Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Gestão Brasil 2012 - Bases para planejamento

Para planejar é preciso ter as bases para evoluir dentro do que podemos esperar dos cenários econômicos. O otimismo ou pressimismo deve ser consequencia do quanto acreditamos no como esperamos fazer, mas o jogo e suas ações partem das coisas fortes que nos permitem reunir para agir a partir do hoje. (Sérgio Dal Sasso)


Fonte: Adriana Fernandes e Lu Aiko Otta / O Estado de S. Paulo


Com o crescimento econômico mais baixo do que o esperado em 2011, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já começou a traçar com sua equipe uma estratégia para acelerar a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,5% este ano, nível mínimo que cobra a presidente Dilma Rousseff.
Novas medidas voltadas para o estímulo ao crédito deverão ser acionadas mais uma vez para garantir um crescimento maior, sobretudo no segundo semestre deste ano.

Ainda tendo que lidar com fortes restrições no Orçamento, o governo também contará com as gigantes Petrobrás e Eletrobrás para ajudar no impulso do crescimento econômico. O presidente da estatal do setor elétrico, José da Costa Carvalho, por exemplo, anunciou que investirá R$ 13,3 bilhões este ano, 48% a mais do que em 2011.

O economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, também vê nas estatais um bom espaço para o governo federal aquecer a atividade econômica.

"A Eletrobrás está com os programas em dia, a Petrobrás está um pouco atrasada, mas as duas têm projetos prontos e fornecedores preparados", avaliou. "É questão de começar."

Concessões de aeroportos e rodovias federais, que não ocorreram no primeiro ano do governo Dilma, agora deverão sair do papel e desencadear investimentos no setor privado, segundo apostam economistas do governo. Os aeroportos de Viracopos, Brasília e Guarulhos deverão ser leiloados no dia 6 de fevereiro. Na próxima quarta-feira, será leiloada a concessão de um trecho da rodovia BR 101.

Entre os técnicos, há forte aposta também no setor da construção civil, animado pelo programa Minha Casa Minha Vida. Prejudicado em 2011 pela redefinição de critérios para as habitações, o programa deverá ganhar volume ao longo deste ano e ajudar a acelerar o ritmo de atividade econômica.

BNDES. Nos Estados e municípios, o governo espera uma reação mais forte dos investimentos no primeiro semestre. No fim do ano passado, a Fazenda autorizou um grupo de governadores a tomar novos empréstimos, no total de R$ 37 bilhões. São Paulo, por exemplo, ganhou um reforço de R$ 7 bilhões.

Se houver necessidade, não está descartado um novo reforço de caixa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao longo de 2012, além do empréstimo de R$ 10 bilhões que já foi anunciado para ser liberado no início do ano. Assim, haverá mais recursos para as empresas que queiram expandir sua capacidade produtiva.

O governo conta também com o efeito dos cortes de juros iniciados pelo Banco Central (BC) em agosto do ano passado. Nesse caso, paradoxalmente, o melhor cenário para o governo é uma recuperação mais lenta da economia mundial. Isso evitaria o risco de alta dos preços das commodities, que teria impacto sobre a inflação. Com a Europa crescendo perto de zero, os Estados Unidos na casa de 2% e China e Índia desacelerando, serão maiores as chances de a inflação brasileira fechar o ano na casa de 5%.

O aumento de 14% no salário mínimo e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos eletrodomésticos, medidas anunciadas em 2011, também surtirão efeitos importantes principalmente no início do ano, quando a economia estará mais desaquecida.

Frustração. A presidente Dilma está extremamente preocupada com o risco de o crescimento de 2012 novamente frustrar o governo como ocorreu no ano passado. O BC prevê uma alta de 3,5% do PIB este ano e a avaliação no governo é de que há riscos concretos de um resultado mais baixo, se não houver uma coordenação efetiva e "tempestiva" para impulsionar a atividade e evitar que investimentos privados sejam adiados por causa da possibilidade de um crescimento mais lento.

As perspectivas para o crescimento e a inflação num mundo em crise foram o tema da reunião convocada na quarta-feira passada por Dilma, que forçou ministro da Fazenda, Guido Mantega, a interromper um curto período de férias. Também participou da conversa o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Primeiro semestre. O governo trabalha com o cenário de um crescimento mais suave no primeiro semestre do ano. A expectativa é de que a taxa de juros possa cair para um patamar de 9,5% e, se possível, mais um pouco, para 9%. No segundo semestre, quando se espera uma parada da queda dos juros, a economia já estaria em ritmo mais acelerado, garantindo também uma arrecadação mais forte.

Essa visão é compartilhada por economistas do setor privado. Relatório divulgado pelo banco Itaú, por exemplo, diz que a economia brasileira estará crescendo a um ritmo superior a 5% no segundo semestre de 2012.

Mas, como a primeira metade do ano será ainda fraca, a taxa anual ficará em 3,5%.


Fonte: Adriana Fernandes e Lu Aiko Otta / O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A leitura e as transformações

Fonte: canal rh

"A leitura é a base da educação, é a chance que temos para enriquecer o pensar e assim se desenvolver para que a comunicação seja estabelecida em todos os níveis, com a qualidade de uma mente esclarecida, rica e sempre contemporânea". (Sérgio Dal Sasso)


Cientes de que os livros são a porta de entrada para o conhecimento, muitas empresas estão adotando programas de incentivo à leitura, contribuindo para o aprimoramento profissional e pessoal dos colaboradores. As iniciativas incluem bibliotecas próprias e acervos que, em alguns casos, ultrapassam dois mil títulos. “Todas as empresas deveriam buscar uma gestão mais transformadora”, ensina a presidente do Comitê de Responsabilidade Social da Copagaz, Elizete Paes.

A distribuidora de gás de cozinha mantém, desde 2008, o Programa de Incentivo à Leitura, por meio do qual seus 1.500 funcionários encontraram mais uma janela para o desenvolvimento pessoal e profissional. “É necessário um comprometimento com a educação dos colaboradores”, analisa Elizete.

O trabalho dá continuidade a um programa de formação educacional iniciado pela Copagaz há 12 anos. Com ele, a empresa já conseguiu erradicar o analfabetismo, que era de 30% entre os funcionários que atuam nas chamadas plantas de engarrafamento de gás. Também subsidia 70% das mensalidades escolares de graduações, pós-graduações, MBAs, doutorados e cursos de língua. Vencidas essas etapas, a empresa decidiu apostar na atualização dos colaboradores. “Então surgiu a ideia de montar bibliotecas em cada uma das unidades”, lembra Elizete.

O acervo, que varia de 2.000 a 2.500 títulos em cada biblioteca – entre didáticos, obras de referência, romances e enciclopédias, foi todo doado por diferentes fontes: convênios com editoras e com as autoridades, além da boa vontade de representantes, clientes e até de funcionários. A Copagaz se encarrega de bancar a estrutura dos espaços – salas das próprias unidades, que são adaptadas com prateleiras e computadores. Os próprios colaboradores se oferecem para atender aos leitores e controlar os empréstimos em esquema de revezamento. Em cada biblioteca a empresa investiu cerca de R$ 15 mil.

“O programa foi criado para complementar o ciclo de oportunidades em formação educacional que a empresa oferece”, esclarece Elizete. “A leitura torna as pessoas mais participativas, mais críticas, seletivas, e com um melhor aprendizado social, cultural e político.”

Lição de casa

No grupo Cometa, que possui 15 concessionárias de veículos das marcas Honda e Volkswagen em todo o país e mais de 1.300 funcionários, o compromisso com a leitura vale bônus. Como parte do programa Cometa Leitura, além de ler no mínimo um livro por mês, o funcionário precisa apresentar ao RH um resumo do conteúdo lido, sob pena de perda de bônus para quem não faz a lição de casa. “Mesmo que uma concessionária atinja suas metas, o colaborador só recebe a bonificação se for participante do programa”, esclarece a coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa, Rita de Cássia Serra.

Os funcionários não reclamam, segundo ela. Na verdade, foi um pouco em resposta a um pedido deles que a iniciativa passou de uma ação informal para um projeto estruturado. “Tudo começou com o livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas [Ibep/Nacional, 2000], do Dale Carnegie”, lembra o diretor presidente do grupo Cometa, Francis Maris Cruz, responsável pela gênese do Cometa Leitura. “Eu li, gostei e achei que todos os gerentes deveriam ler.” Cruz comprou um exemplar do volume para cada gerente, em cada uma das lojas, e recomendou que todo o quadro de líderes lesse a obra. “Tudo sem compromisso.

Os livros ficavam nas concessionárias para quem quisesse ler”, conta. Depois desse título vieram outros e mais outros, até que cada loja acumulou uma coleção de obras nas áreas de empreendedorismo, autoconhecimento, vendas e liderança – perfil de leitura que o projeto mantém até hoje. “Depois dos primeiros livros, começamos a receber e-mails dos funcionários nos agradecendo, contando que os livros que eles leram serviram muito no trabalho e mesmo em casa”, segue Cruz. Essa reação, somada ao fato de que muitos dos ocupantes dos cargos de chefia, na época, não tinham o nível superior, fez com que a iniciativa tomasse a forma atual.

Vestígios no dia a dia

A coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa conta que os resultados do trabalho são sensíveis, e que entre os benefícios computados estão a melhoria na comunicação e nos relacionamentos interpessoais, um reforço na formação de liderança, a melhoria do desempenho operacional e o aumento da produtividade. A gerente de RH do grupo, Maria Estela Hreciuk, ressalta que as mudanças podem ser sentidas no dia a dia das concessionárias. “Há um interesse por parte das pessoas em fazer as coisas de maneira diferente”, explica. “Mesmo quando elas não sabem algo, há a iniciativa de procurar ajuda para saber como fazer da maneira correta.”

Quem melhor pode contar essa história é o encarregado de oficina Robson Fernandes de Freitas, funcionário da Cometa há quatro anos. Ele confessa que, no início, achava os “livros de empresa” chatos, mas depois que leu o primeiro – Posso Até Estar Apagado, Mas Fui Feito Para Brilhar, de Daniel Godri (Eko, 1999) – não parou mais. “Falava de motivação”, lembra Robson. “Depois me interessei pelos livros que contavam alguma história, porque eu queria saber o final.” Mas a curiosidade cedeu lugar à sede de conhecimento e Robson mudou o foco. “Comecei a querer mais, queria livros para o meu crescimento, meu desenvolvimento profissional. Então comecei a pegar os livros que falavam de liderança.” De mecânico, ele passou a encarregado e já estabeleceu novas metas. “Já estou pensando no próximo passo, que seria gerente de serviços”, planeja.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Treinamento empresarial - Visão Contemporânea

Fonte: GS&MD
Autor: Daniel Maganha


Muitas transformações ocorreram na área de treinamento das empresas nas últimas décadas. Mudanças em nomenclatura do setor, atuação estratégica e maior aproximação em relação à realidade dos profissionais têm sido uma constante da área que, em muitas vezes, foi fisgada dos Recursos Humanos e encaixada em áreas mais “nobres”, como Marketing, Planejamento ou mesmo Operações. Ainda assim, a área de treinamento estende com orgulho o seu papel quase humanitário de “desenvolvimento de gente”, carregando consigo grandes desafios, como a “formação” e até mesmo a “educação” das pessoas dentro das empresas. Mas o que exatamente isso significa?

Hinrichis, já em 1976, definia treinamento como “qualquer procedimento, de iniciativa organizacional, cujo objetivo é ampliar a aprendizagem entre os membros da organização”. Com a “aprendizagem organizacional” nas costas, as áreas de treinamento lidam com um desafio ainda maior – o do fazer aprender. Assim, o problema é fazer com que a organização não seja apenas qualificada e competitiva, mas também qualificante, no sentido de oferecer diversas oportunidades de crescimento a seus membros.

Nem sempre foi assim. Concebida junto ao movimento taylorista, a área de treinamento inicialmente era responsável pelo mecanismo formal de aquisição de conhecimento nas organizações. Nessa lógica, o treinamento em si funcionava quase como uma receita que deveria ser seguida pelo trabalhador, sem qualquer questionamento, o que o assemelhava muito mais a um “adestramento”. Hoje, a área de treinamento e seu papel “educador” dentro das empresas têm a missão de oferecer treinamentos que não só conduzam, mas também estimulem o colaborador a refletir sobre o que é transmitido. Assim, a área de treinamento ganhou um novo objetivo e, ao mesmo tempo, um novo aliado: o colaborador – a ele foi destinada grande responsabilidade sobre seu próprio aprendizado.

Desde então, as empresas passaram a buscar profissionais que conseguissem mobilizar suas qualificações (responsabilização pelo autodesenvolvimento), fato que alterou bruscamente o significado do treinamento nas empresas. Afinal, para que treinar o colaborador se o profissional também precisa agir em prol do seu desenvolvimento? Nasceram daí os processos de educação organizacional, o desenvolvimento personalizado e muitos outros formatos que produziriam, juntos, as universidades corporativas do século XXI. E o treinamento, finalmente, saiu da sala de aula. Hoje, os processos de aquisição de informações dentro das empresas extrapolam os limites formais da organização e são, na verdade, ilimitados. Reuniões formais e informais, visitas e clientes, pesquisas, leituras... É difícil, senão impossível, definir como os indivíduos assimilam e constroem seu conhecimento.

Entretanto, ao contrário do que essa imensa transformação pode sugerir, a área de treinamento das empresas (agora chamada de Gestão de Talentos, Desenvolvimento Organizacional e Educação Corporativa, entre outras terminologias mais soberbas) sofre hoje com uma limitação de atuação decorrente de todo esse processo: a dependência. T&D deixou de ser capaz de, sozinho, garantir a transferência de aprendizagem. Estrategicamente mais poderosa, a área de treinamento empreende ações muitas vezes ineficazes nas empresas que não constituem, em si, um processo fechado.

Hoje, essas ações dependem do suporte de gestores, de mecanismos e de políticas internas para garantir o aprendizado profissional dos colaboradores. E dependem, essencialmente, desses colaboradores para alcançar o sucesso – e isso nem sempre é simples por depender do engajamento desses profissionais à organização. Afinal, só aprende quem quer...

Muitos autores já alardearam a importância do ambiente de trabalho para garantir esse engajamento e a durabilidade dos efeitos de treinamento sobre o desempenho individual. Nesse cenário, vemos surgir a valorização (muitas vezes até exagerada) de mecanismos informais de aquisição de conhecimento, ganhando destaque aqueles baseados na experiência de trabalho (on the job, imitação, aprender fazendo). A palavra-chave é a “socialização” – o aprendizado se daria pela plena interação social e, portanto, está forjado no papel ativo dos indivíduos na construção dos seus próprios conhecimentos.

E a área de treinamento? Bem, em uma visão imediatista, a ela caberia a tarefa de fomentar esse ambiente “frutífero” de conteúdos e de direcionamentos, mas com o cuidado de não interferir nas construções do conhecimento individual. Seria um papel quase obscuro e de apoio. Mas não acreditamos nessa visão: a área de treinamento tem hoje não apenas a tarefa de construir esse ambiente, mas também avaliar, monitorar, aproximá-la ao negócio e, mais do que isso, estender novamente com orgulho o seu papel em “desenvolvimento de gente”, permitindo às pessoas mudar a forma como pensam e agem, e não mais simplesmente obrigando-as a fazê-lo.

Isso é que é desafio

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dicas e frases para a motivação de administradores e empreendedores

Fonte: www.sergiodalsasso.com.br
Autor: Sérgio Dal Sasso

• Quem cria investe acima do óbvio e quem investe é porque gosta das perspectivas de uma boa rentabilidade. Se você tem grana, não se esqueça de renovar a potencialidade do seu grupo, oferecendo alternativas para que possam produzir melhores soluções. Por outro lado se está faltando “dindim”, não espere, levante e vá atrás, pela procura de associações junto aos meios participativos do seu mercado.

• Para crescer tem que amadurecer começando pelo reconhecimento da própria imperfeição e limitação.

• Seu negócio pode atingir um estágio impar, mas as transformações dos meios sempre pedirão que seja avançadinho em idéias e propostas. Aprenda a substituir os processos que somam por uma capacidade maior de dialogo e troca.

• É muito natural que as pessoas passem a maior parte dos seus tempos pensando, principalmente quando os índices das preocupações são maiores do que as possibilidades de soluções.

• O mundo é uma grande tentativa de demonstração e convencimento de quem e do que pode ser melhor, aonde pessoas e negócios se fundem para uma corrida, que por mais estúpida que seja, deverá responder com fatos e fotos no dia a dia da nossa existência.

• Empresas talentosas são aquelas que focam seus mercados, estudam suas variáveis, detectam oportunidades e procuram continuadamente estabelecer novidades para criar vínculos e serem percebidas pelas ações.

• Quanto mais maduro for o mercado, mais vizinhos indesejáveis e mais ritmo e harmonia serão necessários, tanto para produção do novo, como na habilidade para identificação e ação frente ao que vale ou não dos outros.

• Colhemos pelo resultado do como trabalhamos para dotar de garantias e seguranças as nossas intenções estratégicas, incluindo planos, fases e mobilidades.

• Os valores éticos quando aplicados amenizam retaliações e riscos de quebra de imagem, não só relacionadas por quem sofre a ação, mas também por uma condição perceptiva por parte daqueles que buscam diferenciais para efetuar sua opção de escolha e consumo.

• O principio de tudo está em criar uma condição que permita que o tempo seja administrado com autoconhecimento e prazer, justificando “o viver bem porque merecemos”.

• A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.

• Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou a ser um montão.

• Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, aonde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente.

• Em mercados que não exigem competitividade, podemos sem muito esforço estruturar nossa operacionalidade através da formação de preços pelos próprios custos inerentes ao que estamos propondo.

• Nos meios competitivos nossa orientação está no conhecimento aprofundado do que o mercado quer e pode aceitar e aí ficamos pela necessidade da diferenciação e dependentes da capacidade criativa de produzir e servir melhor que o vizinho.

• A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.

• O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado a sua atividade.

• O esforço da aplicabilidade, ou melhor, a divisão administrável do tempo, é algo parecido com a combinação da persistência com o “saco” para repetir e eliminar falhas, diante de um exercício continuado do pensar e praticar e assim formar novos conjuntos com tecnologia, adaptação e equilíbrio.

• É preciso aprender a sonhar abrindo os olhos diante dos problemas, brigando pelas soluções até que a repetição consiga consolidar os próprios passos. Muitas vezes passamos uma vida tentando ganhar na sena, querendo pular escadas, antes de aprender a como subir e descer, e assim acabamos por nunca completar nada.

• Nascemos e renascemos como crianças todo dia, e tudo que é novo, deve ser explorado pelo inicio, engatinhando, para que evoluções sejam condizentes com amadurecimentos e objetivos.

• No mundo atual nada é amador. Seus passos devem ser dirigidos junto com o conhecimento e domínio das variáveis do mercado pretendido. Isso é o que chamamos de exercícios para a percepção, que fatalmente farão diferença para que as coisas tenham maiores chances de acontecer.

• Filtrar sonhos, ordenar objetivos possíveis, reunir tudo num só conjunto, incluindo idéias, vontade e determinação, organizam a qualidade das ações, garantindo que a luta, tenha pelas atitudes, a diferença entre a produção no papel e disposição pratica para os seus projetos.

• Ninguém nasceu para mandar ou ser mandado, o que se espera é que um bom comandante tenha uma extensa vivencia no campo de batalha e que sua escola venha do crescimento pela alimentação, passo a passo, dimensionando o próprio domínio e visão critica, para a condução de melhorias sem perdas de harmonia pelo que deve ser estabelecido.

• A atitude deve ser sabia, criança, aluna e professora, num “mix” oportuno a cada situação, sejam nas ações táticas aonde somos parte das obrigações, sejam nas ações estratégicas aonde temos que ser parte dos que pensam.

• O grande valor da capacitação vem dos sistemas que criamos para produção de informações, pelo sentido, necessidade e praticidade de uso. O resto é marketing para encher o currículo frente às estúpidas, porém lógicas seleções.

• Não adianta querer ser o que o mercado fantasia como indispensável, é preciso ir de acordo com a sua função, para que possa ser melhorada, pois antes dos enfeites, sua vida sempre será medida por resultados, ganhando e alcançando as etapas em relação ao custo que apresentamos frente aos benefícios que oferecemos.

• Gente boa, com boa formação o mundo está cheio, temos tudo em excesso em todas as profissões e até em titulações para definirem desempregados, basta verificar que ninguém admite que não está fazendo nada, na pior das hipóteses todos viram consultores e palestrantes.

• Competência não é formação, mas a plena solução para torna-se popular em função daquilo que vende ou serve. No mundo do excesso, os produtos tendem a ficarem iguais, e por isso acabamos optando pelas pessoas e equipes acima desta ou daquela marca que representam.

• Quanto do que sonhamos realmente usamos para fazer o que estamos pensando. Muitas vezes ficamos no meio, ou seja, queremos e não fazemos, parte porque nosso dia a dia é tomado de uma necessária obrigação dentro da ironia do sistema, e parte porque é muito difícil ter que encarar os riscos da mudança, sair fora do que consideramos como fronteiras da segurança.

• Entre zero e dez, tudo é questão de estar no local certo com as pessoas certas. Não existe uma avaliação definitiva sobre nada, o que existe é a habilidade para articular o conhecimento rumo a descobertas das melhores possibilidades de adequação do seu potencial junto a públicos interessados.

• Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos. Seus resultados dependem do tamanho das famílias conectadas com o que você faz.

• Tua organização profissional é um ferramental que deve reunir quantidade e qualidade de meios e formas para que o como seja carregado de possibilidades ao que se pretende atingir, antecipando sua garantia de resultados.

• Quando nada está acontecendo, mude a formula, pois ninguém que rejeita irá mudar de opinião enquanto o teu jeitão não se reinventar diante de modelos que aproximem das necessidades daqueles que pretendemos abordar.

• Se teu negócio não reunir o que queria ser com o meio que adotou para viver, mude de rota, pois o equilíbrio estará sempre faltante para garantir que a continuidade acrescente tesão ao que faz.

• Não conseguimos mudanças só pensando nelas, para tudo existirá um dia aonde terás que enfrentar os medos para descobrir, não àquilo que te completa, mas o que te ausenta.

• No mundo da produção em escala, de margens reduzidas e de alta competitividade, para que seu negocio seja referencia precisará, antes, se impor como preferência.

• A coisa toda passou ser justificada de fora para dentro, ou seja, o mercado quer e precisa, cabendo a nós descobrir, criar e lançar conquistando-o na frente da concorrência.

• Reinvenções muitas vezes não vão significar coisas novas, mas recuperações de valores perdidos, e para isso nem sempre serão identificadas pelo que está acontecendo no mundo, mas principalmente no que pode existir para melhorar você e sua vontade para enfrentar transformações, diante dos objetivos, obstáculos e cobranças.

• O que soma no teu crescimento como pessoa que sonha obter realizações é a capacidade de perceber o quanto e quando estamos errando junto com a formação da energia pela vontade de acertar.

• Ser ótimo significa fazer o melhor possível daquilo que potenciais clientes possam apreciar, ser ótimo significa obter informações cíclicas e evolutivas que atualizem os propósitos e respondam com novidades antes dos outros.

• Independentemente da técnica utilizada, sempre terá mais valor aquele cuja fonte estiver mais perto da bica, já que dessa forma não corremos tantos riscos entre o que se fala e o que se entende, e assim garantimos a renovação por um processo continuado de adequação ao que interessa.

• As coisas começam a acontecer quando a tua parte do não faça nada se unir com aquela que diz para fazer tudo. Normalmente adiamos tanta coisa que só lembramos o que faltou quando o tempo já não permite.

• Brigamos para convencer os outros que estamos certos e depois brigamos novamente para justificar porque erramos, e entre erros e acertos, vamos ficando mais velhinhos, o que não significa que temos que ser conservadores, mas ao contrario temos que ser mais nós mesmos, e usar a favor o que aprendemos para facilitar os avanços no dia a dia.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Caminhos para a inovação

Fonte: Canal RH
Autores: Fernanda de Almeida e Lucas Toyama

No mundo corporativo cada vez mais ávido por inovação é coerente que se cobrem das lideranças uma postura que permita e incentive um ambiente de livre pensar e, assim, estimule a criação de equipes efetivamente inovadoras. “É fundamental a presença de líderes que endossem a ideia da importância da inovação e criem mecanismos de recompensa e incentivo para tirá-la do papel”, acredita Gilvan Azevedo, consultor do Passadori e coaching executivo. Assim, torna-se importante identificar e rever práticas gerenciais que eventualmente possam bloquear a criatividade.

Na Europ Assistance, empresa de assistência de viagens, automóveis e saúde para empresas, a motivação e o engajamento são as principais armas para incorporar a inovação na rotina de trabalho, como parte de ações pré-definidas no plano estratégico anual. Desenvolvidas pelo RH, essas atividades têm nos grupos multidisciplinares de estudos ou projetos – que possibilitam visões diferentes em relação ao mesmo assunto – uma das principais ferramentas. “Temos mecanismos, mas de nada adiantariam se os líderes não estivessem imbuídos da missão de estimular pensamentos diferentes e inovadores”, afirma Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistance, apontando que treinamentos sobre o assunto também são realizados com frequência.

Para Azevedo, quando o assunto é inovação, o papel dos líderes é imperativo. “Criar e manter uma cultura de inovação sustentável é basicamente um desafio de liderança, que tem a responsabilidade de conduzir uma abordagem integral de pensamento e ação por toda a empresa”, diz. “O alinhamento entre os diversos mecanismos organizacionais é fundamental para impregnar a inovação como elemento chave do DNA da empresa”, completa.

Talvez o maior desafio em inovação, continua Azevedo, seja exatamente inovar nas práticas ortodoxas de gestão e nos modelos organizacionais ainda conservadores em sua grande maioria. “Isto não significa abolir totalmente práticas existentes hoje. Por exemplo, faz sentido usar um processo de decisão hierárquico em atividades que necessitem de tal autoridade, como alocação de recursos, ou cobrando as pessoas por suas responsabilidades. Porém, ao mesmo tempo, é necessário um modelo que ajude profissionais autodirigidos a colaborar continuamente com os seus pares”, acredita.

Processo contínuo

Muitas vezes, são nos momentos de crise e dificuldade que surgem as soluções mais criativas. Mas não é preciso chegar ao limite para criar e inovar. Empresas já têm percebido que a inovação deve fazer parte da rotina, para que as ideias estejam sempre em movimento, trazendo resoluções e evitando problemas.

“Uma empresa, um produto, um serviço e mesmo um profissional têm um ciclo de vida, no qual o negócio ou a carreira atinge um estágio de maturidade. O monitoramento consciente destas etapas permite avaliar a necessidade de renovação ou mesmo de reinvenção”, afirma Azevedo. A falta de inovação tende a gerar insatisfação do profissional no trabalho, o que pode afetar sua relação com a liderança, dada a ausência de perspectiva de aprimoramento e aprendizado. Para a organização, o cenário se reflete em dificuldade na retenção de talentos – uma das principais preocupações empresariais atualmente. Portanto, mais uma vez, as lideranças assumem papel crucial nessa história.

“Na Europ Assistence, o papel do líder é fundamental em vários aspectos [no processo de inovação], seja como ‘patrocinador’ do projeto, seja como facilitador para que a equipe consiga vencer as barreiras que certamente aparecerão ao longo do projeto”, explica Claudia. Os grupos multidisciplinares da empresa foram criados para manter um fluxo ininterrupto de ideias e diálogos. “São celeiros de novas visões, pois unem o conhecimento, a vivência e a perspectiva de colaboradores de diferentes áreas e níveis hierárquicos. Esse mix proporciona importantes reflexões que geram mais do que um processo contínuo de inovação, mas também melhorias em diversos campos da organização, o que beneficia a todos”, conta.

Além disso, do ponto de vista das empresas, é fundamental que exista um alinhamento entre as várias dimensões envolvidas: estratégia, cultura, competências, processos, modelos, mecanismos de gestão, entre outras. “É papel do líder fazer a ligação entre esses universos e estar consciente de que o risco faz parte da mudança e da inovação”, explica. “Por isso, a liderança deve estar preparada para eventuais resistências, que devem ser compreendidas e gerenciadas”, complementa o consultor.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Juros x cartão de crédito no Brasil

Para refletir...

O juro do cartão de crédito no Brasil é o mais alto na comparação com cinco países da América do Sul e o México. É o que aponta uma pesquisa divulgada hoje (2) pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). A soma das taxas dos seis países não chega ao valor médio dos juros cobrados pelas operadoras de cartão de crédito no Brasil.

Segundo a Proteste, o brasileiro que recorre ao financiamento por meio do cartão de crédito, o chamado de crédito rotativo, está submetido a uma taxa média de juros de 237,9% ao ano. Essa taxa é quase cinco vezes superior à da Argentina, que aparece na segunda colocação e cuja taxa média de juros cobrada nas operações de cartão de crédito chega a 50% ao ano.

“As condições econômicas dos países pesquisados, quando confrontadas com as do Brasil, mostram claramente que a taxa média dos juros praticados no Brasil realmente é exagerada; caso fosse a metade, ou seja, de 119% ao ano [equivalente a 6,75% ao mês] ainda seria maior que o dobro da segunda colocada”, diz a Proteste.

Atrás da Argentina aparece o Chile, com taxa média de 40,7%, seguido pelo Peru, com taxa de 40%, o México, com taxa de 36,2%, e a Venezuela, com taxa de 29%. A menor taxa entre os países analisados foi a da Colômbia, com taxa média de juros de 28,5% ao ano no cartão de crédito.

Os cartões de crédito, de acordo com a associação, têm sido o maior fator de endividamento dos consumidores porque as taxas cobradas no rotativo se tornam impagáveis. Em dezembro, uma pesquisa divulgada pela Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), apontou que, entre os inadimplentes do país, 64,1% têm dívidas no cartão de crédito.

O E-Commerce em 2012

Resumo das tendências no mercado do e-commerce para 2012

Crescimento do comércio eletrônico em 2012: A se confirmarem as expectativas desse ano, o que parece certo em função dos últimos dados sobre o e-commerce em 2011, o comércio eletrônico brasileiro deverá viver mais um ano de crescimento dentro da taxa histórica de 30% ao ano.

Plataformas de e-commerce: A tendência do comércio eletrônico para 2012 no que diz respeito a plataformas de e-commerce é de sistemas cada vez mais integrados às mídias sociais, uma tendência iniciada ano passado que deve continuar em 2012. A adaptação das plataformas para os dispositivos móveis também deve ser uma tendência bem marcante, pois é esperado um grande crescimento das compras feitas através destes dispositivos.

Social commerce: O social commerce já é tendência mundial e deverá ganhar um novo impulso em 2012. As compras que tem origem no engajamento nas redes sociais tenderão a ganhar uma expressão ainda maior em 2012 e por isso é importante que os administradores de e-commerce tenham a visão de que o social commerce não é somente criar uma loja no Facebook, mas sim, provocar o engajamento nas mídias sociais para gerar compras no comércio eletrônico.

F-Commerce: Participando de forma decisiva da expansão do social commerce, o F-Commerce ou comércio eletrônico através do Facebook deverá apresentar um crescimento expressivo no Brasil em 2012. Novos aplicativos devem chegar ao mercado brasileiro em 2012, inclusive, muitos deles já incorporados às plataformas de e-commerce, como já vem ocorrendo com a Magento.

Tablets no e-commerce: Com o barateamento dos tablets no Brasil a tendência é que conquistem uma parcela significativa do e-commerce em pouco tempo. No exterior eles já respondem por uma boa parcela das compras e aqui não será diferente. A exigência de que plataformas de e-commerce tenham uma versão para tablets passará a fazer parte de qualquer roteiro para escolha de uma plataforma de e-commerce em 2012.

Outlets virtuais: Os sites de compras coletivas tiveram origem na queima de estoques das lojas virtuais americanas e foram um grande sucesso no mundo inteiro. A tendência em 2012 é que as próprias lojas virtuais passem a ter seus outlets para promover grandes liquidações de estoques.

Compras coletivas: No segmento de compras coletivas acreditamos a tendência em 2012 seja de continuação do processo de acomodação do mercado através de um processo de maior profissionalização dos sites já existentes e o surgimento de novos sites, cada vez mais segmentados e regionalizados.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012: projetos, empreendedorismo e futuro

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br


A vida é um grande palco onde temos que aprender com o que pesa das experiências e vivências, para que assim tenhamos luz própria para alcançar as próprias referências. Nossa construção dependerá sempre da solidez das bases que devemos formar para um agir sustentável e organizado diante das mais variadas situações e desafios a serem enfrentados nos desenvolvimentos dos projetos.

Ter idéias não é nada difícil, mas fazê-las saírem do campo dos sonhos, tornando-as reais é sempre algo desafiador, pois o grau de dificuldade não mais se encontra na comprovação da capacidade de quem desenvolve algo, mas no convencimento de que esse algo possa ter afinidades e interesse de consumo. Se no passado ainda existiam espaços para se criar algo novo, hoje a durabilidade de qualquer novidade é quase que instantânea, já que disputamos centímetro a centímetro o interesse dos mesmos públicos diante das infinitas possibilidades do como eles podem gastar seus recursos.

É no meio de um mundo de dificuldades que vamos ter que mostrar nossas aptidões talentosas, e enfatizando isso, devemos resumir nossos avanços indo de encontro com o que ainda não somos.

“Nunca diga que isso ou aquilo é um saco de se fazer, pois está no que a maioria não gosta o diferencial dos que acertam”.

Quantas vezes me deparo com meu próprio pensamento em querer pular as fases de algo que tenho que fazer, mas que por diversas razões não são do gosto pessoal, e quantas vezes as coisas não acontecem exatamente por estarem incompletas de informações e de gente que podia estar junto, mas que por caracteristicas suas e minhas, desprezamos por achar que são desnecessárias.

Quando falamos em projetos, falamos do que ainda está para ser feito, do futuro, das convicções e condições para sustentação e recursos à direção planejada, para que desafios e dificuldades sejam substituídos por oportunidades. Projetos dependem da qualidade dos estudos para que nos demonstrem o poder da sua viabilização, e nesse caso o passado devidamente registrado é algo fundamental para garantir a organização atual, sua avaliação e simulação do que fazer pelos objetivos.

Do lado qualitativo, e de olho no conjunto das coisas que nos fazem melhores, devemos pensar que sociedades complexas dependem dos valores de troca, que não mais podem ser desenvolvidos por hierarquias que enferrujam as decisões, mas por pessoas cujas qualidades se afinem pelos objetivos comuns, pelo compartilhamento de idéias e soluções que formem atrativos para que possamos conquistar e selecionar com quem vamos.

Fica fácil a gente aprender com a vida e depois olhar para os fatos do passado e pensar o como teria sido os resultados com a visão atual. Rever o passado é válido, mas diante do já foi registrado somente a disposição pela análise e vontade de mudar, pode somar para que nossa evolução hoje seja incorporada de mais seguranças pelo que acreditamos poder ser amanhã. Nesse sentido as saudades e as insatisfações devem ser adicionadas ou revistas mantendo o que de fato nos fizeram conquistar as coisas boas e aprendendo a se modificar, evitando os mesmos vícios e ausências que ajudaram nas falhas.