Palestrante Sérgio Dal Sasso

sábado, 26 de janeiro de 2013

Profissões e a reinvenção necessária para a sobrevivência.

Fonte: Canal RH

"Não é o mais forte da espécie que sobrevive, nem o mais inteligente; é o que melhor se adapta à mudança". A Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin, poderia ser afixada na entrada das empresas, como fazem com os textos de missão e filosofia da organização para lembrar a atual dinâmica do mercado. Nos últimos anos, não são raros os casos de carreiras que tiveram que se reinventar para acompanhar as transformações da sociedade e as alterações nas demandas de seus clientes. “Nosso tempo é marcado pela ocorrência de mudanças em ritmo vertiginoso. As carreiras tiveram que se ajustar a esse cenário para não perder competitividade”, explica a coordenadora da especialização em Gestão de Pessoas da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares.
 
A atividade de bibliotecário é uma das que soube fazer uso do conceito darwiniano. Antes reduzida basicamente a trabalhos em bibliotecas e centros de documentação, a profissão conseguiu mudar de postura e expandir as áreas de atuação. “Mostramos às empresas a importância da gestão eficiente da informação”, diz Vera Stefanov, presidente do Sindicato dos Bibliotecários do Estado de São Paulo (Sinbiesp).
 
A mudança nos cursos de graduação foi o caminho escolhido para que os recém-formados chegassem ao mercado de trabalho com esse novo perfil. Os currículos atuais, além de englobarem as novas tecnologias, como softwares de digitalização e recuperação de dados, preparam os estudantes para irem além da simples catalogação de livros e periódicos.
 
Essas transformações, não apenas garantiram a sobrevivência da profissão, como apontaram novas formas de atuar. Empresas de consultoria e escritórios de engenharia e advocacia são alguns dos novos clientes. “Conseguimos nos reinventar para preencher as demandas que foram surgindo e atrair o interesse de novos profissionais”, explica Vera, que completa: “A procura por bibliotecários aumentou em 50% desde a década de 90”.
 
Já os digitadores foram atrás de qualificação para não cair na inutilidade. Esses profissionais enfrentaram uma fase difícil no final da década de 80 com o avanço dos computadores pessoais. Mais fáceis de usar, os novos equipamentos possibilitavam que qualquer pessoa os operasse. “Isso reduziu de forma significativa a demanda pelo serviço formal de digitação”, conta Sérgio Rosa, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (SINDPD).
 
Para driblar esse obstáculo e garantir sobrevivência, a categoria investiu em capacitação. O objetivo foi aumentar a qualidade dos serviços prestados pelos digitadores para fazer frente à mão de obra mais barata que havia surgido. Com o passar do tempo, os clientes perceberam que a qualidade do trabalho realizado pelos profissionais treinados era superior àquele oferecido por pessoas sem preparo. “Conseguimos mostrar que apesar de aparentemente simples, o trabalho feito por digitadores exigia qualificação e, assim, revertemos o quadro de retração que a área vivia”, completa Rosa.
 
Como os bibliotecários, os arquivistas viram na ampliação de suas funções a solução para não perder espaço. Nesse caso, as inovações com base tecnológica foram as ferramentas usadas. Antes, as informações eram armazenadas em papel e o arquivista intermediava o contato entre as pessoas e os documentos. Hoje, com os acervos digitalizados, sua função é criar um ambiente digital amigável que permita o acesso direto à informação. “O papel do arquivista no acesso à informação mudou, e entender essa transformação e estar pronta para ela foi vital para a sobrevivência da carreira”, diz Charlley Luz, professor da pós-graduação em Gestão de Documentos e Arquivos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP) e consultor em estratégia de informações e ambientes digitais da Feed Consultoria.
 
Para desempenhar a nova função foi preciso investir na interdisciplinaridade, integrando a área de gestão do conhecimento com elementos de tecnologia da informação e arquitetura da informação. Ao adquirir essas habilidades, o arquivista ampliou o leque de opções. Como resultado, o interesse pela carreira cresceu consideravelmente. “Há cinco anos havia sete cursos de graduação para arquivistas, hoje são 15”, diz Luz.
 
O mercado quer sempre mais, seja em termos de qualificação, produção ou eficiência, por isso a importância dessa lógica em mente na hora de planejar e conduzir a carreira, como alerta especialistas e quem já passou por isso. “Hoje em dia, os profissionais precisam ser cada vez mais proativos e se perguntarem quais mudanças de comportamento podem ser feitas para que ele permaneça inserido no mercado de trabalho, e isso se reflete nas categorias profissionais e nas atividades a que elas se referem”, conclui Clara, da Fundação Dom Cabral.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A busca pela qualidade: A classe C pagará mais por produtos e serviços diferenciados.

Nota:
É importante analisar a evolução do poder adquirir e a natural evolução pelo selecionar o que está adquirindo (Sérgio Dal Sasso)
 
Fonte da materia: Exame
 
A classe Cestará mais atenta à qualidade que ao preço em 2013. O segmento que ficou conhecido como “consumidor mais por menos”, caracterizado por buscar preços atrativos em primeiro lugar, está mais atento à estética das lojas, prioriza benefícios, e se dispõe a pagar mais para experimentar novas marcas. As mudanças da classe média apontam para um cliente mais exigente e que deseja ser surpreendido no seu consumo, recebendo um atendimento hospitaleiro.
 
A relação dos emergentes com as marcas não está ligada à fama, mas à confiança que elas inspiram e funciona como um “atestado de qualidade”. Por mais que esta camada esteja vivendo um momento de crédito e poder de compra em alta, não dispõe de dinheiro para desperdiçar, o que faz com que esteja atenta a cada detalhe para garantir escolhas certeiras. A indicação de amigos e familiares é decisiva na hora de optar por uma empresa ou produto.
 
Apesar dessa relação, 46% da classe média afirmam não ter uma marca preferida, que gere identificação, de acordo com dados do 1° Fórum Novo Brasil realizado no último bimestre de 2012 com participação do Estudo Vozes da Classe Média Brasileira, da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), da Presidência da República.
 
Esse cenário é favorável para as empresas que buscam se adequar a este consumidor em desenvolvimento. É o momento para encontrar mecanismos de aproximação que gerem afinidade com a marca e sensação de acolhimento. “As lojas de 10 anos atrás voltadas para a classe C não eram elaboradas, o layout, a comunicação, tudo era mais simples. Agora estão arrumadas e têm uma comunicação arrojada. Alguns bons exemplos são: o Lojão do Brás e a Torra-Torra, que investiram em equipamento, conceito de moda e embelezamento dos pontos de venda para desenvolver um serviço mais agradável”, afirma Edgard Barki, autor do livro “Varejo para Baixa Renda”(Bookman 2008).
 
Varejo investe em acolhimento
Para atender a este novo momento da classe C, algumas lojas focadas nesse público têm opções de alimentação como lanchonetes e cafeterias. “Os emergentes fizeram vários desafios para as empresas. Não é uma questão apenas de gosto e sim de como você trabalha serviços e atende às exigências. As empresas tiveram que adaptar seus modelos de negócios não só nos produtos, mas com relação à distribuição e comunicação. Essa é uma fase de mutação, pois a classe média cresceu, ampliou sua renda e se aproximou da classe alta quanto às exigências e expectativas geradas com relação às empresas”, aponta Edgard Barki.
 
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Carreiras e profissões: : os loucos da teoria e da pratica - 24 por 7


"Não interessa a sua função ou atividade.  É preciso estar dotado de determinação, criatividade e ousadia, para que a sua produção esteja na frente do tempo do que os outros esperam de você, pois esse, quer goste ou não, é o caminho por onde passa a trilha que fornecerá condições para que conquiste os resultados e o tão sonhado sucesso". (Sérgio Dal Sasso)
Andamos atrás dos processos, às vezes usando pessoas numa versão ultra descartável, exigindo um tempo "24 por 7", conectado por mar, terra e ar.
São os sinônimos dos ventos da produtividade e competitividade, que inclui os contatos da madrugada, as urgências dos fins de semana, e uma seleção de imposições que tornam escassos os momentos de recuperação física e mental. Você nunca mais poderá ficar sem celular, já que o relógio se encontra dentro dele!
Os sistemas poderiam ser diferentes, mas somos peças de um jogo de gente grande, que também são obrigadas a empurrar e a convencer que até o supérfluo pode ser algo indispensável.
Lamento muito o fato de que o perfil desejável inclui o incansável, pois essa é uma das variáveis de busca pela superação. Lamento também, que o tempo não permita paradas, pois o mundo foi desenhado em forma de pirâmide, de probabilidades “democráticas” para se atingir o topo. Gostaria da existência de um sofá para uma acomodação temporária, um tempo que permitisse reflexão do “o que e porque” para que pudéssemos entender sobre as importâncias das conquistas e suas relações positivas para o enriquecimento da própria condição de vida.
Mas ainda existem as sextas feiras, e mesmo que normalmente tenham um sentido de “Ufa... conseguimos sobreviver por mais uma semana!”, já somam. Quem sabe alguém não consegue criar algo melhor para a quarta, pois a vida é o que deve ser valorizada pelos meios por onde passamos.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Empresas e a dependência química

 
Fonte: Canal RH
Autoria: Ana Paula Pavanello
 

Um operador de máquinas da Goodyear começou a cheirar cola aos 13 anos. Pouco tempo depois conheceu a maconha e, aos 28 anos, virou usuário de cocaína. Exaurido pelos problemas causados pela dependência química, ele decidiu mudar o estilo de vida. E foi na empresa que encontrou o apoio necessário para dar fim ao vício. A ajuda partiu de um programa de combate à dependência química, o Prosa G, implantado na fábrica da Goodyear em Americana (SP). Como o operador de máquinas, quem decide participar do projeto, que tem duração de dois anos, recebe acompanhamento médico e psicológico.
 
Durante o primeiro ano, o apoio é estendido aos familiares e a etapa final do tratamento incluiu 30 dias de internação em uma clínica especializada, além de todo suporte posterior.

Outro funcionário da Goodyear, da área de construção de pneus, abandonou a dependência ao álcool, engrossando a lista dos quase 60 colaboradores que o programa já reabilitou desde sua implementação, em 2005. Ele conta que já conhecia o programa por meio das palestras na empresa, mas só aceitou a ajuda quando percebeu que a dependência afetava sua rotina, inclusive durante o expediente. “Eu deixei de ser responsável, não tinha compromisso com o trabalho, não cumpria todas as normas e tinha deixado até de usar alguns equipamentos de segurança”, afirma. Hoje, aos 37 anos, não sente saudade da vida que levava anteriormente.
 
Para o gerente de Recursos Humanos da Goodyear de Americana, José Carlos Marzochi, o segredo da eficiência no combate ao abuso do álcool e entorpecentes no ambiente de trabalho é um programa voltado tanto para os interesses da companhia quanto dos colaborares e de seus familiares. “O assunto exige atenção especial das áreas de Medicina do Trabalho, Assistência Social e RH das organizações que buscam melhoria contínua”, diz Marzochi. Ele lembra que o consumo de drogas está diretamente relacionado a acidentes de trabalho, queda de produtividade, absenteísmo e deterioração das relações sociais e familiares.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 71% dos usuários de drogas ilícitas em todo mundo estão empregados e fazem parte do mercado de trabalho. Os profissionais ouvidos pela reportagem destacam que, se não fosse o apoio recebido da empresa, não teriam abandonado o vício. “Voltei a sonhar”, ressalta o operador de máquinas, que se diz ainda mais feliz por ter estabelecido um elo mais forte com a filha.

 
Redução do fumo

 
Já o programa antitabagismo da ArcelorMittal, em Tubarão (SC), conseguiu reduzir de 34% para zero o número de fumantes entre seus 4,8 mil colaboradores. Desde o início, em 1993, a produtora de aço contabilizou uma economia de R$ 30 milhões com despesas médicas. Aberta para os contratados e também para os terceirizados, a iniciativa espera, além do benefício financeiro, contribuir para que nenhum desses profissionais tenha futuramente uma das 53 doenças a que estão mais expostos os dependentes do cigarro.
 
O programa surgiu após a realização de uma pesquisa, em 1992, que mapeou o número de fumantes, há quanto tempo fumavam e qual o interesse em parar com o vício. O tratamento inclui a formação de grupos de apoio, palestras educativas, acompanhamento médico e uso de medicamentos, exames periódicos e implantação de áreas restritas para o fumo.
 
Segundo o gerente de Saúde e Medicina da ArcelorMittal, Fernando Ronchi, a primeira turma contou com 20 empregados que aderiram imediatamente. O programa foi ganhando força na medida em que os resultados eram percebidos pelos colegas. “O tratamento é realizado em grupo, em que cada empregado conta suas experiências, aflições e constrangimentos, além de refletir sobre a importância de parar de fumar”, afirma Ronchi. Quem precisa de suporte medicamentoso conta com uma equipe multidisciplinar que garante todas as orientações e suporte. “As reuniões acontecem a cada quatro semanas, durante seis meses”, acrescenta o gerente, complementando que o controle passa a ser feito posteriormente por meio dos exames periódicos.
 
Um programa antitabagista também faz parte da política da Dow Brasil. A iniciativa visa melhorar a qualidade de vida dos profissionais e já resultou em redução considerável do percentual de tabagistas na empresa. No início do projeto, em 1995, 24% dos colaboradores eram fumantes; em 2012, apenas 5% deles fumavam. Lucio Ribeiro, coordenador dos Serviços de Saúde da companhia, explica que quem adere à iniciativa tem, além de toda a estrutura de apoio, subsídio de 80% na compra dos medicamentos necessários para abandonar o vício. “Acreditamos que os investimentos em iniciativas como essa são ínfimos comparados ao retorno”, diz ele, referindo-se aos benefícios tanto para a empresa quanto para o colaborador.
 

Apesar dos resultados satisfatórios, as empresas que dão suporte aos dependentes ou que têm projetos nesse sentido são exceções no Brasil, segundo a psiquiatra e conselheira da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Ana Cecilia Roselli Marques. Preocupada com as consequências do trabalho sob efeito de substâncias químicas, Ana é favorável a políticas empresariais sobre drogas e a adoção de testes toxicológicos obrigatórios no ambiente de trabalho, principalmente em atividades que colocam a vida de outras pessoas em risco, como operadores de máquinas. Uma ideia da gravidade são os dados do Ministério da Saúde, que registram que o álcool é responsável por 50% do absenteísmo – terceira causa de faltas ao trabalho – e licenças médicas – três vezes mais que outras doenças. O abuso de álcool também reduz em até 67% a capacidade produtiva do funcionário e é responsável por cerca de 25% dos acidentes de trabalho. “As empresas precisam encarar a dependência química de frente, como uma doença e sem preconceitos”, afirma Ana Cecilia.
 
No Brasil, exceto a Lei 12.619/12 – que obriga o motorista profissional a submeter-se a exames toxicológicos – não existe nenhuma previsão legal para a realização desses testes por parte do empregador, explica Giancarlo Borba, advogado especializado em direito trabalhista. Livre para decidir se deve ou não submeter a equipe ao procedimento, Borba alerta para outros detalhes. “É importantíssimo que seja esclarecido que o exame será feito por profissionais especializados, usando métodos confiáveis e que o resultado permanecerá em total sigilo”, afirma ele, que completa: “Além disso, deve se deixar claro que o resultado admite contraprova”.
 
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

2013 - Os profissionais mais escassos do mercado!

Fonte: Meta análise review
 
Empresas aguardam até 120 dias para encontrar um candidato qualificado.
A longa espera por um profissional qualificado parece que chegou de vez ao departamento de Recursos Humanos das empresas. De acordo com levantamento realizado pela Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado em profissionais técnicos e de suporte à gestão, a procura por um profissional qualificado pode demorar até 120 dias - tempo necessário para recrutar um vendedor técnico, por exemplo.
“A escassez de mão de obra no mercado nacional passa por todos os segmentos e atinge diretamente o nível de produtividade das empresas. Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil”, diz Roberto Picino, diretor-executivo da Page Personnel.
Confira abaixo a relação dos profissionais mais escassos no mercado, o salário médio, tempo médio para recrutamento e perfil adequado para a vaga:
1) Supervisor de Produção
Tempo médio de recrutamento: 30 a 60 dias
Salário médio: R$ 6,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa entender da cadeia de produção, unir o lado lógico e o humano para que consiga lidar com a gestão de pessoas. O supervisor deve garantir que haverá matéria-prima suficiente para a produção e minimizar os gargalos que venham a surgir garantindo a eficiência e reduzindo custos de produção. Algumas empresas requerem profissionais especializados em seu segmento e em uma determinada área , como também empresas que seguem a linha multiprofissional, ou seja, buscam profissionais que entendam de diversas áreas e segmentos.
2) Técnico de Campo (manutenção eletromecânica)
Tempo médio de recrutamento: 30 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 4 mil
Perfil necessário para a vaga: o técnico de campo é um dos profissionais mais requisitados em empresas de máquinas, equipamentos e serviços. Ele é responsável pela manutenção (elétrica, mecânica e em automação) dos equipamentos e linhas de produção nos clientes da empresa a qual trabalha. A maior dificuldade é encontrar profissionais com conhecimento nas três áreas e com total disponibilidade para viagens frequentes.
3) Consultor em Engenharia
Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: profissional muito requisitado por conta do conhecimento técnico na área específica da consultoria. A maior dificuldade é encontrar um profissional com esse conhecimento específico e que apresente um perfil dinâmico e agressivo de consultoria, além da disponibilidade de viagens.
4) Vendedor Key Account Sênior - Inglês fluente e boa penetração nas grandes redes de supermercado.
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 6.000 + comissões mensais
Perfil necessário para a vaga: gestão de carteira de clientes de grandes redes. Responsável pela negociação de contratos com compradores. Definição e implementação de ações promocionais com o objetivo de melhorar exposição dos produtos nas redes e incremento de vendas. Gestão de custos, rentabilidade e volume de vendas.
5) Analista de Revenue Management 
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 3.000 a R$6.000
Perfil necessário para a vaga: responsável pela gestão de receitas nas operações de vendas, gestão de preços, margem e investimentos de trade, construção e análise de P&L e dados de vendas. Elaboração de relatórios gerenciais, cruzando informações financeiras da empresa com informações de mercado. Analisar custos e despesas por produto e canal de vendas, antecipando necessidades de ações de preço ao mercado.
6) Analista de Inteligência de Mercado 
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 5.000 a R$ 6.500
Perfil necessário para a vaga: municiar as áreas de Marketing e Vendas com informações referentes aos mercados, levantando e analisando situação da concorrência, movimentações estratégicas, posicionamento e novos entrantes em potencial. Analisar o posicionamento estratégico da empresa, apontando eventuais possibilidades de obtenção de vantagem competitiva. Elaborar relatório mensal de performance de vendas da empresa frente aos concorrentes, com base em informações de mercado.
7) Analista de Gerenciamento por Categoria Sênior 
Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 5.200 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: gerar informações sobre o consumidor e as novas práticas de mercado visando à melhoria dos planos de ação de gerenciamento por categoria. Desenvolver planogramas (estratégia de exposição e organização das marcas nos diferentes canais de vendas) direcionados por canais e regiões. Desenvolver os processos internos referentes ao gerenciamento de categorias, coordenando e suportando a equipe de vendas na elaboração do plano da categoria. Avaliação do desempenho do cliente e mercado, estratégias e táticas para a categoria (Preço, promoção, espaço e mix). Acompanhar a evolução dos produtos, share, distribuição, preço e posicionamento da marca. Acompanhar efetiva mente as ações da concorrência e gerar ações que auxiliem a minimizar ou bloquear o seu possível impacto. Contribuir para o desenvolvimento de parcerias com os clientes, visando aprimorar o relacionamento comercial.
8) Analista de Marketing Digital / E-commerce
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 5.500
Perfil necessário para a vaga: liderar projetos digitais com desenvolvimento e administração de conteúdo de websites de e-commerce, campanhas de mídia online. Geração e análise de relatórios de métricas online, com foco no resultado e usabilidade do websites, a partir de ferramentas como Google Analytics.
9)Demand Planning (Planejamento e Demanda)
Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa de uma visão geral da cadeia de supply chain. Forte interface com produção, logística e comercial - tanto vendas quanto compras. O profissional deve gerar a previsão de vendas de determinado produto / linha de produtos baseado em fatores como histórico de vendas, previsão de demanda, nível de estoque, sazonalidade entre outros. As empresas buscam profissionais analíticos suficiente para ter a previsão mais assertiva, assim como estratégicos para acompanhar as alterações no plano e gerar resultados mais próximos da realidade. O idioma inglês acaba sendo exigido em mais de 90% dos casos.
10) Projetos Logísticos
Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de projetos logísticos está inserido em operadores logísticos, varejo ou indústria. Como operador logístico, tem que ter uma visão ampla de processos já que lida com segmentos diversos, com urgências e particularidades distintas. As atividades poderão ser voltadas tanto para o dimensionamento / planejamento, implementação ou melhoria do projeto.
11) Strategic Sourcing (Compras Estratégicas)
Tempo médio de recrutamento: 45 a 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de Strategic Sourcing traz uma visão estratégica para a área de compras. Perfil comercial arrojado, com forte habilidade de negociação. Visão macro do processo de supply chain, além de trazer novas alternativas para o negócio, considerando custo-benefício, melhor qualificação de fornecedores, savings, entre outros fatores. Este profissional é peça estratégica, pois movimentará a cadeia de suprimentos, otimizando o fluxo do processo e trazendo melhorias de qualidade, custos, entre outros. As empresas buscam por perfis com visão ampla e estratégica do mercado fornecedor, econômico, financeiro etc. Fluência em inglês é fundamental.
12) Vendedor Técnico 
Tempo médio de recrutamento: 90 a 120 dias
Salário Médio: R$ 6.000 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: formação em Química ou Engenharia Química / Experiência comercial no mercado cosmético. Gestão de carteira de clientes no segmento cosmético, prospecção de novas contas, venda consultiva e participação de feiras e eventos do setor.

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