Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Administração: gerações competitivas

Se fizermos algo positivo até poderemos virar história, mas se habituarmos vivendo das lembranças do que já foi salutar, no máximo receberemos uma estatua “do tipo esse cara fui eu”.
Para não avançar, basta não se exercitar para que a ausência da musculatura provoque atrofias nas suas asas. Seja qual for à condição que dispomos para um exercer saudável e produtivo das coisas, não podemos permitir que o conforto conduza-nos a um sentimento de estabilização por sentirmos assentados ou que a ansiedade e impaciência venham a precipitar voos sem que hajam horas adequadas pela experiência para comprovar as habilidades.
No administrar das gerações e em negócios devemos sempre lembrar que são os sistemas que formam os resultados e que estes são inflexíveis em relação à lógica de que são as vendas e seus custos que fazem o lucro, e que pensando nisso, nossos times devem reunir um corpo único capaz de interagir e realizar um trabalho que responda acima das necessidades dos consumidores, sem dispensar a atenção ao quanto “n vezes” proporcionarmos satisfação aos outros em relação ao que valemos.
A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, e para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.
Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante pelo refinamento da qualidade decisória e das ações.