Palestrante Sérgio Dal Sasso

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

E-commerce: As barreiras da inclusão digital nas empresas

Nota: Assim com um negócio deve ser desenvolvido recheado de estratégias, planos e ações deve-se atentar a todos os canais e as formas do como utilizá-los, para que a diversificação dos modelos a serem praticados no mercado obtenham no conjunto resultados satisfatórios. Nada é mágico, tudo é fruto de muita persistência e capacidade decisória, pelos ajustes das que coisas inicialmente implantamos, e que não apresentaram os resultados esperados. (Sérgio Dal Sasso)

Fonte da matéria: metaAnálise/Walter Sabino Jr.

33,3% das lojas e empresas online encerram suas atividades antes de completarem o segundo ano de operação.
A cada R$ 100 movimentados no comércio eletrônico brasileiro, apenas R$ 20 são gerados pelas micro e pequenas empresas, apontam dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net). Apesar de representarem 98% dos negócios formais no país, essas empresas responderam cerca de 20% dos R$ 18,7 bilhões gerados pelo e-commerce no ano passado.
Além disso, segundo levantamento da Camara-e.net, as micro e pequenas empresas também sofrem para manter a loja virtual aberta, uma vez que 33,3% das lojas e empresas online encerram suas atividades antes de completarem o segundo ano de operação. Esse índice é 8.3 ponto percentual acima da taxa calculada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) na mortalidade do comércio físico no país, que é de 25%.
Seja no mercado presencial ou virtual, o elevado grau de mortalidade se deve à baixa informação e profissionalismo. No entanto, no mundo on-line existe uma outra questão: a deficiência de know how tecnológico ou conhecimento das especificidades do comércio eletrônico para esses empreendedores.
E, é justamente esse último ponto que merece muita atenção, é preciso incluir a empresa digitalmente. Quando falamos em inclusão social digital, é um processo muitas vezes até simples, pessoas são instruídas de formas básicas a conviver no mundo digital. E, a partir daí, elas estão aptas a utilizar computadores, navegar na internet e até comprar no e-commerce.
Mas e quando esse processo de inclusão deve ser empresarial? Como ensinar tudo o que é preciso para o empreendedor? Passar todos os códigos e conhecimentos que um profissional demora anos para desenvolver? A resposta é clara, ou ele estuda para aprender ou ele cria o negócio dele.
Quando opta por levar sua empresa para a internet sem ter o conhecimento, ele encontra a barreira técnica, e fica à mercê de profissionais especializados e os altos custos para o desenvolvimento. Uma vez que os produtos encontrados no mercado sempre apresentam ares complexos e de extremo conhecimento técnico.
Então, quando encontrada essas barreiras e não transpostas essas dificuldades, a loja virtual morre, é abandonada, ou sequer ela chega a ser criada.
A grande verdade é que os desenvolvedores de tecnologia para e-commerce criam produtos e despejam no mercado. É preciso entender que o mundo físico e o mundo virtual é o mesmo. E a missão daqueles que desenvolvem tecnologia é conseguir unir ao máximo esses mundos.
No caso para as micro e pequenas empresas que querem entrar no e-commerce é preciso uma plataforma que ele consiga entender mesmo sem conhecimento técnico, que basta ele escolher o layout, cadastrar os produtos, definir os meios de pagamentos e colocar a loja para rodar, não dependendo de um técnico que entenda de linha de códigos para fazer isso.
E, quando mesmo com essa simplicidade de navegação e configuração amigável, também disponibilizar vídeos, dicas, conteúdo especial para aqueles que ainda tenham alguma dúvida. É o fator da humanização, é o mais próximo da união do mundo físico com o mundo on-line.
Com o fator humano, as empresas devem auxiliar essa transição, abrir a porta do e-commerce para as micro e pequenas empresas. Apresentar realmente um mercado em expansão que certamente pode gerar muitos frutos.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Brasil e as contratações de empregos

Nota:
 
As oportunidades estão em todas as partes. A questão a ser sempre lembrada é que existe uma seleção natural em tudo, e dentro de cada função, é necessário se aprofundar pelo conhecimento necessário para garantir sua vaga e mantê-la em crescimento contínuo dentro do que estamos praticando e agindo.
 
Detalhes como, tais como, objetividade, percepção em conhecer sempre mais do que é tido como básico, agir com ações visando melhorias, estar de bem com a vida, planejar mais pelo que se quer, assumir as metas adicionais ao que esperam de você, farão parte dos fundamentos para que os esforços e resultados sejam conquistados, como complementos e garantias de um futuro sustentável. (Sérgio Dal Sasso)
 
 
 
Fonte : Agência estado
 
 
As contratações no Brasil tiveram em 2012 o melhor desempenho dos últimos três anos. Segundo o International Business Report (IBR), 42% das empresas que atuam no País admitiram trabalhadores no ano passado, acima dos 40% verificados em 2011. O contexto geral é de otimismo, apesar de situações pontuais, como o aumento do desemprego em áreas específicas da indústria.
 
O mercado de trabalhado aquecido colocou o Brasil como o quinto país que mais contratou no ano passado, entre 44 economias pesquisadas pela Grant Thornton - ao todo, foram entrevistadas 12,5 mil empresas. "O nível de desemprego no Brasil está tão baixo que as empresas estão com dificuldade para contratar mão de obra", afirmou Paulo Sérgio Dortas, sócio diretor da Grant Thornton Brasil.
 
Entre os motivos que mantêm o mercado de trabalho aquecido, ele cita o fortalecimento das classes emergentes - que mantém a demanda por bens e serviços em alta - e as grandes obras de infraestrutura.
 
Vale lembrar que a taxa de desocupação atingiu no ano passado o nível mais baixo da história, apesar do crescimento econômico decepcionante - o mercado acredita que Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescido apenas 1%. Em dezembro, a desocupação foi de 4,6%, a mais baixa desde março de 2002, quando teve início a nova metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, a desocupação média foi de 5,5%.
 
Em 2012, a maior quantidade de contratações foi na Índia (62%), seguida pela Turquia (60%). Na frente do Brasil, também ficaram dois países latino-americanos: Peru (57%) e Chile (43%). "Peru, Chile e até a Colômbia vêm aparecendo como importantes receptores de investimentos dos estrangeiros. Isso se explica por dois grandes motivos. O primeiro é a estabilidade econômica desses três países: os níveis de inflação estão bem inferiores ao brasileiro, por exemplo. O outro motivo é que alguns desses países estão crescendo num ritmo maior do que o Brasil", disse Dortas. "Isso, de certa forma, é preocupante porque esses países não tinham tradição de aparecer nessas pesquisas", afirmou.
 
Na parte de baixo da tabela, nenhuma surpresa. As últimas posições foram ocupadas pelos países europeus afetados pela crise: Grécia (-38%) e Espanha (-24%).
 
Reajuste
A intensa disputa pela mão de obra também deve fazer com que boa parte das empresas brasileiras conceda reajustes acima da inflação na comparação com outros países. Segundo o levantamento, 29% das companhias no País devem dar reajuste real. Esse número só é maior na Tailândia, onde 42% das empresas pretendem conceder ganho acima da inflação. "O Brasil tem uma disputa grande pela mão de obra. Uma parte desse aumento real no salário se justifica pela necessidade de reter o talento. Quando existe uma escassez de mão de obra, há uma tendência de as empresas serem mais agressivas na concessão de aumentos salariais", afirmou Dortas.
 
A tendência, na avaliação do executivo, é que o mercado de trabalho continue aquecido neste ano, justamente por causa das obras de infraestrutura. "A grande questão que fica é onde é que vamos achar esse povo para trabalhar", disse Dortas, sobre a necessidade de ingresso de mão de obra estrangeira qualificada no País.
 
A pesquisa também coloca o Brasil como o sexto maior em "otimismo empresarial" para os próximos 12 meses. As empresas que atuam nos países emergentes, porém, demonstram insatisfação com a situação da infraestrutura. Na área de transporte, por exemplo, 26% das empresas no Brasil afirmam que as deficiências do setor prejudicam o crescimento da economia. Esse indicador só é maior na Tailândia (36%), na Índia (39%) e no Vietnã (42%).

 
 
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