Palestrante Sérgio Dal Sasso

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Brasil: Dívida é das maiores entre os emergentes

Fonte: Agência O Globo
Autor: Martha Beck


O Brasil é um dos que têm a maior divida entre paises emergentes, segundo ranking do FMI. A dívida total é de 67,2% do PIB e perde apenas para Hungria e Índia, em 27 países pesquisados. A China, por exemplo, tem apenas 20% do PIB, e o Chile, 4,4%. A capitalização do BNDES, nos últimos meses, agravou o problema, alertam analistas.


Débito público do Brasil é o 3º maior entre países em desenvolvimento, diz FMI, com risco para equilíbrio fiscal

OBrasil está entre os países emergentes com dívida mais elevada. Um ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI) com 27 economias mostra que o país só perde para Hungria e Índia. Enquanto a dívida bruta total do setor público brasileiro atingirá 67,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) em 2010, segundo projeções do FMI, a húngara chegará a 78,9% e a indiana, a 79%. Já no Chile, será de 4,4% do PIB e, na China, 20%. O elevado patamar do endividamento no país tem levado analistas a alertarem para o risco de que esse indicador possa prejudicar o equilíbrio fiscal do país a longo prazo.

O maior problema, segundo especialistas ouvidos pelo GLOBO, está no fato de a dívida bruta ter subido significativamente entre 2008 e 2009 devido, principalmente, a uma operação para capitalizar o BNDES em R$100 bilhões. Embora o objetivo dessa medida tenha sido promover os investimentos num momento de crise, Felipe Salto, economista da consultoria Tendências, destaca que ela tem um custo elevado. Isso porque os recursos que o Tesouro Nacional injetou no banco de fomento têm um custo de captação maior (com base na taxa básica Selic) do que a remuneração que será paga pela instituição (baseada na Taxa de Juro de Longo Prazo). Atualmente, a Selic está em 10,25% ao ano, enquanto a TJLP corresponde a 6% ao ano.

- A operação do BNDES envolve um subsídio. Num momento de crise, ela tinha algum sentido, pois o crédito estava restrito. Mas já estamos num processo claro de recuperação e, mesmo assim, o governo capitalizou o banco novamente em R$80 bilhões em 2010. Os recursos do Tesouro não são infinitos - disse Salto.

Ele projeta que a dívida bruta brasileira fechará o ano em 63,7% do PIB. A metodologia para o cálculo do endividamento utilizada tanto pelo governo quanto pelos analistas é diferente da utilizada pelo FMI. Nas estatísticas oficiais do governo, a dívida subiu de 57,9% para 62,8% do PIB entre 2008 e 2009. Já o conceito de dívida líquida desconta do total bruto todos os créditos que o setor público tem a receber.

Para os técnicos da área econômica, no entanto, não há desequilíbrio no endividamento brasileiro. Embora tenha havido uma expansão no ano passado, o quadro é controlado e pode ser revertido. Segundo a equipe do Ministério da Fazenda, os maiores impactos no estoque vieram da compra de reservas internacionais, da realização de operações compromissadas pelo Banco Central para enxugar a liquidez do mercado e das operações de capitalização de estatais, particularmente o BNDES.

- No entanto, a compra de reservas e as operações compromissadas são ações totalmente reversíveis, sobre as quais o governo tem controle. Um avanço nesse sentido foi o aumento do compulsório, que já reduz a necessidade de operações compromissadas. Já a capitalização do BNDES foi uma ação pontual para ajudar o país a reagir aos efeitos da crise mundial - disse um técnico, destacando que a injeção de recursos do banco teve como efeito a volta do crescimento e dos investimentos no país.

O economista-chefe do banco ABC Brasil, Luiz Otávio Leal, lembrou que os países ricos, mais afetados pela crise do que os emergentes, também têm apresentado aumento da dívida bruta. Mas essas são economias que passam por um desaquecimento que justifica ações de estímulo à atividade econômica.

- Esse não é o caso do Brasil. Na hora em que acabar a orgia fiscal no mundo, os analistas vão começar a olhar com cuidado os indicadores e querer saber porque a dívida bruta está subindo no Brasil - disse Leal.

Um relatório recente da agência de classificação de risco Fitch destaca que os estímulos dados à economia por meio do BNDES impedem "uma redução mais rápida da carga bruta da dívida pública, acima de 60% do PIB, e bem acima da média dos países na categoria "BBB" (grau de investimento) nos últimos dez anos, de 35%".

FMI eleva previsão de expansão do Brasil

Estudo do economista-chefe do Santander, Alexandre Schwartsman, mostra que os aportes no BNDES vêm tendo impacto nos desembolsos do governo com juros. Segundo os dados, no terceiro trimestre de 2003, esses gastos correspondiam a 9,5% do PIB, relação que caiu para pouco menos de 5% no terceiro trimestre de 2009. A partir daí, e mesmo com a Selic estável a maior parte do tempo, os pagamentos subiram para 5,4% do PIB em maio, num fluxo de 12 meses, último dado divulgado pelo Banco Central (BC).

De 2008 para cá, os financiamentos feitos pelo BNDES cresceram vertiginosamente. Neste período, os empréstimos do governo ao BNDES passaram de 0,5% para mais de 6% do PIB. Em abril passado, o BC passou a elevar a taxa básica e isso também tem afetado o pagamento de juros. Boa parte da dívida está relacionada à Selic e a expectativa do mercado é que ela encerre o ano acima de 12%. Em maio, a dívida líquida do setor público estava em R$1,371 trilhão, ou 41,4% do PIB. Procurado ontem, o Tesouro não quis comentar o assunto.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu para cima suas previsões de crescimento econômico para o mundo, com destaque para o Brasil. Segundo a mais recente versão do relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado ontem, o PIB mundial crescerá 4,6%, ante a previsão de 4,2%, feita em abril. Para 2011, a expansão fica inalterada em 4,3%. Para o Brasil, a revisão para 2010 avançou 1,6 ponto percentual, de 5,5%, em abril, para 7,1%. Para 2011, a previsão é de avanço de 4,2% no PIB brasileiro, aumento de 0,1 ponto percentual em relação à projeção anterior.

Como torturar pessoas usando o Power Point

Fonte: Portal administradores
Autor: Leandro Vieira

Criado para facilitar a vida de milhões de pessoas necessitadas de um suporte para as suas apresentações acadêmicas, comerciais e corporativas, o PowerPoint acabou se tornando um verdadeiro instrumento de tortura.

Fãs de Bill Gates, tenham calma! Eu explico.

O problema, como sempre, não é a ferramenta, mas o uso que se faz dela. A maior parte das pessoas utiliza o PowerPoint como uma bengala em suas apresentações. As razões podem ser diversas: insegurança, medo, despreparo, vontade de surpreender a plateia com os "efeitos especiais", deslumbre com o programa, e por aí vai. A bronca é que, sem o bendito PowerPoint, adiós apresentação.

O modo mais comum de tortura é rechear os slides com texto. O apresentador, com medo de não lembrar o que veio falar, entope os slides com um milhão de frases. Para completar, ignora o público à sua frente e lê o que está escrito no telão. Pobre plateia.

Utilizar o clipart do Windows é um dos clichês. Sempre em busca do caminho mais fácil, o torturador não pensa duas vezes antes de inserir aquelas imagens batidas em sua apresentação.

Outra estratégia torturante é o uso de bullet-time, aquele efeito irritante que faz as frases deslizarem na tela. A cada tópico lido pelo palestrante, uma nova frase faz sua entrada triunfante da esquerda para a direita (ou de baixo para cima, ou rodopiando, ou piscando...). Os mais empolgados ainda utilizam o pacote de sons do aplicativo:

"as vendas do primeiro semestre de 2010 superaram em 6% as do mesmo período do ano passado". POW! (barulho de disparo de revólver);
"Em contrapartida, fomos obrigados a reduzir nossa margem de lucro em 3,29%" SCRINNNCHHHH! (carro freando);
"Dessa forma, para a nossa empresa decolar, minha proposta é de expandirmos nossa atuação para o estado vizinho" PLAC! PLAC! PLAC! (som de aplausos. Do programa, é claro.).

Fale a verdade: você já viu esse filme antes, não viu?

Estamos buscando alguém versado na arte da tortura. Você sabe usar PowerPoint?

Sons, imagens, vídeos e outros recursos multimídia, podem enriquecer - e muito - uma apresentação. Mas o seu uso deve ser, apenas, para apoiar a mensagem do apresentador - e nunca para o apresentador se apoiar em seu uso.

Não quero bancar o sabichão. Eu mesmo já fui um exímio torturador com o PowerPoint. Minhas apresentações seguiam o mesmo roteiro que acabei de descrever. Fui melhorando com o tempo; à medida que me sentia mais seguro para passar minha mensagem, comecei a abrir mão do copy+past de texto nos slides, e passei a utilizar uma abordagem muito mais clean, muito mais simples e harmoniosa.

Ao mesmo tempo em que pode servir como um terrível instrumento de tortura, o PowerPoint pode ser a ferramenta ideal para ajudá-lo a fazer uma apresentação fantástica e memorável.

Observe como Seth Godin, Chris Anderson, Steve Jobs e outros mestres jedis na arte de encantar plateias utilizam slidewares como o PowerPoint, Keynote ou similares. Cada um tem seu estilo e personalidade na hora de contar histórias. O que suas apresentações têm em comum é, justamente, a utilização de slides simples, pouquíssimo texto, imagens marcantes e design de impacto.

Em se tratando de apresentações, menos é mais. Acredite.

E você, já torturou alguém ou foi torturado por PowerPoint? Comente suas experiências mais abaixo! Até a próxima!

Dica de leitura:

Apresentação Zen, de Garr Reynolds. Sem dúvidas, o melhor livro sobre a arte de fazer apresentações que já tive o prazer de ler.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Empresas precisam integrar Inteligência, marketing e vendas

Fonte: Meta Análise
Autor:Luciana Robles

Embora ainda trabalhem de maneira unilateral, as empresas brasileiras já enxergam benefícios com a integração das ações, o que mostra a evolução da Inteligência Empresarial no Brasil.

Hoje, muitas práticas de Inteligência Empresarial em Marketing e Vendas vêm sendo utilizadas pelas empresas brasileiras, como gerenciamento de projetos, mapeamento de mercado, segmentação de clientes e o uso do CRM.

Por outro lado, práticas mais analíticas e avançadas, como cenários e análise win/loss de clientes, são utilizadas em menor grau pelas empresas no Brasil, embora sejam importantes para identificar oportunidades de negócio e na tomada de decisão tática e estratégica.

As conclusões são do relatório gerencial sobre o uso das práticas de Inteligência Empresarial e de Colaboração em Marketing e Vendas, realizada pela aliança entre a Revie, consultoria especializada em Inteligência Empresarial e Estratégica, e a MBI, empresa especializada em informações mercadológicas.

De acordo com o estudo, quanto à Inteligência Competitiva, práticas como o gerenciamento de projetos já estão consolidados no mercado brasileiro, sendo que 57% dos entrevistados responderam fazer algum tipo de gerência nos projetos de IC. Já na Gestão de Clientes, o gerenciamento de projetos foi mencionado por apenas 43% dos entrevistados.

Neste contexto, Daniela Ramos Teixeira, diretora da Revie, explica que o principal erro que as empresas cometem é trabalhar as frentes de marketing e vendas, ou seja, produtos e serviços, parceiros e Inteligência Competitiva de forma unilateral, sem integração. “Quando a empresa consegue unir essas frentes em um trabalho conjunto, ganha o cliente, ganha o parceiro e ganha a empresa. A relação que predomina é win-win (ganha-ganha) e os resultados começam a aparecer”, diz.

No entanto, embora ainda trabalhem de maneira unilateral, as empresas já enxergam benefícios com a integração das ações, o que, para Daniela, mostra a evolução da Inteligência Empresarial no Brasil para Marketing e Vendas.

Dentre os principais benefícios com a integração das ações apontados pelos entrevistados está: acelerar oportunidades de negócios, identificar leads mais qualificados e posicionar a empresa de forma mais competitiva.

O estudo ainda identificou que as empresas no Brasil estão em níveis diferentes em Inteligência Empresarial. Assim “cabe à gestão identificar se a empresa já está preparada para trabalhar com técnicas e práticas de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) ou se a necessidade atual gira em torno de entregas mais simples como mapeamento e monitoramento de mercado”, diz Roberto Carlos Mayer, diretor da MBI.

Tecnologia

Quanto às principais tecnologias implementadas nas empresas, os resultados mostram que a maioria das companhias no Brasil já possui uma intranet (81%).

Quando falamos de soluções de Business Intelligence, apenas 43% afirmaram que esta plataforma já está totalmente implementada na empresa. “Neste caso, é a infraestrutura de Business Intelligence que foi lembrada, ou seja, extração, data warehouses, data marts e ferramentas para gerenciamento da informação e análise de dados, como o data mining”, lembram os especialistas.

No entanto, para os próximos anos, aumenta o interesse das empresas pelo software de BI, fator que também impulsionará a Inteligência Empresarial no Brasil.

A pesquisa contou com a participação de 84 empresas (grandes e PMEs) dos setores de Tecnologia da Informação, indústria, serviços e infraestrutura. Os respondentes são, na maioria, profissionais das áreas de Marketing, Vendas e Negócios, principalmente gerentes e diretores.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Reconhecendo o Terreno

Fonte: GS&MD
Autor: Marcelo Waideman


Com a divulgação da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), o IBGE trouxe à tona preciosas informações sobre o cenário de consumo e renda no país, usualmente coletadas com amplos intervalos de tempo – como exemplo, o último estudo foi realizado entre os anos de 2002 e 2003. A POF é um minucioso estudo abordando a origem e o destino da renda nas regiões do país e classes de renda, oferecendo uma visão ampla sobre o universo do consumo brasileiro.

No que diz respeito aos rendimentos, a média brasileira no período foi de R$ 2.641,63. No entanto, fica latente o fosso existente entre as regiões do país: enquanto a renda média no Sudeste se aproximou de R$ 3,2 mil, na região mais pobre, o Nordeste, ficou pouco acima da metade disso: R$ 1,7 mil. A propósito, nessa região, 22,5% dos rendimentos médios se originam por meio de programas de transferência de renda – nenhuma outra região tem tamanha dependência. Fica assim confirmada, com números, a percepção da importância de programas de transferência, como o Bolsa-Família, na região.

Pelo lado das despesas, Habitação (35,9%), Alimentação (19,8%) e Transporte (19,6%) representam os maiores gastos dos consumidores. Em relação ao levantamento anterior, Habitação e Transporte assumiram pesos maiores no orçamento das famílias, enquanto alimentação segue em queda. Boa parte desse recuo pode ser atribuída ao maior consumo de alimentos fora de casa: no início da década, 24,1% das despesas com alimentação eram realizadas fora de casa; no levantamento atual, esse percentual chegou a 33,1%. Algumas discrepâncias regionais no perfil do consumo podem ser observadas também. No Norte e Nordeste, Alimentação e Vestuário são mais representativos nos gastos dos consumidores que nas demais regiões. Já nas demais regiões, os gastos com Habitação são mais pesados nos orçamentos familiares.

O cenário de consumo brasileiro é algo que deve ser observado com mais e mais atenção, seja no aspecto quantitativo, como é o caso da POF; seja no qualitativo, buscando compreender através de pesquisas qual a preferência do consumidor por determinado produto ou serviço em detrimento de outro. O país deve crescer em marcha acelerada nos próximos anos, acarretando mudanças socioeconômicas com maior ou menor intensidade entre as diversas regiões e classes econômicas. Apenas um bom produto não basta: as companhias vencedoras devem se posicionar para compreender o potencial de mercado e quais as necessidades e aspirações dos consumidores para direcionar suas estratégias.

Brasil tem primeira pós-graduação em educação financeira

Fonte:DISOP

O mercado para profissionais especializados em educação financeira já está consolidado no país. O número de empresas, escolas e instituições que buscam esse tipo de diferencial é crescente, enfrentando em contraponto a escassez de pessoas capacitadas.

Para suprir esse espaço a Faculdade de Ciências Gerenciais -Escola Internacional de Negócios, em parceria com o Instituto DiSOP de Educação Financeira, lança o curso de Pós-Graduação (Lato Sensu) em Coaching Financeiro: Educação Financeira.O curso é o primeiro do país, alçando o tema a um novo patamar, que permite a real possibilidade desses profissionais mudarem sua situação financeira e também de outras pessoas .

O objetivo do curso é, em suas 360 horas, aperfeiçoar e passar conhecimentos em gestão de finanças pessoais e empresariais, com ênfase na análise dos aspectos comportamentais e sociológicos. E tem como objetivos específicos:

• Formar profissionais para educação financeira;
• Formar e preparar consultores para atuar em finanças, considerando-se as características empresariais e pessoais;
• Desenvolver a capacidade analítica e empreendedora para potenciais investidores;
• Possibilitar o alinhamento do planejamento pessoal financeiro ao projeto de vida e ser uma pessoa capacitada em finanças pessoais.

O curso tem como coordenadores dois profissionais de renome no mercado, José Carlos Marion e Reinaldo Domingos. Marion é professor de finanças e contabilidade, autor de mais de 30 livros na área contábil-financeira e pesquisador na área de Contabilidade Mental (Finanças Comportamentais). Domingos é presidente do Instituto de Educação Financeira DISOP, Educador e Terapeuta Financeiro, Mentor da Metodologia Comportamental DiSOP de Educação Financeira e autor dos Livros Terapia Financeira e O Menino do Dinheiro.

Outras informações sobre o curso e matrículas podem ser feitas na FCG Business School (Av. Jundiaí, 1465, Jundiaí, telefone (11) 4522-2212) ou no Instituto DISOP (Av. Paulista 72, 12º. Andar - Conj. 1210 - São Paulo, telefone (11) 3177-7800)

Serviços:
Duração do curso: 10 meses (mais um trabalho: plano de negócios ou planejamento financeiro)
Horário: das 8:30 às 17:30 horas.
Calendário: 36 sábados alternados
Investimento: 13 parcelas de R$ 423,00*
* Há Bolsa/desconto para professores de ensino fundamental, médio e superior
Local: Faculdade de Ciências Gerenciais - Escola Internacional de Negócios
Av. Jundiaí, 1465- Primeiro prédio a direita na entrada de Jundiaí na Via Anhanguera

Combatendo o Analfabetismo Financeiro nas escolas

Fonte: DISOP
Autor: Reinaldo Domingos


Hoje a taxa de endividamento no país atinge índices absurdos, e os dados que nos passam se referem apenas às dividas que são possíveis mensurar (crediários, bancos, cartão de crédito, financeiras, governos...). Mas, esse número aumenta muito se pensarmos que existem ainda as pessoas que devem para amigos, colegas e parentes, sem contar os agiotas.

Esse dado mostra um quadro muito grave que atinge a maior parte de nossa população, o analfabetismo financeiro. Esse tipo de analfabetismo atinge os mais variados níveis de nossa população, não fazendo distinção de grau de escolaridade, classe social ou religião, e ele é caracterizado por pessoas que não tem a menor noção de como funciona as questões cotidianas das finanças pessoais.

São as pessoas que pagam a parcela mínima do cartão e acham isso normal, não possuem controle sobre o que gastam durante um dia e muito menos no mês, acreditam que apenas o fato de pagar as dividas que possui lhe dá segurança, entram no cheque especial como se isso fosse um valor incorporado em sua renda, compra sem pesquisar, não se preocupa com seus rendimentos futuros, entre outras várias ações que geram o descontrole e o endividamento.

A culpa desse quadro de analfabetismo financeiro, como no analfabetismo em geral, não é da pessoa que sofre esse problema e sim de todo nosso sistema educacional. Neste caso por não disponibilizar na grade curricular das escolas esse tema. O que mais me espanta é que nossas autoridades ou mesmo lideranças ligadas a educação não se atentam a importância que esse tema tem, às vezes percebo que parece até mesmo heresia para alguns falar sobre isso, como se não vivêssemos em um mundo onde, querendo ou não, o dinheiro é fundamental em praticamente tudo o que fazemos.
Um fato inegável é que, cada vez mais cedo, as pessoas estão tendo contato com o dinheiro, assim se torna simples a aplicação desse tipo de educação em nossas escolas, pois, se apega em algo que tem relação ao nosso cotidiano.

É fundamental ter em mente que não adianta combatermos o endividamento das pessoas depois que esse se consolidou, temos que ter em mente que isso só será solucionado com uma ação educativa preventiva. Muito dos problemas sociais que enfrentamos em nosso país como a violência e a miséria poderiam ser reduzidos com uma população mãos educada financeiramente.

Recentemente, com o desenvolvimento da Metodologia DiSOP, venho conquistando algumas vitórias no combate ao analfabetismo financeiro e tenho percebido que os resultados são muito positivo para as pessoas que estão preparadas para lidar com o dinheiro. Contudo, o caminho é muito mais amplo, sendo que, enquanto a educação financeira não for incluída em todo nosso processo educacional problemas financeiros de fácil solução, continuarão se transformando em dívidas que causam diversos problemas. Será que isso interessa à alguém?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Tendência dos jovens à informalidade requer adaptação dos chefes

Fonte: Canal RH
Autor: Daniela Lessa


A informalidade da geração Y está mudando o perfil de relacionamento dentro das empresas e exigindo adaptação por parte de executivos mais experientes. Entre os especialistas de Recursos Humanos, em empresas ou consultorias, há os que defendem o estilo informal dos profissionais mais jovens e os que criticam seus excessos em termos de linguagem falada e escrita, vestuário e desatenção à hierarquia. No entanto, o fato é que o futuro se escreve com Y, pois os trainees de hoje serão os CEOs de amanhã.


A diretora Executiva de Recursos Humanos do Grupo Santander Brasil, Lilian Guimarães, é uma das que vê na abertura dos jovens profissionais e na facilidade que têm para falar o que pensam aspectos extremamente positivos. “O que há é um aprendizado de todos para deixar fluir essa informalidade e aproveitar o que ela tem de melhor”, afirma. Segundo ela, o problema não é atitude da geração X, Y ou dos Baby Boomers especificamente. O que está ocorrendo é que essas gerações, tão diferentes entre si, estão sendo obrigadas a conviver ao mesmo tempo no mercado de trabalho, cada qual com suas referências, suas histórias e valores geracionais próprios.


Em relação à informalidade, Lilian comenta que os mais jovens receberam uma educação mais permissiva e para eles não há problema nenhum interpelar qualquer chefe para dar sua opinião ou expor uma ideia. “Eles aprenderam que o chefe fala e eles também têm o direito de se colocar.” Para ela, isso não é desrespeito. Lilian leva bem o jeito descontraído de falar, escrever e se vestir dos trainees, desde que haja o respeito no sentido amplo, desde que as pessoas saibam se comportar considerando as demais.


Um caso que ela comentou ilustra bem a informalidade dos novos profissionais que chegam ao mercado e dão pista do que os gestores terão de enfrentar nos próximos anos. Certa vez, um jovem profissional pediu para conversar com Lilian, que tem um alto cargo na empresa, sobre uma dificuldade que estava tendo na sua gerência e a conversa começou assim: “Cara, eu não aguento essa gerente”.


O fato é que Lilian não achou a atitude desrespeitosa, mas acredita que a situação não só revela a informalidade típica da geração como também demonstra a impaciência que também é típica. “O comentário sobre outro profissional foi espontâneo, mas será que ele parou para analisar o contexto e a situação da pessoa em relação ao fato que comentava?”, questiona.


Lilian observa também que um fator que influi bastante nas diferenças geracionais é a relação com a tecnologia e a tendência a resolver tudo por e-mail, de forma rápida, prática e impessoal. “Hoje o pessoal está perdendo o hábito de se relacionar olho no olho, o que é uma forma muito mais rica de conviver.”


Chamar de senhor, não


Juliana Guariente, com 24 anos, trainee da Diretoria de Marketing e Clientes da AES Eletropaulo, é um símbolo da geração Y. Perguntada sobre como vê a carreira, quais seus objetivos e o que planeja para o futuro, responde: “Quero um crescimento rápido, trabalhar em uma empresa que valorize o funcionário, ofereça treinamentos, tenha um bom ambiente de trabalho e horários flexíveis”.


Ela acredita, de fato, que pode contribuir com a empresa e costuma dar sua opinião quando acha necessário. “Inclusive já fiz isso com o presidente da empresa em um café da manhã que ele realizou com o grupo de trainees”, afirma Juliana, reconhecendo que não tem certeza se essa abertura seria diferente em outras empresas ou cargos, afinal, no programa de trainees, os jovens têm acesso à alta gerência de forma habitual. Para ela, esse contato com os executivos é um dos aspectos positivos do programa da AES para os iniciantes.


Quanto à linguagem, ela demonstra que a tendência é a informalidade. Aqui no Brasil, Juliana não chama nenhum profissional de senhor, por exemplo. “Tenho um tratamento formal, mas não tanto assim”, informa. Segundo ela, o grau de formalidade depende muito da cultura da empresa e que não pega muito aqui no Brasil, já que ela nunca usou esse tipo tratamento em suas outras experiências profissionais na Microsoft, Sky e na MZ Consult. Nos Estados Unidos, entretanto, onde trabalhou como recepcionista, confessa: “Levei uma bronca de uma secretária americana quando não chamei o chefe dela de senhor e o sobrenome dele quando telefonei para ele.”


Comprovando outros traços de personalidade da geração Y, Juliana informa que prefere fazer as coisas por e-mail porque é mais rápido e assim tem como fazer mais coisas ao mesmo tempo. No entanto, ela admite que nem tudo pode ser resolvido dessa forma e que, muitas vezes, as conversas presenciais são mais eficientes. Ainda assim, acredita que é preciso escolher bem os temas das reuniões para que não sejam improdutivas.


Tatuagem escondida


De acordo como Sidnei Oliveira, consultor em gestão empresarial e desenvolvimento humano essa geração não reage muito bem a estrutura rígidas e inflexíveis e a informalidade é uma forma de se manifestar contra isso. “Eles não são muito sensíveis a hierarquia e rompem mesmo”, comenta. Oliveira, autor do livro Geração Y – O Nascimento de uma Nova Versão de Líderes (Editora Integrare), ressalta que essa atitude não é deliberadamente arrogante. Na verdade, os Ys são muito focados nos resultados e, eventualmente, nem percebem que estão infringindo o código corporativo ao ir direto ao líder superior ao seu chefe imediato para falar de uma ideia. “Para eles, se o resultado será mais rápido e eficiente se falarem direto com quem resolve, eles vão fazer isso.”


O vestuário inadequado é outra questão que tem a ver com esse foco nos resultados. Enquanto para os profissionais de outra geração a vestimenta é um aspecto importante no ambiente de trabalho, os mais jovens só consideram esse fator estético se ele tiver impacto no resultado. “Para os Ys, não faz sentido ir de terno e gravata para trabalhar no computador e então eles vão ao trabalho de jeans e camiseta porque se sentem mais à vontade”, comenta Oliveira.


O escritor lembra ainda, que nessa questão da imagem, há alguns modismos da geração Y que agride bastante os mais velhos: tatuagens e, principalmente, alargadores de orelha. “Tem gestores que não aceitam esse visual em suas empresas e outros que criam políticas específicas do tipo: você pode tatuar o braço inteiro, mas tem que vir de camisa de manga comprida.”


Há limites


Para a gerente da Área de People & Change da KPMG no Brasil, Gisleine Camargo, é fato que os profissionais da geração Y são mais seguros de sua capacidade, menos apegados à empresa e por isso mais incisivos ao expor limites às regras que aceitam ou não. E isso evoca, nos mais experientes, a comparação com seu próprio comportamento. Segundo Gisleine, muitos afirmam: “Quando eu era estagiário ou trainee, não me comportava dessa forma.” No entanto, ela concorda com Lilian e afirma que o bom líder é aquele que sabe tirar proveito dos aspectos positivos dos profissionais e limitar os excessos.


Em relação à linguagem, a consultora afirma que qualquer profissional precisa saber se comportar de acordo com o local e alinhar o discurso para que conquiste credibilidade e respeitabilidade na empresa. Ela também observa que o vestuário precisa ser adequado ao ambiente de trabalho e ao setor de atuação. Um outro aspecto importante é a comunicação por e-mails. Segundo Gisleine, gírias e abreviações podem ser aceitas até pelo chefe, mas a comunicação com um cliente precisa de maior formalidade.

Para Flávia Leão, consultora do Hay Group, a liberdade de comunicação é, de fato, um aspecto positivo da geração Y. “As pessoas não ficam travadas por causa da hierarquia”, comenta. Essa atitude, porém, pode provocar reações diferentes em executivos superiores, uma vez que alguns a vêem como uma contribuição para a empresa e outros como ameaça. De qualquer forma, adverte a consultora, o movimento atual é de compreender a nova geração, aproveitar o que tem de melhor no seu perfil e ajudar os profissionais a encontrar certos limites para se adequarem melhor às empresas.


Jane Souza, consultora do Grupo Soma, lembra que os profissionais da geração Y não se vêem como informais ou invasivos. Para eles suas atitudes são normais, são as que aprenderam. A consultora observa, ainda, que os jovens de hoje são, em geral, bons profissionais e, embora tenham fama de pouco comprometidos, acabam por contribuir para a boa qualidade do ambiente profissional, uma vez que buscam equilíbrio entre a dedicação à vida profissional e pessoal.

Mais clareza

A nona edição brasileira da pesquisa sobre o comportamento dos jovens realizada pela Cia de Talentos, e divulgada ontem, entretanto, mostra que os recém-chegados ao mercado de trabalho se sentem mais preparados para o que vão enfrentar. Dos 45 mil respondentes, entre 21 e 24 anos, 86% se dizem melhor preparados os desafios. O acesso mais fácil ao estágio, diz Sofia Esteves, da DMRH e Cia de Talentos, está formando mais rapidamente esses jovens talentos. "Eles chegam ao mercado com mais clareza sobre o que as empresas esperam deles", assegura.

Um bom ambiente de trabalho também é decisório para a escolha da empresa onde pretendem trabalhar, segundo dados da pesquisa. Os jovens escolhem ainda uma empresa em função das possibilidades de desenvolvimento profissional, da qualidade de vida e de crescimento. Também estão de olho na boa imagem que essa empresa tem no mercado.

A boa situação do Brasil no cenário econômico está influenciando os motivos de escolha dos jovens. De acordo com a pesquisa, o jovem já não pensa mais em fazer uma carreira internacional. Espera sim ter uma experiência de trabalho no exterior, mas deseja retornar ou permanecer no país de origem. Ao contrário de alguns anos anteriores, os respondentes demonstraram interesse em desenvolver suas carreiras no Brasil. E a retenção desses talentos também começa a ser um fator que talvez ajude o RH a recuperar o sono perdido. Uma boa porcentagem tem planos de permanecer por mais de 20 anos na empresa. As mudanças estão ai, e envolvem todas as cinco gerações que atuam hoje no mercado de trabalho. Não é um privilégio dos jovens. É um aprendizado comum.

Google: o cliente mais exigente do mundo

Fonte: Metaanalise
Autor: Thiago Bacchin


Apesar de você nem percebê-lo, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. E o problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.

Há um ano, discorri nos eventos, rodas de network e reuniões que passei, sobre como obter mais resultados com menos (ou o mesmo) investimento, já que estávamos em clima de crise mundial, que felizmente passou distante do mercado de marketing online ou, pelo menos, das agências e veículos com mídias de performance.

Doze meses se passaram e é gratificante perceber o número de empresas tradicionais que estão transpondo barreiras culturais, investindo pesado na reformulação de seus sites e lojas virtuais, para entrar na disputa da atenção dos consumidores, que estão cada vez mais tempo conectados.

Mas também é triste constatar que, mesmo quem está entrando por último (pra valer) na Internet, ainda comete os mesmos erros dos primeiros: ignoram o seu principal cliente, o Google.

Sim, o Google é um cliente da sua empresa. Pode se tornar o principal cliente de toda sua empresa. Impossível? Vamos lá.

Apesar de você nem percebê-lo no dia-a-dia, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. É um cliente super assíduo, visita seu estabelecimento virtual todos os dias, muitas vezes diversas vezes ao dia.

E cada vez que ele visita seu site, ele faz questão de examinar dezenas ou até centenas de produtos disponíveis nele. Um por um.

Ele tenta entender para que serve cada produto, analisa a quantidade de informações que você possui e avalia se você oferece informações relevantes ou simplesmente dados que ninguém, literalmente, procura. Nem seu cliente mais assíduo consegue manter essa frequência de visitas diárias para saber o que tem de novo.

O Google é o cliente mais exigente que você possui. E ele quer ser seu amigo.

Apesar disso, ele nem reclama quando sua filial na web não está atendendo aos padrões de qualidade que ele determina. Até porque seu site passou pelo crivo dos clientes internos, ou seja, aqueles que serão responsáveis pela sua manutenção – sua equipe de TI, Marketing, Comercial e tantas outras áreas – e foi feito por uma agência renomada. O site também foi aprovado pelos clientes externos, os reais clientes e consumidores dos produtos e serviços da empresa.

O problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.

Se você começar a tratar o Google bem, ou seja, ter atenção, cuidado e respeitar os padrões de qualidade que ele recomenda e necessita, aos poucos ele começará a simpatizar com o seu site.

E quando algum dos milhões de usuários perguntarem ao Google onde comprar um produto ou serviço, ele pode começar a indicar sua empresa nos resultados de busca.

Mas se você for uma empresa realmente bacana e fizer sucesso com seus outros clientes, os de carne e osso, e estes falarem bem de você por aí, o Google vai gostar ainda mais de você.

Você pode se tornar um dos sites mais indicados pelo Google para dezenas, centenas, milhares de perguntas sobre onde comprar produtos e serviços. E ele fará isso de graça.

Milhares, milhões de clientes potenciais encontrarão suas páginas. Suas vendas online terão um crescimento significativo. As vendas “off-line” também irão crescer, afinal, muita gente ainda usa a Internet para pesquisar e comparar preços e, só depois disso, ir à loja escolhida fazer a compra.

Mas amizade e confiança não se compram, se constroem com o tempo. Apenas com o tempo. A relação, quando bem construída, pode durar por muito tempo. Tudo depende se você vai dar atenção e carinho a este cliente tão exigente e tão rentável.

Para a maioria dos grandes varejistas online, como a americana Zappos, a busca orgânica representa a principal fonte de tráfego e receita do site, com ROI incomparável, conforme me informou pessoalmente Matt Burchard, Diretor de Marketing, em uma visita à Zappos no final de 2009. No Brasil isso não é diferente, mas ainda há muito terreno para ser explorado.

Para ficar bem posicionado nos resultados orgânicos do Google, Yahoo!, Bing e demais buscadores da Internet, é fundamental que o site atenda a mais de uma centena de critérios técnicos.

Assim como uma loja física precisa atender a muitos requisitos técnicos importantes, na web não é diferente, só mudam os tipos de recursos utilizados. A diferença é que se você atender a esses requisitos no seu site, boa parte da sua receita e rentabilidade acontecerão sem a necessidade de 1 Real de investimento em mídia.

Para ilustrar o potencial de resultados, citarei três casos de sucesso onde irei preservar os nomes dos clientes por questões estratégicas dos mesmos. O primeiro trata-se de um grande varejista brasileiro que, sabendo do potencial das buscas orgânicas, queria aumentar a receita originada dessa fonte.

Com foco na correção dos inúmeros aspectos técnicos que o Google considera para melhorar o posicionamento de um site, após 6 meses de projeto a loja virtual teve um incremento de 196% de visitas da busca orgânica, crescimento de vendas de 165% e um ROI acumulado de R$120, ou seja, para cada R$1 investido na consultoria do Projeto de SEO, retornou R$120 em vendas. Um ROI praticamente obsceno.

No setor de serviços, uma grande imobiliária investiu na ampliação da sua amizade, que já vinha de longo prazo com os robôs do Google. Menos de 1 ano depois, conseguiu dobrar as visitas que chegam não só através do Google, mas também do Yahoo! e Bing.Na indústria, onde poucas empresas estão atentas para a Internet, um grande grupo em seu segmento precisava comunicar sua liderança e diferenciais ao mercado através do posicionamento do site nos mecanismos de busca e por méis das palavras-chave que remetem às suas soluções. Conseguiu incríveis 775% de aumento nas visitas ao site num período de 8 meses de projeto de SEO.

Explore mais e entenda o potencial do SEO (Search Engine Optimization) da sua empresa, claro, se você quer vender mais e contar com um ROI insuperável.

*Thiago Bacchin é Presidente do DBG - Digital Branding Group e CEO da Cadastra, agência de Search Engine Marketing focada em Performance online.