Palestrante Sérgio Dal Sasso

domingo, 28 de setembro de 2014

Em busca de bons vendedores!




Reportagem: Carina Locks - Jornal Exclusivo

Lojista precisa qualificar e capacitar equipe para nivelar pelo alto o padrão dos colaboradores

Ter bons profissionais na equipe de vendas faz toda a diferença para o empreendedor. Além de contribuírem para o crescimento do negócio, eles facilitam a vida do dono da loja. Mas conseguir bons colaboradores não é tarefa fácil, principalmente em um mercado competitivo, no qual há grande disputa entre os melhores profissionais. Embora seja comum, no comércio varejista, um vendedor destacar-se na equipe, especialistas alertam para o perigo de investir em apenas um talento. O ideal é identificar este funcionário modelo e trabalhar para tentar nivelar os demais. Assim, evita-se grande dor de cabeça caso o único vendedor que obtém resultados satisfatórios se afaste da empresa.

Mesmo frente à incerteza de fidelidade do funcionário, é fundamental investir em treinamento e deixar claro para o profissional que se destaca, sua importância para a loja. “O empreendedor tem que ser louco o suficiente para treiná-lo para que, no futuro, o funcionário seja, talvez até, o seu concorrente”, provoca o consultor e palestrante em gestão empresarial e empreendedorismo, Sergio Dal Sasso (São Paulo/SP).


Valor

Mesmo que o funcionário modelo ignore o seu próprio valor no mercado, mais cedo ou mais tarde ela tomará conhecimento da sua importância. Caso se sinta desvalorizado e perceba que suas chances de crescimento são pequenas, provavelmente irá procurar um emprego no qual possa ser reconhecido. Por isso, o mais indicado é valorizá-lo, seja dando-lhe oportunidade de opinar sobre as decisões ou melhorando a remuneração.

Segundo Feil, o profissional valoriza reconhecimento, ambiente de trabalho e possibilidade de crescimento antes do salário. “Portanto, o empreendedor precisa dedicar-se ao exercício da liderança, criando um clima de cooperação nas equipes, sem perder a competição saudável”, ensina. Gerar formas de capacitar, escolher pessoas de confiança e competência na mesma proporção, para que se crie ambientes profissionais, mas de relacionamento aberto e afetivo. Estes fatores farão com que os melhores colaboradores queiram estar nesta loja e realizarem seus planos de crescimento. “Todos queremos ser importantes. Na medida certa, esta demonstração faz diferença se percebida pela equipe”, afirma Feil.

Retorno

Dal Sasso destaca a importância do treinamento conjunto, direcionado a toda a equipe, e de um plano de carreira. Propor novos desafios também é positivo, principalmente para as novas gerações, que normalmente rejeitam a monotonia. Para ele, um profissional modelo dá retorno quantitativo e qualitativo ao negócio. O primeiro refere-se à rentabilidade final, derivada de vendas, enquanto que o segundo tipo de retorno está ligado à sua participação com ideias e com a satisfação que ele tem em sentir-se valorizado.

As empresas devem primar por ter pessoas com um elevado padrão de trabalho, atendimento e comprometimento, pois, de acordo com Feil, a diferença está na pessoalidade e nas táticas de cada profissional. “O cliente deve perceber claramente que há um formato pelo qual a empresa se guia e é seu padrão de qualidade”, ressalta ele. Para isso, também é necessário realizar qualificação do atendimento e acompanhamento das atitudes pessoais.

Especialistas defendem que é bem mais caro não treinar, o que resulta em deixar de vender e enfraquecer o negócio como um todo. “É preciso mesclar os perfis, mas nivelar o time por cima, exigindo que também os vendedores busquem seu auto desenvolvimento, invistam em seu potencial e se tornem mais cobiçados”, ensina Feil.

Se o sucesso depende de boas ideias, Feil lembra que também são necessários planos para realizá-los. “Para isso, fundamentalmente, necessitamos de pessoas: cobiçadas, diferenciadas e também de alguns carregadores de piano, mas excelentes carregadores. Precisamos de gente que saiba se auto gerenciar, que queira mais de si e do mundo.”
Sérgio Dal Sasso é empresario, palestrante, escritor e consultor em Administração, empreendedorismo, gestão de negócios e vendas.




www.sergiodalsasso.com.br (serviços consultoria)
www.nodepano.com.br (indústria de bolsas e acessórios em tecido)


sábado, 20 de setembro de 2014

Evolução Profissional: investimentos e resultados (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

“Para crescer aprenda a selecionar o tudo que já fizemos e deu certo, acumulando na forma de expertises, o seu lado conscientemente competente para selecionar as chaves que abrirão as portas do seu futuro” 

Todo ciclo, para que seja contínuo, é formado por começos e equilíbrio para os recomeços. A evolução sempre dependerá de visão e ajustes para que os resultados continuem trazendo progresso as nossas vidas. No mundo, onde as mudanças se fazem para garantir que as novidades possam influenciar nos interesses dos outros, estamos todos pelo descobrimento de novas garantias para que os espaços criados continuem sendo percebidos e necessários.

A vida sempre nos valorizou pelo conhecimento, mas o que antes tínhamos como diferencial, hoje é essencial como ponto de partida das conquistas, e nisso, vale sempre pensar sobre qual é o objetivo de cada coisa que vamos nos dedicar a aprender e a sua relação com o lado prático que possa influenciar na própria técnica e produtividade.

Diria que hoje o valor de um profissional é a conjugação da profundidade da sua visão geral, sem a perda das suas especialidades que despertaram os pontos fortes da sua habilidade e atuação. Quase nunca seremos vistos por sabermos fazer de tudo, mas por sermos importantes na construção do todo.

Enquanto os custos são resultados inerentes de uma qualidade renovadora do que conseguimos bolar e criar, os valores são as bases da nossa própria medição de importância como profissionais bem vistos e posicionados no mercado. Do mesmo modo que uma empresa de sucesso é medida pela qualidade do como faz para manter e ampliar sua participação de mercado, um profissional bem sucedido é valorizado pela capacidade de construir sua marca própria na frente dos meios que representa, e nisso mesmo quando sua competência interna é bem quista, seu valor maior sempre será medido pela forma do como os meios externos o consideram pelo desempenho. Estar e viver para o mercado é tudo de importante!

Na rota por valores que agregam vêm à forma do como entendemos a importância de saber vender o que representamos fazendo valer o esforço da evolução técnica, por um envolvimento útil e confortável, que reúna acréscimos de quantidade com a capacidade contínua de ofertar algo que estabeleça as parcerias, acima dos clientes.

No mais, quando construímos as referências estamos expandindo as próprias possibilidades, pelo fato de que todo o empenho em fazer melhor do que o estabelecido, de alguma forma, expande o crescimento das atenções.

No caminho da evolução o que vai pesar a favor, sempre será o rendimento pelo aproveitamento do que conhecemos e conseguimos transformar em utilidade, quando da busca pelo que ainda está faltando, suas necessidades e o que podemos contribuir para preencher os vazios com a nossa própria marca.




Sérgio Dal Sasso, empresário, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras.





segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A arte das diferenças na gestão de negócios e vendas (Palestrante Sérgio Dal Sasso)



A grande teoria dos negócios e vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que e do como vamos ofertar, através das descobertas de oportunidades e espaços não trabalhados adequadamente nos mercados similares.
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.
A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor. Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.
O que define uma boa venda de um produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.
A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.
O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigirão um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.
Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.
Um pós-venda deverá estar envolvido de muito treinamento e velocidade,  para que a capacidade de agir esteja em sintônia com um tempo que antecipe às necessidades, para que a criatividade das soluções sejam traduzidas com efeitos inovadores, bem distantes de serem considerados ultrapassados ou insatisfatórios diante das solicitações dos nossos mercados mais exigentes.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE PROFISSIONAL (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Como a motivação deve ser implantada no ambiente profissional?

Não existe uma regra especifica que defina a formação de equipes motivadas, já que esse estágio é dependente da integração e adaptação do grupo a cultura de cada organização. Abaixo coloco algumas variáveis que determinam essa evolução dentro das organizações.

a) Todo processo de conquista depende do relacionamento inter e intra-ambiente. Devemos eliminar os conflitos internos, direcionando o potencial das equipes para o esforço comum e participativo no sentido de entender e criar soluções de mercado pelo mercado, evitando concorrências internas, formando um ambiente de troca entre os colaboradores.

b) Treinar pessoas significa nivelar os conhecimentos do grupo com ênfase em uma maior possibilidade de acertos para geração de resultados. Resultados quando participados, criam satisfação pessoal, estimulando o aprendizado e conscientizando a dependência e necessidade dos trabalhos de equipes.

c) Os ganhos das empresas devem sempre ter a sua parte proporcional e variável, na forma qualitativa e quantitativa, revertida aos seus colaboradores. Assim o estímulo ao desafio deve ter seu lado prático e serem sabiamente mensurados e valorizados, impulsionando os que diretamente ou indiretamente atuam pelo negócio.

d) Modelos que motivam procuram reunir seus valores humanos em todas as fases do negócio, valorizando o conhecimento tanto nas participações estratégicas, como nas táticas.



Por Sérgio Dal Sasso


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Empresas e a gestão das dificuldades (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Se caso a empresa passar por uma crise futura e tiver que tirar isso dos funcionários, como será a reação dos mesmos? E como a empresa deve reagir?


Sérgio Dal Sasso - Nossas metodologias e valores devem ser transparentes. O principio numero um da organização é o lucro, e para conquistá-lo temos que criar a formulas de envolvimento e utilização das equipes. 
O jogo que integra as pessoas tem a ver com regras claras, que definam auto-avaliações dos seus membros e o próprio entendimento das necessidades que os fazem presentes como colaboradores. 
Dessa forma a transparência e regras do jogo devem estar condicionadas aos resultados e as próprias metas vinculadas a eles, onde todos devem ter ciência que o clima favorável depende das conquistas a eles vinculadas.
A reação da empresa nesse caso deve envolver os que ficam, sem deixar de auxiliar os que vão, dentro de um entendimento racional visando à aceitação pelos critérios que envolveram os ajustes internos.

Fonte: Motivação, equipes & negócios 
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domingo, 7 de setembro de 2014

Networking é fator de empregabilidade (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


Nota: Entrevista Sérgio Dal Sasso e José Augusto Minarelli para o portal da FEA-USP - Faculdade de Economia e Administração. Jornalista Responsável: Elea Cassettari


Com a crescente competitividade profissional, os quesitos que impulsionam uma pessoa a ser bem-sucedida vão muito além da formação acadêmica e cultural. Uma das ferramentas com cada vez mais importância para determinar novas oportunidades de carreira é a rede de contatos ou networking.

Sérgio Dal Sasso, formado em Administração pela FEA-USP, hoje educador profissional, afirma que a partir da década de 90, o mercado passou a exigir mais produção em menos tempo, o que pede uma maior e melhor integração entre os profissionais. Por causa disso, um bom relacionamento interpessoal se tornou essencial para o desenvolvimento de qualquer carreira.

Para ele, o networking começa desde antes da faculdade, quando uma boa rede é medida pela quantidade de contatos que alguém possui. Com o passar dos anos, o fator quantidade muda para qualidade. "O objetivo final é ter a maior quantidade possível de contatos com qualidade", afirma Dal Sasso.

A importância do networking vai além, como lembra José Augusto Minarelli, orientador profissional, que ressalta que hoje isso é um dos fatores de empregabilidade. "A partir de sua rede, você recebe novas informações, fica sabendo sobre eventos, compra e vende serviços, recebe e dá indicações", explica.

Segundo Minarelli, mais essencial que expandir sempre uma rede de contatos é sua manutenção feita em momentos posteriores ao primeiro encontro com o profissional. Para isso, deve-se mostrar ao contato que ele é valorizado, pois "a valorização da fonte faz com que ela se sinta bem para aconselhar, indicar e informar". Além disso, ele frisa que o fato de que todos os contatos são muito importantes, independentemente do nível sócio-econômico e profissional de cada um.

Há quem considere o networking uma prática exploratória usada por pessoas interesseiras. Tanto Dal Sasso quanto Minarelli, porém, ressaltam que a rede é uma troca de conhecimentos e favores entre indivíduos: as duas pessoas se beneficiam na relação e costumam ter um real interesse uma pela outra. "A grande vantagem do networking é que você dá e recebe ajuda gratuitamente", diz Minarelli, enquanto que Dal Sasso lembra que "estar sozinho é ter mais riscos".

Uma das dicas que os dois profissionais deram para expandir a rede profissional é identificar onde estão as pessoas certas e participar desse meio, tanto pessoal quanto virtualmente. Para um primeiro contato, Minarelli aconselha fazer uma abordagem "simples, educada e direta", além de apresentar um cartão de visitas com nome, profissão, telefone e e-mail para a pessoa ter acesso ao profissional.

A Internet contribui hoje para trazer mais possibilidades de contatos, como lembra Dal Sasso. "É preciso ser participativo em fóruns de discussão e puxar as pessoas interessantes para perto de você. Só assim é possível construir um diferencial competitivo para oportunidades futuras de carreira", explica.

Outro ponto essencial para expandir uma rede de contatos é o profissional variar o grupo de pessoas com quem convive e buscar se apresentar a desconhecidos. Caso contrário, como afirma Minarelli, as pessoas tendem sempre a permanecer junto aos mesmos contatos. "É importante sempre conhecer pessoas novas. Quem conhece mais gente tem mais possibilidades", afirma.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

LEMBRANÇAS DE UMA ÉPOCA (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

LEMBRANÇAS DE UMA ÉPOCA...

Em um passado não muito distante precisávamos de muito pouco para ser felizes, coisas do tipo, comprar produtos naturais na feira, almoços com a família no domingo, piquenique na praia, uma única TV para a família, um par de conga ou "Kichute", uma calça "USTOP" e tudo tava feito para a garantia da felicidade.

Do passado vem as lembranças boas dos bons tempos, empinar pipa, rodar pião, jogar futebol com a turma da rua, os bailinhos da turma e coisinhas que até hoje se mantém em alta, tipo o meu bom e velho skate "HANG TEN", que para matar a saudade dos cinquentões segue inteirinho na foto abaixo.(Sérgio Dal Sasso)


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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

CRISES INTERNAS E EXTERNAS (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


CRISES INTERNAS E EXTERNAS...

A crise tão mensurada pelos veículos da mídia é fato, mas em tudo tem os que ganham e os que perdem. Ficar muito antenado nos fatos que assistimos e que também sentimos é tão dispersante e preocupante como justificar seus erros pelos outros ou se considerar o tal quando do bônus da vitória, pois em nenhum desses casos você deixará de ser incluído dentro da parcela que responde.

De um jeito ou de outro no instantâneo desse mundo não vamos ter tempo sobrando para esperar o ganha-ganha, ganha-perde, perde-perde e por isso é bom pensar que somos parte do todo, enquanto as palavras que definirem a sua importância estiverem pelo compartilhar e trabalhar para se sentir fazendo. 

Olhe para o que faz incluindo mais seguranças as suas bases e sustentações, assim o tempo será muito mais produtivo, favorecendo a saúde e reduzindo os gastos com remédios. 


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CAPACITAÇÃO PELA COMPETÊNCIA (Palestrante empresário Sérgio Dal Sasso)

Estar preparado facilita o entendimento das mudanças, capacita o seu crescimento pela construção de parceiros sólidos e focados, estabelecendo a segurança e a autoconfiança por um qualificado relacionamento interno e com o mercado. (Sérgio Dal Sasso)




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terça-feira, 2 de setembro de 2014

A PONTE PARA O EMPREENDEDORISMO (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

"Podemos conseguir o que desejamos, mas somente quando ajudamos aos outros a obter o que desejam. Nunca devemos iniciar nada pela espera de recompensas instantâneas, pois por tabela quando amamos algo, este dependerá sempre da dedicação pela construção da ponte entre o que gostamos e os nossos objetivos." (Sérgio Dal Sasso)



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