apresentação do tema para o encontro, no qual se discute como aquele assunto é relevante para o dia-a-dia do trabalho. “Nesses encontros sempre surgem boas discussões sobre situações reais da empresa, do dia-a-dia, e dos liderados que fazem parte das equipes lá representadas”, explica Marzola.
“Acreditamos que um mentor é útil em todos os momentos, e esse é um dos principais valores da nossa empresa. Com frequência faço uso a frase ‘se cheguei até aqui foi porque me apoiei nos ombros de gigantes’, de Isaac Newton, porque acredito muito em aprender com as experiências dos outros”, finaliza Marzola.

Sérgio dal Sasso
www.nodepano.com.br (Empresa Textil)


domingo, 1 de abril de 2012

Nó de pano - A arte em bolsas femininas

NÓ DE PANO: Bolsas femininas e exclusivas para pessoas especiais. Você não vai esquecer dessa marca, também não conseguirá se separar dela...

Criação e designer: Lucila Abdala

Contatos :

Franca/SP - Matriz (Lucila Abdala): (16) 3721 0766 ou (16) 8111 0700

São Paulo/SP - Expansão Comercial (Sérgio Dal Sasso): (11) 3283 4589 ou (11) 8195 9864

Bolsas Exclusivas para pessoas especiais



‎"Nó de Pano" é uma marca que pertence a designer Lucila Abdala. www.nodepano.com.br