Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Motivação nas empresas - Palestrante Sérgio Dal Sasso (Entrevista)

Autor : Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br


Abaixo segue entrevista que ministramos para os grupos "Léo Madeiras e Leroy Merlin" sobre o tema Motivação dentro das empresas.



Bom proveito e leitura a todos!

domingo, 24 de junho de 2012

Demonstração real - empreendedorismo

Amigos, amigas e parceiros!

Estamos abrindo uma nova página que será bem diferente das demais, pois iremos construir um negócio e falar sobre como está sendo desenvolvido e feito (Empreendedorismo e Açoes).
Curta e participe, pois vai valer a pena!

http://www.facebook.com/No.de.Pano.Bolsas.Acessorios


Passo a passo vamos demonstrando os caminhos e processos de uma empresa, que além de produzir em escala industrial, não deixa de usar sua comunidade para o desenvolvimento artesanal da sua linha, aproveitando 100% das sobras de material, gerando empregos alternativos e formando futuros empreendedores.

Aguardem a riqueza dos detalhes da coleção primavera-verão 2012/2013 da Nó de Pano (Bolsas Femininas e Acessórios em tecido e couro).

Em breve lojistas e distribuidores poderão adquirir nossos produtos via novo portal em desenvolvimento através da loja virtual.

Sérgio Dal Sasso
Gestão e Vendas - sergiodalsasso@nodepano.com.br


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Arte e resultados – Bordando e gerindo negócios

Autores: Lucila Abdala e Sérgio Dal Sasso
Fontes: www.sergiodalsasso.com.br e www.nodepano.com.br


Parceria é como buscar novos desenhos, novos pontos e novas linhas para seu bordado. É tentar ajustar toda uma cartela de cores ao seu trabalho. É não ter medo de tentar uma nova forma, mesmo que, no início, não consiga amarrar os fios com maestria. É aprender a compartilhar de novas lãs, novas linhas, novas cores para diferentes composições. A combinação de tempo, dedicação e perseverança é que trará o apuramento do trabalho.

Muitas e muitas vezes virão tempos em que precisamos voltar, desfazer os pontos ou mesmo trocar as cores que não se ajustaram à proposta do desenho. Poderá surgir a sensação de um "trabalho sem fim" ou mesmo que seus bordados parecerão inacabados. Então, precisamos ter em mente a palavra COMPROMETIMENTO.

"Tecer" uma parceria é trazer alguém capaz de te mostrar possíveis saídas para que seu trabalho não se torne "monocromático".

Seu bordado pode ser de "pares" e de "ímpares". A ideia final é causar encantamento pelo acabamento, pela composição e, o mais complexo, é saber cuidar para que seus bordados sejam feitos de boas linhas, fortes lãs e que perdurem.

Nos meios empresariais dependeremos sempre da capacidade estratégica de gente competente e expositiva. Inteligência e uso devem andar juntos, para que haja interação com a necessidade de saber dialogar aos extremos com fornecedores, equipes e mercados.

Como resultado sobra-nos a experiência prática dos sentimentos corretos para lidar com ajustes e mudanças que irremediavelmente teremos que processar, tantas vezes quanto necessário, para que os consensos nos levem às definições de ações a seguir.

Planejamentos, revisões e atuações serão os itens determinantes para quem queira enxergar a luz, pois o fator da competência só será transferido aos resultados quando o tempo estiver em sintonia com as formas rápidas e claras inseridas entre os intervalos das decisões pensadas e exercidas pelo grupo e pelas equipes diante dos cenários mutantes.



Nó de Pano – Bolsas e acessórios exclusivos em tecido e couro




E-commerce tem 15% de interação em campanhas de e-mail

Fonte: Exame

O e-commerce possui 15,2% de interação por cliques nas campanhas de e-mail marketing. O mercado eletrônico perde apenas para moda (25,5%) e ensino (21,1%).

Os dados são parte de uma pesquisa elaborada pela ZipCode para traçar um panorama das ferramentas digitais utilizadas no comércio virtual. As campanhas feitas por correio eletrônico, por exemplo, movimentaram R$ 18,7 bilhões em 2011, no Brasil.

Além da interação por cliques, o estudo avaliou a taxa de abertura destes e-mails. Nesta categoria, ensino aparece em primeiro lugar, com 12%, e o e-commerce em segundo, com 7%. Para realizar a pesquisa, foram analisadas campanhas para prospecção, por meio de informações de base dos clientes do comércio eletrônico que desenvolveram ações com plataforma de e-mail marketing.

Sustentabilidade e a mudança cultural das empresas

Fonte: Canal RH
por Lucas Toyama
As atenções do mundo estão voltadas para o Rio de Janeiro, onde acontece a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que marca os 20 anos da ECO 92. Delegações de todas as partes do globo discutem formas de compatibilizar o crescimento econômico ao equilíbrio social e à preservação do meio ambiente.
A estrada, contudo, é tortuosa. Para Victorio Mattarozzi, sócio-diretor da Finanças Sustentáveis, consultoria especializada em desenvolver negócios sustentáveis, o esvaziamento da Conferência é prova inequívoca de que o caminho ainda é longo. “A crise econômica mundial não deveria servir de justificativa para o enfraquecimento da Rio+20”, afirma, destacando que isso que se observa.
Com uma carreira construída no mercado financeiro e detentor de vasta experiência no segmento de sustentabilidade, o executivo, que participa da Rio+20, concedeu entrevista ao CanalRh, na qual discorre sobre o equilíbrio do tripé lucro-sociedade-meio ambiente e aborda o papel das corporações e das lideranças nesse contexto e o que elas, de fato, têm feito – ou não. Confira:
CanalRh: Quais suas impressões até agora em relação à Rio+20?
Victorio Mattarozzi: Sinto um certo esvaziamento da conferência. A crise econômico-financeira mundial não deveria servir de justificativa para o enfraquecimento da Rio+20. No entanto, é o que estamos observando: ausência das principais lideranças políticas mundiais e falta de consenso no documento final da conferência. Isso é um grande engano. Há uma crise ambiental, que não deve ser dissociada da econômico-financeira. Agora, mais do que nunca, seria a hora de buscar uma solução integrada. Adiar a solução da questão ambiental vai provocar uma crise provavelmente maior lá na frente e com custos muito maiores.
CanalRh: Como está o Brasil em relação à questão da sustentabilidade?
Mattarozzi: Apesar de todo o discurso sobre o tema, o Brasil tem muito que avançar na questão. Quando se trata da necessidade de reduzir as emissões de carbono, por exemplo, é preciso que o País seja mais eficaz no combate ao desmatamento e incentive o investimento em eficiência energética, energias renováveis – eólica e solar – e mobilidade urbana. Não são ações isoladas.
CanalRh: A Rio+20 tem também discutido fortemente a questão da água...
Mattarozzi: Sim, e com razão. É necessário investir na preservação dos rios e em saneamento básico. O governo federal anunciou a intenção de aumentar os investimentos, que deveriam ser direcionados para projetos com tecnologias voltadas à baixa emissão de carbono e de menor e mais eficiente uso de recursos naturais.
CanalRh: Quais os principais desafios do Brasil em relação à sustentabilidade?
Mattarozzi: O principal desafio é o combate ao desmatamento e a proteção à nossa imensa biodiversidade. É urgente investir em tecnologias voltadas ao uso sustentável dos ativos ambientais que possam garantir o equilíbrio econômico, social e ambiental do País.
CanalRh: Em que ponto o Brasil ainda engatinha quando o assunto é sustentabilidade?
Mattarozzi: A questão energética é um gargalo. O País ainda engatinha no uso de energia eólica e solar. Mais recentemente tem se observado um avanço nos empreendimentos de geração eólica, mas a matriz ainda é pouco representativa. Há muito que avançar na produção com menor consumo de energia.
CanalRh: E em qual ponto o País pode ser considerado referência?
Mattarozzi: O Brasil vendeu para o mundo o carro flex e pretendia tornar o etanol uma commodity. Entretanto, devido a uma distorção dos preços internos da gasolina, a produção e o uso do etanol estão sendo desestimulados. O que poderia ser considerado um exemplo está ficando para trás.
CanalRh: No mundo corporativo, a sustentabilidade saiu do papel?
Mattarozzi: Para algumas poucas empresas eu diria que sim. Para a grande maioria, principalmente médias e pequenas empresas, nem sequer está no papel. Então, as empresas nas quais a sustentabilidade já faz parte das estratégicas de negócios precisariam, por exemplo, compartilhar suas experiências e práticas de gestão socioambiental com outras organizações. As associações e federações de empresas também deveriam atuar no sentido de disseminar essas práticas, demonstrando o quanto sustentabilidade pode gerar valor e novas oportunidades de negócios.
CanalRh: Se o pensamento sustentável de alguma forma existe, por que tantos problemas resultantes da ação equivocada do homem ainda persistem e ganham intensidade?
Mattarozzi: Porque ninguém quer pagar a conta. Veja agora, durante as negociações da Rio+20, mais uma vez os países mais ricos não querem bancar um fundo destinado ao meio ambiente. Por seu lado, os países emergentes não querem assumir a responsabilidade de reduzir suas emissões de carbono. E nós todos não queremos abrir mão de consumir por consumir. Trata-se da necessidade de uma mudança cultural e de reconhecermos que os recursos do planeta são finitos e que, ao adiarmos a solução da questão ambiental, estamos adiando uma crise ainda mais grave e com custos inimagináveis.
CanalRh: O que significa, exatamente, o conceito de negócios sustentáveis? Ainda persiste a ideia de que ser sustentável significa imprimir poucos documentos e colocar o monitor em descanso quando não utilizado?
Mattarozzi: Negócios sustentáveis são mais do que isso, mas têm uma definição simples: produzir ou prestar um serviço levando em consideração os aspectos econômicos, sociais e ambientais. É fazer negócios dentro do conceito conhecido como Tripple Bottom Line (TBL): profit, people and planet (lucro, pessoas e planeta). As empresas precisam inovar, deixar de pensar somente no curto prazo e ter uma visão de perenidade dos seus negócios. Quem não tiver essa visão vai perder mercado ou vai ser engolido pelas empresas que desde já praticam o conceito do TBL.
CanalRh: Qual a principal demanda das empresas que te procuram para estruturar negócios sustentáveis?
Mattarozzi: Independentemente do estágio que cada empresa está no tocante à incorporação da sustentabilidade à estratégia de negócios, a principal demanda é relativa à mudança cultural. Isso significa inserir ou reforçar a sustentabilidade no DNA das empresas e quebrar eventuais resistências internas quanto a essa decisão estratégica.
CanalRh: Quais as dificuldades que as companhias enfrentam para serem sustentáveis?
Mattarozzi: É justamente promover uma mudança na cultura da empresa. É fazer com que todos os seus colaboradores e demais stakeholders estejam conscientes e engajados na realização de negócios com sustentabilidade. É preciso quebrar o tabu de que não basta ter lucro e pensar somente no curto prazo.
CanalRh: O que é uma liderança sustentável?
Mattarozzi: Liderança sustentável é um agente da transformação capaz de promover a mudança cultural. Um líder sustentável tem sempre em mente o seu legado: a herança que deixará para o futuro da empresa, da sociedade e das próximas gerações.
CanalRh: As novas gerações de executivos estão chegando ao mercado com mais consciência em relação à sustentabilidade?
Mattarozzi: Por iniciativa própria, alguns executivos das novas gerações têm mais consciência em relação à sustentabilidade. Esses têm um diferencial em relação à maioria dos executivos que chega ao mercado ainda com o conceito do business segundo o paradigma vigente.
CanalRh: Então as instituições de ensino não incorporaram a sustentabilidade de fato?
Mattarozzi: Incorporaram de forma relativa. O mundo acadêmico também precisa passar por uma mudança cultural. Isso está começando em algumas escolas de negócios, mas é necessário avançar muito. O desafio é semelhante ao que ocorre nas empresas.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Integração de espaços: tendência de centros de compras

Fonte: DCI


Os shopping centers (malls) brasileiros devem se adequar às novas exigências do consumidor moderno. É o que afirmam representantes de empresas como a Jerreissati Centros Comerciais e a Saphyr. Parte dessas adequações vem de tendências internacionais recém-informadas pelo International Council of Shopping Centers - RECon, evento ocorrido em Las Vegas (EUA). Fora do Brasil, o conceito de power center ganha força. São gigantescos espaços que agregam mais de uma operação de shopping, completados por espaços de entretenimento em que o destaque fica por conta do grande espaço a céu aberto. Espaços assim são consolidados nos EUA, no Canadá e no México, por exemplo, e têm surgido no Brasil como uma possibilidade forte de o setor se moldar à nova demanda de consumo.

Segundo Eduardo Oltramari, diretor-executivo do Shopping Total, localizado na Região Sul do País e de propriedade da Porto Shop S.A., acredita que, tantos os administradores quantos os lojistas desse nicho devem buscar formas diferenciadas de atrair um público ainda maior aos malls brasileiros. "Essas tendências vindas da RECon mostram que o consumidor está mais exigente. Devemos lembrar que estamos falando de um mercado com mais de 80 mil lojas em operação, e que tem, por dia, um público de 300 milhões de consumidores circulando pelos corredores."
Ainda segundo experiência de Oltramari, esse tipo de empreendimento é utilizado, além do propósito comercial, como fonte que auxilia a revitalização dos grandes centros. "Anteriormente esses espaços [centro das cidades] contavam com incentivo que atraía a população", diz.

A tecnologia também deve ser aliada desses empresários. No exterior, os consumidores são informados a todo momento sobre a programação cultural desses malls, assim como dicas de promoções que são recebidas por meio de tablets e de smartphones com acesso à Internet.

"A tecnologia será a maior aliada do varejo nos próximos anos", explica Oltramari. No Brasil a tecnologia está em processo de se concretizar por meio da Multiplan, uma das líderes do segmento no Brasil. A inserção virá com salas de cinema em 5 D e, num futuro não muito distante, telas interativas também poderão surgir nos shoppings brasileiros.

Outro fato importante é ressaltado por Paulo Stewart, presidente da Saphyr. Segundo o empresário, as constantes mudanças no jeito de se fazer varejo no País é que impulsionam os novos investidores. "O varejo se modifica a cada dia, e isso é uma das belezas do nosso negócio", afirma

Coisinhas que fazem nossas profissões e carreiras!

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.administradores.com.br

"Nessa geração competitiva, onde os valores da criatividade são tão exaltados devemos atentar ao novo, que até pode ter como base as melhorias do velho, mas que nunca deve ser um disfarce do que já foi feito". (Sérgio Dal Sasso)

Num mundo tão recheado por opiniões, por informações, às vezes é muito fácil você desenvolver o que não representa exatamente o que pensa. Muitas vezes, muitas pessoas não produzem tudo o que podem, apenas utilizam o que os outros já fizeram, mapeando e complementando artificialmente suas produções, distorcendo o próprio esforço daquele que realmente pensou, se expôs e assumiu os riscos das suas ideias.

Nessa geração competitiva, onde os valores da criatividade são tão exaltados devemos atentar ao novo, que até pode ter como base as melhorias do velho, mas que nunca deve ser um disfarce do que já foi feito. O que não se pode é deixar a própria evolução de lado ficando apenas pelos rabiscos das ideias e pelos sonhos de visões futuristas, afastando-se do fazer em razão dos medos que geram os desvios dos riscos pelos que se acredita.

O mercado de eventos, particularmente no segmento de palestras voltadas às empresas e carreiras, é realmente complexo do ponto de vista dos contratantes.

A pergunta que sempre esbarra por parte dos solicitantes, vem da dúvida entre o capitalizar seu capital humano para que se sinta motivado ou de buscar e contratar profissionais que tenham condições (por experiência) de agregar mais conhecimentos e fórmulas que possam acrescentar modificações, para que adicionem evoluções ao desempenho progressista das organizações.

Em resumo, pesa o conceito e sonho de se ter sempre um mercado mais próximo, junto a uma equipe que crie produzindo a arte de demonstrar suas inovações em equivalência para atender e satisfazer seus clientes atuais e futuros.

A motivação é algo que se define por se conquistar a integração do lado interno, para que se possa compartilhar o esforço diante dos resultados, tendo como consequência direta a evolução e valorização individual e coletiva. Não existe motivação sem que se faça o que tem que ser feito pela evolução combinada sistemicamente entre pessoas, métodos e tecnologia.



Sérgio Dal Sasso: empresário, consultor, palestrante e escritor

Administração, empreendedorismo, gestão e negócios

www.sergiodalsasso.com.br (Serviços Consultivos)

www.nodepano.com.br (Atividade empresarial)

Clientes e a evolução das respostas!

Autor: Sérgio dal Sasso
Fonte: www.administradores.com.br

"Vivemos em um mercado saturado de coisas idênticas que oferecem os mesmos atributos e justificativas, que quando adicionados com a falta de preparação e estímulos, quase sempre leva-nos a achar que preços e prazos fundamentam as regras dos negócios". (Sérgio Dal Sasso)

A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte, dentro da parte das necessidades ainda faltantes dos seus mercados.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser adotado para formar percepção de credibilidade e conjunto por parte do consumidor. Não se vende na abordagem, na entrega, e nem na extensão da garantia fornecida. Se vende quando adotamos políticas que identificam antecipadamente soluções anti-problemas, orientações e assistências contínuas.

O poder da captação e permanência dos clientes está na forma compartilhada de como interagimos com o mercado, incluindo paciência e determinação nas pré-fases dos que estão consultando e dos que estão sentido ausências pelo que estão recebendo.

As respostas dos modelos que sabem reter e adicionar conquistando graus de satisfação, não são milagrosas, pois independem somente do mapeamento dos planos de negócios e suas teses lógicas.
A respostas do que queremos e precisamos incluem necessariamente as presenças ativas do item comprometimento humano e os mecanismos e recursos táticos que aproximem os colaboradores do praticar além do básico, incluindo seu encaminhamento pelos investimentos no treinar, estimular, e recompensar para garantir sua participação evolutiva.

Sérgio Dal Sasso é empresário, palestrante e escritor
www.sergiodalsasso.com.br
www.nodepano.com.br

terça-feira, 5 de junho de 2012

Administrando eventos, treinamentos e conhecimento...

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br


 O mercado de eventos, particularmente no segmento de palestras voltadas às empresas e carreiras, é realmente complexo do ponto de vista dos contratantes.


A pergunta que sempre esbarra por parte dos solicitantes, vem da dúvida entre o capitalizar seu capital humano para que se sinta motivado ou de buscar e contratar profissionais que tenham condições (por experiência) de agregar mais conhecimentos e fórmulas que possam acrescentar modificações, para que adicionem evoluções ao desempenho progressista das organizações.

Em resumo, pesa o conceito e sonho de se ter sempre um mercado mais próximo, junto a uma equipe que crie produzindo a arte de demonstrar suas inovações em equivalência para atender e satisfazer seus clientes atuais e futuros.


A motivação é algo que se define por se conquistar a integração do lado interno, para que se possa compartilhar o esforço diante dos resultados, tendo como consequência direta a evolução e valorização individual e coletiva. Não existe motivação sem que se faça o que tem que ser feito pela evolução combinada sistemicamente entre pessoas, métodos e tecnologia. (Por Sérgio Dal Sasso)





www.sergiodalsasso.com.br (Serviços consultivos)
www.nodepano.com.br (Sócio executivo)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sonhando com o empreendedorismo!

Autor: Sérgio Dal Sasso


A regra é básica:

- Ter equilíbrio para suportar os altos e os baixos do mercado, animando-se nos tempos fartos e superando-se quando em frente às dificuldades, e tudo isso sem perder seu sono e a incorporação do lazer, pois a saúde e felicidade andam juntas para suportar os desafios.

- Ter visão clara do que se quer fazer e do como (Estratégia), adicionando um planejamento que tenha condições de ser desenvolvido dentro da realidade da sua capacidade para executá-lo, profissionalmente e financeiramente.

- Entender que todo o negócio depende de clientes e que estes possuem formas diferentes para perceber e despertar interesse ao que você faz. Afinal, dos oito aos oitenta anos, dos seus e dos outros, tem-se "n" formas para estabelecer contatos e sermos considerados receptivos, importantes, parceiros e amigos.

- Nunca esperar uma semana para decidir algo, pois fazendo na frente de certo estamos aprendendo a antecipar o que os outros ainda nem pensaram.

- Amar a sua família entendendo que ela é composta dos parentes, amigos e parceiros e que dependem do seu esforço pelas atitudes, para garantir o grau de aproximação, retenção e troca de valores pelos interesses comuns.



Boa semana a todos!
Sérgio Dal Sasso
administração, empreendedorismo, negócios e vendas