Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 25 de março de 2013

Como evitar os “micos”, quando da busca por um bom palestrante?


1) Em primeiro lugar devemos pensar sobre o objetivo da contratação, que pode ser para complementar uma comemoração ou para adicionar conteúdo e conhecimento visando criar melhorias de processos.

2) Tanto para objetivos comemorativos, como o de necessidades técnicas é preciso pesquisar adequadamente o perfil e histórico do profissional, da mesma forma como fazemos quando da contratação de um novo colaborador, exigindo todo o seu histórico para que se comprove de fato a sua experiência e domínio da sua especialidade, digo domínio incluindo a sua vivência e experiência atual para demostrar a própria visão atualizada em relação à realidade e comportamento dinâmico do mercado, pois qualquer profissional que atua nesse mercado de palestras necessariamente deve conhecer como funciona e o que é possível de fato ser usado na prática no dia a dia operacional. Complementando a sua contratação deve-se atentar a pesquisa diante da sua comprovação histórica, buscando a certificação da sua formação acadêmica e profissional que justificaram a sua atividade expositiva, assim como, exigir fontes confiáveis e documentais que ofertem bases para a segurança dos propósitos do evento, evitando o risco de quebra de imagens frente a sua base de públicos a serem atingidos, sejam internos ou externos.

3) Um bom palestrante deve ofertar subsídios de garantias a sua performance acima do tempo da sua apresentação, propondo sempre um espaço adicional para que entre "perguntas e respostas" venha a complementar as dúvidas e adições específicas diante das necessidades do seu público. 

4) É sempre importante entender que uma palestra, não resolve os problemas de ninguém, ela tem por objetivo ofertar direções, e como tudo nesse mundo, resultados serão consequências da qualidade das ideias apresentadas versus a aceitação e aprovação do contratante, para que diante disso possa de alguma forma contribuir para os avanços das organizações e seus colaboradores.

5) Investimento: quando se busca alguma forma de treinamento e se tem como foco o aprimoramento dos seus colaboradores, nunca devemos atentar as questões isoladamente, como por exemplo, decisões em cima de preços praticados entre os profissionais que estão sendo cotados, pois com em tudo no mercado existem opções que sempre são proporcionais ao valor da “marca” de cada um. O que deve pesar quando estamos querendo transferir evolução ao que fazemos é a produção do enriquecimento e melhorias, procurando formatar um equilíbrio, tanto no emocional, como no racional das pessoas. O que nunca podemos pensar quando estamos buscando por qualidade, é decidir pela aquisição de um “Lada”, por não querer investir para ser um “BMW”, pois nossas seguranças estão nas atitudes e decisões que afastem compras que nos exponham a riscos "tipo gato por lebre" e suas consequências negativas diante do objeto e intensão da contratação.

6) Conclusão final: todo profissional que atua com palestras deve ser visto e reconhecido como um professor, que acima de tudo tenha história contínua na sua área de atuação. A sua capacidade expositiva deve por obrigação reter a atenção do público, pela qualidade, experiência e segurança do seu conhecimento e utilidade das suas apresentações.
 
 
 
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quarta-feira, 20 de março de 2013

As marcas de valor no varejo brasileiro 2013

Nota: O que define o valor de uma marca é forma do como ela consegue satisfazer suas relações junto aos seus fornecedores, colaboradores, de forma a conquistar credibilidade como referência nas decisões de compras dos seus produtos e serviços. Um adicional representativo e contemporâneo para se validar esse valor é a forma sustentável, transparente e ética do como a empresa seleciona e se relaciona como seus parceiros e sua contribuição em valores junto a sociedade.(Sérgio Dal Sasso)
 
Tema: As marcas mais valiosas do varejo Brasileiro em 2013
Fonte: Exame
 
A Natura é a marca mais valiosa do varejo no país, com valor de quase 4 bilhões de dólares, segundo o relatório anual Best Retail Brands 2013 (melhores marcas de varejo), da consultoria internacional de branding Interbrand.
O estudo, divulgado hoje, traz pela primeira vez marcas brasileiras. O ranking prossegue com a Renner, quase oito vezes menor que o primeiro lugar, e avaliada em 500 milhões de dólares. O primeiro lugar mundial é do Walmart, com valor de marca de 141 bilhões de dólares.
 
Entre os critérios de avaliação, a consultoria observa o monitoramento das necessidades dos consumidores, cultura de resposta eficiente e experiência de marca, entre outros. Clique nas imagens para ver a lista completa das varejistas mais valiosas do país.
 
1º. Natura - 3,9 bilhões de dólares
Com uma assinatura simples para sua marca (“bem estar bem”), a Natura consolidou-se como referência no setor de cosméticos, apoiada em produtos ligados à sustentabilidade e em sua constante renovação de portfólio. Segundo o relatório, 67% da oferta da empresa foi renovada em 2012.
 
2º. Renner - 512 milhões de dólares
Com suas 11 marcas privadas de lyfestyle e duas de acessórios e cosméticos, a varejista de moda apurou satisfação com experiência de compra em 96% dos seus 22 milhões de consumidores, segundo o relatório. Para acompanhar a demanda, a companhia expandi-se para 176 lojas ano passado.
 
3º. Casas Bahia - 382 milhões de dólares
Top of mind na categoria desde 2006, a varejista de móveis e eletrodoméstico colhe os frutos do crescimento do consumo. A marca permanece a maior anunciante publicitária do país, com investimento de 3,5 bihões de reais em 2012.
 
4º. Lojas Americanas - 361 milhões de dólares
A imagem da companhia protagoniza grandes desafios recentes, como os problemas relatados na entrega dos produtos via e-commerce. A experiência física das lojas também não se destaca da concorrencia, destaca o relatório. A marca tem o desafio de reconquistar a confiança do consumidor e deve apostar num reposicionamento.
 
5º. Extra - 319 milhões de dólares
A cadeia de supermercados escolheu a estratégia de expandir sua presença através de diferentes formatos e tamanhos de lojas. Muito do seu crescimento recente pode ser conectado ao update em seu posicionamento de imagem, que tem procurado sair do apelo promocional para um território mais emocional - sinal de maturidade, afirma a consultoria.
 
6º.Hering - 212 milhões de dólares
Uma das marcas mais genuinamente nacionais, a a empresa teve o crescimento mais expressivo do ranking. Com um aumento de valor de marca de 86% no último ano, a Hering também é uma das poucas grandes varejistas que cria, fabrica e vende exclusivamente os seus produtos, destaca a Interbrand.
 
7º. Pão de Açúcar - 187 milhões de dólares
2012 foi um ano turbulento para o Grupo Pão de Açúcar, e a rede de supermercados homônima recebeu boa dose do impacto. Ainda assim, no que diz respeito à relação com o publico, houve dados marcantes de crescimento - Taeq e Qualitá, marcas próprias, aumentaram vendas em 14% ano passado, afirma o relatório.
 
8º. Havaianas - 167 milhões de dólares
A marca, que cresceu exportando brasilidade e apostando em variedade de produtos, redefiniu uma categoria e garantiu presença global (agora vendida em mais de 60 países), destaca a Interbrands. De acessório simples à ícone de moda, a empresa viu as vendas de lojas próprias cresceram 35% ano passado, com 249, ao todo, no território nacional.
 
9º. Pontofrio - 147 milhões de dólares
Ao longo da sua história, a varejista mudou de posição várias vezes, mas agora tenta estabilizar-se no segmento premium. Deixando de lado o slogan ”Tudo de melhor pelo melhor preço", em 2012 a companhia finalizou sua reformulação de marca adotando o mote “Viva a inovação”.
 
10º. Magazine Luiza - 136 milhões de dólares
Com seu plano de expansão enérgico, 129 novas lojas nos últimos dois anos, a empresa colhe os frutos da expansão do consumo nacional. A iniciativa da criação de lojas virtuais colaborativas, que permite aos consumidores criarem suas próprias lojas do Magazine Luiza nas redes sociais, ajudou a marca a conquistar espaço no terreno digital, diz a pesquisa.
 
 
 
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segunda-feira, 11 de março de 2013

Empreendedorismo: processos e negócios

Nota do consultor:
 
Existem "n possibilidades" para o desenvolvimento de uma atividade comercial, mas o que pesa nas decisões, precede as pesquisas e os resultados dos estudos. Um negócio bem sucedido, não pode apenas se basear nos grandes cases de sucesso, mas dentro do ponto de partida das possibilidades de cada um. Dentro dessa visão o início é saber se sozinho preenchemos as condições de sucesso no empreendimentos, e em proporção a isso, verificar a formação de um conjunto adequado que permita que a objetividade das ações venham a ser traduzidas em exitos. Vale pensar que todos os canais são importantes, mas quais serão os passos e os momentos adequados para que cada implantação seja efetivamente válida e sustentável.(Sérgio Dal Sasso)
 
Abaixo destacamos, através de um artigo publicado pelo "Jornal O estado de São Paulo", mais uma possibilidade adicional a quem de fato pretende entrar diretamente nas atividades comerciais, sem aquela visão de que no dia seguinte tudo estará pago e que magícamente a vida estará resolvida.
 
Sistemas de negócios - Franquias em quiosques
  
Apesar de ainda ter pouca representatividade no franchising, os quiosques seguem em expansão no País. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), os quiosques ainda representam 0,1% do faturamento do setor. Mas é fácil encontrar uma unidade em shoppings, faculdades, centros comerciais e hipermercados.
 
Entre as redes que trabalham com quiosques, 62,1% atuam no segmento de alimentação. Esporte, saúde, beleza e lazer estão empatados com acessórios pessoais e calçados, com 14,6%. A vantagem de uma franquia de quiosque está no investimento inicial, menor do que se comparado a uma loja convencional. Já o alerta é para o valor do aluguel e contratos de curto prazo.
 
O McDonald´s lidera o ranking com o maior número de quiosques, com 692 unidades. Em segundo lugar aparece a rede Bob´s, com 447, seguida do O Boticário (293), Ambev (263) e Chilli Beans (194). As dicas para quem pretende abrir uma unidade envolvem pelo menos quatro pontos.
 
O primeiro é a análise da experiência da rede em operações com quiosques. o segundo é a escolha do ponto. É importante avaliar o fluxo de pessoas em horários diferentes. Outro fator importante é o suporte dado pela rede em caso de ordem de mudança do ponto de venda. A quarta dica é manter um bom relacionamento com as administradoras dos centros comerciais para se antecipar a eventuais problemas.
 
:: Confira dez redes que trabalham com o modelo de quiosques ::
Quiosque Chopp Brahma - 9 metros quadrados
Investimento total estimado: a partir de R$ 80 mil
Taxa inicial de franquia: R$ 60 mil
Faturamento médio: R$ 40 mil
Royalties: 12% do volume da Ambev
Fundo de promoção: 5% do volume da Ambev
Prazo de retorno: a partir de 18 meses
Site: 
http://ambev.com.br/pt-br
 
 
Empada Brasil - quiosque com área mínima de 7,5 metros quadrados
Capital para investimento: R$ 72,7 mil
Faturamento médio: R$ 22 mil
Royalties: valor fixo mensal, equivalente a receita de 200 empadas
Prazo médio de retorno: 24 meses
Site: 
http://empadabrasil.com.br
 
Nutty Bavarian - quiosque de amêndoas e castanhas glaceadas
Faturamento médio mensal: R$ 28 mil
Retorno: 6 a 18 meses
Taxa de propaganda: 3%
Taxa de royalties: 8%
Capital para instalação: não exige
Taxa de franquia: R$ 70 mil a R$ 80 mil
Capital de giro: R4 8 mil a R4 10 mil
Investimento: R$ 78 mil a R$ 90 mil
Site: 
www.nuttybavarian.com.br
 
Contém 1g
Investimento (quiosque): R$ 167 mil (fora o capital de giro)
Capital de giro: R$60 mil
Taxa de franquia: R$ 15 mil (quiosque)
Taxa de royalties: 20% já incluídos no valor do produto para ambos
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 45 mil
Lucratividade: 12% a 20%
Retorno do investimento: 24 a 36 meses
Informações: 
www.contem1g.com.br
 
Cacau Show
Investimento inicial: R$ R$55 mil
Equipamentos: instalações a partir de R$ 18 mil
Prazo de contrato: 30 meses
Prazo médio de retorno do investimento: até 24 meses
Capital de giro: R$ 25 mil
Site: 
www.cacaushow.com.br
 
Imaginarium
Taxa de franquia: R$ 5 mil
Projeto arquitetônico: R$ 1,5 mil
Instalação: R$ 2 mil o metro quadrado mais R$ 300 (comunicação visual - metragem mínima de 12 metros quadrados)
Equipamentos: R$ 10 mil
Estoque inicial: R$ 35 mil a preço de custo
Capital de giro: R$ 8 mil
Uniformes para equipe de vendas: R$ 250
Publicidade: a critério do franqueado
Total: R$ 84.050
Site: 
www.imaginarium.com.br
 
Açaí no Ponto
quiosque de 6 metros quadrados - projetado para ambientes de grande fluxo, com capacidade para três atendentes
Taxa de franquia: R$ 20 mil
Estoque inicial: R$ 35 mil
Marketing inaugural: R$ 5 mil
Equipamentos e utensílios: R$ 115 mil
Capital de giro: R$ 12 mil
Valor geral: R$ 187 mil
Site: 
www.acainoponto.com.br
 
Candice Cigar Co - rede de tabacarias especializada na venda de charutos cubanos
Investimento inicial: R$ 115 mil
Taxa de franquia: R$ 25 mil
Retorno: 12 a 18 meses
Site: 
www.candicecigarco.com.br
 
Chilli Beans
Taxa de franquia: R$ 20 mil
Investimento inicial em marketing: R$ 5 mil
Estoque inicial: R$ 70 mil
Mobiliário (sem frete): R$ 30 mil
Equipamentos: R$ 10 mil
Capital de giro: R$ 20 mil
Total: R$ 155 mil
Site: 
http://chillibeans.com.br
 
Mr. Pretzel
Projeto de instalações mais montagem: R$ 30 mil
Equipamentos: R$ 20 mil
Estoque inicial: R$ 5 mil
Capital de giro: R$ 5 mil
Total de franquia: R$ 20 mil
Total: R$ 80 mil
Site: 
www.mrpretzels.com.br
 
 
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