Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

OITO QUALIDADES ADMIRADAS EM UM PROFISSIONAL...


- Ter direção: saber o que se quer junto com um projetar de caminhos possíveis para se chegar.

- Competência: saber utilizar sua qualificação no servir a empresa para que a mesma possa reconhecê-lo pela capacidade pessoal e coletiva de vendê-la.

- Persistência: para se conseguir um sim, é preciso se adaptar a cada situação, aprender com os erros.

- Conhecimento Aplicável: o tempo é dinâmico, portanto saiba selecionar o que é importante para se investir em adição a carreira. Priorize sempre o dia seguinte das necessidades!

- Relacionamento: construir uma base de relações pensando em reunir a experiência dos mais velhos com a energia dos mais novos.

- Pró-Atividade: os benefícios de saber expor suas ideias, de se antecipar frente aos demais.

- Itinerância: esteja sempre onde às coisas estão acontecendo, seja um grande especialista do seu mercado.

- Comprometimento: vista a camisa em todos os meios que optar para o seu crescimento. Forme suas referências, pois serão à base do seu futuro! (Sérgio Dal Sasso)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Mentes jovens, reinícios e relações...

Toda vez que retornamos pela necessidade de se iniciar de novo, duas coisas devem ser lembradas, pois pesarão como fatores de relevância pelo sucesso da nova fase: 

- A primeira é reunir um conjunto de conhecimentos que estejam próximos das necessidades do mercado de trabalho, para que sejam expostos de forma a despertar e provocar interesses dos outros em investir ou apostar em nosso talento.



- A segunda em importância está no aprender a se relacionar construindo sua rede de contatos, que acima da harmonia pessoal, deverá ser construída com base no conjugar de pessoas que detenham pontos comuns integrando o lado pessoal, objetivos e meios facilitadores. 



Tanto o conhecimento, como capacidade de se relacionar facilitarão como formas de garantias para se estabelecer dentro da atividade pretendida, pois a maioria das empresas ou negócios, independentemente da tecnologia que vamos utilizar, dependerá diretamente da nossa capacidade de integrá-la pela harmonia interna do conjunto, para que o sucesso seja avaliado pelo grau de competência dentro de mercados sabidamente recheados por diversidades de valores e comportamentos, mas que também naturalmente no dia a dia aumentam suas exigências diante da própria quantidade disponível de concorrentes. 

Acho que a palavra final dos nossos esforços é ser considerado como alguém "querido". (Sérgio Dal Sasso) 



domingo, 22 de setembro de 2013

2013/2014 - 10 Bases que farão o sucesso dos negócios e carreiras

1)   A primeira coisa que devemos ter como princípio é que atuamos em um mundo adverso, e que se encontra interligado em tempo real, e dentro disso as mudanças ocorrem 24 horas por dia. Enquanto dormimos, decisões que influenciam o que fazemos estão sendo tomadas por todos os cantos.

2)   Se nosso sucesso é dependente da complexidade das coisas, é fato que não existe nenhum santo milagroso com capacidade de fazer previsões que tenham alguma precisão acima de uma semana.  Se existir alguém com esse dom fantasioso, a preferência de decisão será sempre a que você está imaginando sobre as coisas, diante das informações que obrigatoriamente deverá sempre estar pesquisando.

3)   É o bom senso e o profundo estudo do onde está atuando, que vai contribuir para estabelecimentos de estratégias que possam conduzi-lo ao sucesso. Nesse caso sempre vale ressaltar que não estamos sozinhos em nada que fazemos ou que pretendemos fazer, e para tal quanto mais pessoas conseguirmos conquistar e se aproximar pelas trocas de conhecimentos, melhor a garantia de sustentação do seu futuro.

4)   Falando de estratégicas, devemos atentar que estas só possuem relevância quando saem das eternas reuniões, e assim são traduzidas e transformadas em planos para dar origens ao planejamento e suas consequentes ações.

5)   Um alerta a todos é que a principal base de partida é ter conhecimento do que você é hoje, dentro de um sentindo do quanto realmente sabe das coisas, isso somado a um conjunto com o real suporte em relação às condições que dispõe para adicionar aos seus avanços.

6)   Estratégias e planos são fundamentais, mas se o mundo muda todo dia, praticamente somos obrigados a adicionar mudanças na mesma proporção, e isso sempre deverá ser um hábito contínuo, pois ter uma direção não é necessariamente conhecer o caminho correto para se chegar lá.

7)   Deter o conhecimento pode ser um fator que de imediato nos dê estímulos, mas temos sempre que levar em consideração de que o hoje estar ou se considerar capacitado valerá muito pouco se permanecer sendo usado daqui a dois ou três anos. As mudanças para continuarmos sendo competentes, até podem estar em salas de aulas, mas sempre terão muito mais eficácia, quando do exercício pela captação das percepções diante das observações das novidades, do atentar e viver o mercado pela busca das coisas que ainda não são encontradas no mundo não escrito.

8)   Devemos ser especialistas em algumas coisas, porém com visão e conhecimento ampliado em tudo que representa as relações que giram em torno dos nossos negócios, nosso mercado, e nisso reforçando, só teremos êxitos quando realmente aprendermos a trabalhar em conjunto, pois o que falta em um, às vezes está sobrando em outro, e dessa integração é que realmente dependerá o sucesso das nossas carreiras e da construção dos resultados por onde passamos.

9)   Palavras chaves de um negócio competitivo: integração com os fornecedores, ações de suporte contínuo aos clientes, treinamentos nos ambientes internos e externos do negócio, capacidade de criar novas soluções adicionais por semana, velocidade de implantação e adequação para que o novo seja bem aplicado e recebido pelo mercado, utilização de tecnologias de ponta (comunicação e processos), capacidade de negociação (aceitar e conquistar para poder propor), possuir plano de metas em conjunto com potencial real para ofertar avanços à equipe (nunca vender por vender), e por fim, independentemente de se deter o melhor sistema de informações, saber usar muito bem o que se possui para avaliar e montar o futuro.

10)Dar sempre preferência a sua capacidade de ensinar seus colaboradores, dentro dos valores e cultura do seu negócio. Gente de fora pode ajudar, porém a maioria certamente desconhecerá o seu negócio se comparado com o conjunto de colaboradores (muitos enjaulados em departamentos) que se sem dúvida são a chave de êxito quando integrados, mas que em muitas vezes não conseguimos criar o clima ideal, para que de fato deles se façam uma equipe participativa e comprometida.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Gestão de negócios e Vendas: entrevista palestrante e empresário Sérgio Dal Sasso


ENTREVISTA PALESTRANTE, EMPRESÁRIO, CONSULTOR E ESCRITOR SÉRGIO DAL SASSO AO VIVO (13/08/2013) - Programa Geração Z - TV UOL
TEMA: Gestão de negócios e vendas






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terça-feira, 14 de maio de 2013

Os profissionais do futuro! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)


Nota:

Se existisse um único verbo para representar os fatores que diferenciarão as organizações de hoje em relação às possibilidades e perspectivas de sucesso no futuro, diria que “aproximar” seria a palavra mandatária a ser referenciada diariamente por todos os profissionais, empresários, equipes e empresas. O verbo aproximar estará conectado por redes de convergências que integrarão e fundamentarão as linguagens geradoras de informação e comunicação.

Quando falamos de futuro estamos também criando relevância para o processamento de ajustes relacionados com a evolução humana e sua capacidade de articular performances com velocidade, capacidade de interagir, de trocar informações intra e inter ambiente, de nivelar o conhecimento do grupo, de ampliar sua visão de dependência em relação aos que fornecem e ou recebem seus serviços.

Resumidamente, as ameaças no futuro estarão expostas quando da incapacidade de produzir informações para o processamento do entendimento e leitura do mundo que o cerca, assim seu sucesso estará em proporção à proximidade da rede que alimenta e é alimentada por você. (Sérgio Dal Sasso)

Abaixo reforçando o tema, segue um artigo, escrito por Cyro Dualib da GS&MD – Gouvêa de Souza.



O mundo corporativo enfrenta um ritmo cada vez mais intenso de mudanças, isso já não é novidade para ninguém e, todos nós, de uma forma ou de outra, já fomos protagonistas ou coadjuvantes deste momento.

Como estar preparado para não ser “atropelado” por esse ritmo frenético é que fará a diferença para o profissional do futuro (ou seria do presente?).  Atualmente, os tempos verbais perderam a importância. Presente confunde-se com o futuro e, se queremos nos manter no mercado, temos que vivenciar também com o amanhã. Estudos mostram que a quantidade de novas tecnologias tem dobrado a cada dois anos. Isso significa trabalhar planejando, organizando e traçando o futuro da sua carreira. 


Diante desse cenário, é natural que haja mudança nos perfis, uma vez que o “profissional do futuro” precisa trazer resultados esperados em um mercado cada vez mais imprevisível. É imprescindível a busca constante pela atualização, educação continuada e autoconhecimento – saber suas habilidades, competências, pontos fortes – para maximizar suas potencialidades e, dessa forma, trazer os resultados condizentes com a empresa. Podemos destacar algumas competências:


- Ler corretamente contexto e tendências; 

- Priorizar os desafios; 

- Saber gerir mudanças; 

- Ter flexibilidade para enfrentar novos desafios; 

- Trabalhar em equipe. 



Além disso, a capacidade de relacionamento também é valorizada em ambientes multiculturais e de muita pressão. É por isso que muitas vezes uma experiência no exterior pode valorizar um profissional, pois ele esteve exposto a diferentes culturas e padrões de comportamento. Cultivar constantemente a inteligência emocional é fundamental, pois alia a capacidade de se motivar e persistir diante de frustrações, procurando conhecer e lidar com as próprias emoções. 


Quando se trata de uma transição de carreira, é fundamental realizar o levantamento das atividades desenvolvidas e resultados alcançados para valorizar as próprias competências, capacidades e habilidades adquiridas. Com o resultado desse levantamento, o profissional prepara-se e se posiciona corretamente no mercado, apresentando-se mais maduro e adaptável aos novos desafios, pois tem gerência sobre as suas competências, sabendo assim explorar as características pessoais e profissionais que lhe trarão mais exposição e eficiência. 


Uma competência valorizada é o autodesenvolvimento: o profissional que alia suas ações de desenvolvimento às demandas da organização e ao mercado tem maiores chances de obter sucesso em sua carreira. É papel de cada profissional buscar aquisição e consolidação de conhecimentos, além de manter-se capacitado para assumir novos desafios. 


É fundamental exercitar a capacidade analítica e o raciocínio lógico e estratégico para conseguir acompanhar as mudanças que ocorrem no mercado e dentro da organização; ler o contexto organizacional e do mercado, traçar cenários e se predispor a agir focado nos resultados com foco na superação constante. 


Para finalizar, a administração pós-crise se completa com a solicitação de feedback constante para o aprimoramento das competências requeridas. Assim você se capacita a entregar resultados superiores.




quinta-feira, 18 de abril de 2013

Negócios no Varejo - Dias das mães e datas comemorativas

Entrevistado: Sérgio Dal Sasso
Fonte: Jornal exclusivo/RS
 
 
O Dia das Mães é considerado por muitos como a segunda data mais importante do ano. Em sua opinião, isso procede? Se sim, por que isso acontece?
 
Datas estão ligadas a sua representatividade e período. O dia das mães se enquadra adequadamente a esses dois aspectos, pois enquanto no natal o consumidor abre seu estímulo para aquisições variadas, adicionados com o impulso dos ganhos extras de final ano. No dia das mães, que ocorre em um período já distante dos gastos iniciais do inicio do ano, verificamos que essa data abre de fato o ano do consumo por itens variados para o setor do varejo, sendo estimulada pelos gostos diversificados de toda uma família, como forma de retribuir em homenagem a quem de fato é a grande executiva da gestão familiar.
 
Como o lojista deve se organizar para ter bons resultados nesta época?
 
Em primeiro lugar deve-se ter a percepção contemporânea dos desejos e gostos, dos jovens aos adultos, em relação ao que está valendo como itens diferenciados para que o consumidor possa ser impulsionado pelo conjunto da embalagem versus resultado e satisfação.
Os detalhes desse sonho vêm do estimulo de um marketing, onde em todos os níveis, deve-se estabelecer algo do tipo, quanto vale a vida de quem você ama, valorizando a comunicação verbal, escrita e visual para que convites possam permitir acessos de entradas, surpresas no atendimento e concretizações na forma do como embalar esse sonho, reunindo um momento onde o prazer de comprar valorizará em sentimento o seu destino final.
Lembramos também da importância de podermos atender simultaneamente aos gostos e preços pela oferta com coisas adicionais, tipo suporte a comemoração, que possam completar e "fidelizar", pela felicidade a mais do comprador e seu destino.
Na parte estrutural dos negócios dependeremos de um planejamento adequado e antecipado, que permita através das negociações uma boa política que garanta diversidade e qualidade dos estoques, preparação do cenário da loja e equipes treinadas e estimuladas para atender seus potenciais clientes, em um ritmo, de harmonia e organização, pela preparação do negócio prevendo a dinâmica necessária ao bom atendimento, diante das expectativas de volume e fluxo de visitação.
 
Por ser uma data "feminina", muitas lojas de artigos voltados ao público masculino se sentem "fora do jogo". De que forma é possível o empresário trabalhar essa questão?
 
Nada de "fora do jogo". Em todas as datas representativas, o que temos é um fluxo adicional de clientes circulando esperando por um despertar estimulador para o consumo, e o que devemos pensar é no como fazer para atraí-los pela oportunidade de tê-los passando em frente a nossa loja. Políticas promocionais, incluindo brindes ligados a data, entre outras coisas trarão um fluxo adicional as vendas dos setores não diretamente ligados ao interesse de consumo do momento.
Pensemos que toda data que estimula vendas, faz com que as pessoas se desloquem para compras criando sempre um fator de oportunidade para ampliar seu planejamento inicial, pelo simples fato de que já estando num local de consumo, os consumidores sempre aproveitam para complementar suas necessidades. Para tanto é necessário também estar preparado para provocar esse desejo pelo despertar para que a oferta se conecte com o impulso e decisão de compra do consumidor.
 
O que o lojista deve ter em mente quando o assunto é plano sazonal? O que isso significa? É necessário criar um plano de ação para possíveis sobras de mercadoria e estoque?
 
Se eu for um dono de restaurante e hoje servir um franguinho assado, de certo que, se superestimar meu consumo, a alternativa a ser planejada para o dia seguinte estará em uma saborosa coxinha. No comércio, como em tudo, devemos estabelecer o abastecimento da loja baseado nos dados históricos, no crescimento pretendido e na ação dos colaboradores frente às metas e isso tudo com um planejamento que possa atender as situações, prevendo soluções diante das possibilidades de resultados acima ou abaixo do pretendido.
A sazonalidade pode ser previsível, tanto quando em datas previstas pelo calendário comercial ou em decorrência de períodos onde fatores externos possam influenciar as atividades comerciais. Nesses aspectos os pontos chaves de êxito dependem de uma boa competência, planejamento e capacidade do grupo executor, no sentido de poder se anteceder ao que se está sentindo pela percepção dos fatos, suas análises e as conseqüentes tomadas decisões a tempo de atender com mudanças e ajustes ao que originalmente estava previsto.
A capacitação do grupo, sua percepção do mercado e dos clientes serão determinantes para desenvolver a política certa diante das melhores expectativas de respostas.
Todo imprevisível pode ser uma ponte para o previsível quando trabalhado em tempo hábil com criatividade nas ideias, planejamento, definição de metas, qualificação do plano de ações e responsabilidades.
 
 
 
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domingo, 14 de abril de 2013

Profissionais e gerações renováveis na nova era: entre pássaros e águias

Nota:
 
Apoiados por esses novos modelos e realidade onde cada um de nós deve se adequar, outros pássaros, incluindo as águias, passaram a perceber a importância de se encontrar com meios que integrassem conforto, objetividade e possibilidades, fazendo com que suas características mais individualistas, determinadas, ansiosas e conectadas pudessem ser sentidas, aproveitadas e compartilhadas, em ambientes onde o jovem é a reunião pela média ponderada do tudo de bom, entre esses 20 ou 80, para fazer o diferencial entre as equipes, suas sabedorias e vitórias.
 
A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, a para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.
 
Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante do refinamento da qualidade decisória e das ações. (Sérgio Dal Sasso)
 
Abaixo destacamos o artigo " Profissionais de uma nova era", que foca o pensamento dos jovens em relação a sua visão e expectativas profissionais. A matéria foi editada por Tuca Figueira e a fonte é do Canal RH.
  
Que tal estar à frente de um time de 180 pessoas, sendo que 80% delas são mais experientes e maduras que você e alguns acumulam mais de 30 anos de casa? Essa é a situação do engenheiro químico Fábio Monteiro Ferreira, 28 anos, para quem o conflito de gerações não existe. Ferreira é coordenador de Produção e Expedição da Unidade de Negócio Nióbio e Fosfato da Anglo American, multinacional do setor de mineração. “Meu maior desafio é engajar a equipe para seguir o mesmo rumo, a mesma estratégia, compartilhando ideias novas”, diz ele.
 
Ferreira é o típico jovem que investiu na carreira e cresceu rápido no mercado. Suas competências, técnicas e pessoais, refletem a geração resultante das transformações vividas pelo País nas duas últimas décadas. A estabilidade econômica, o aumento de investimentos estrangeiros, a balança comercial favorável, entre tantos outros fatores, contribuíram para a diminuição do desemprego e para o aumento de renda da população. Com isso, certa calmaria se instalou entre os brasileiros.
 
Se, antes, a tônica dentre os trabalhadores era a busca por estabilidade financeira e a manutenção de seu emprego, hoje, os profissionais procuram o prazer em trabalhar e o diálogo com seus pares e superiores, entre outros pontos. “Os jovens não viveram a inflação no auge da carreira; nessa época, eram crianças”, analisa Tatiana Amendola, consultora e doutoranda em tendências de comportamento e consumo na Universidade de São Paulo. “Com certa segurança econômica e a ascensão da classe C, vemos que as pessoas mais jovens podem se dar o luxo de buscar satisfação no trabalho – um problema aos olhos de outras gerações por parecer abuso –, mas que reflete a necessidade de a empresa merecer a dedicação deles, oferecendo segurança, dinheiro e prazer”, completa.
 
Diferentemente do que algumas atitudes podem aparentar, os jovens profissionais são comprometidos com o trabalho. A pesquisa Empresas dos Sonhos dos Jovens, realizada pela Cia. de Talentos, em sua versão de 2012, mostra que, desde 2010, o percentual de profissionais que buscam permanecer em uma companhia mais do que 20 anos vem aumentando. O índice saltou de 30% para 41% em apenas dois anos. “Tenho observado cada vez mais jovens que buscam, acima de tudo, ambientes profissionais em que possam se desenvolver, aprender, amadurecer e construir carreiras sólidas e bem-sucedidas”, conta Deborah Carceles, diretora de Negócios da Boulos Consulting Group.
 
O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), em pesquisa realizada no final de 2012, confirma essa nova postura. Dos quase 5 mil jovens entrevistados, 39,35% querem “ter sucesso e reconhecimento” e 22,67% preferem “estabilidade profissional”. “Ter salário e benefícios” ficou em último lugar, com 9,5%, atrás de “atuar em uma empresa socialmente responsável” (9,87%), e “ter uma profissão capaz de ajudar as pessoas” (18,62%). “Os jovens orientam-se para encontrar instituições com valores éticos e missões mais amplas do que apenas a perpetuação pelo lucro”, interpreta Deborah.
 
Habilidades complementares
 
Um profissional em início de carreira pode oferecer às organizações, em maior grau, competências técnicas – afinal, esse foi o maior investimento feito por ele ao longo de sua formação – e as empresas cobram isso. “No entanto, à medida que amadurece e ‘senioriza-se’, as competências comportamentais tornam-se determinantes para que seja bem-sucedido em sua trajetória profissional”, explica a diretora de Negócios da Boulos. A experiência de vida, profissional e pessoal, ajuda na adaptação para conquistar melhores resultados, segundo o gerente Comercial da Schneider-Eletric, Rodrigo Muche, de 29 anos. Em seu terceiro ano na posição, Muche, graduado em administração, acredita que a formação profissional mostra o caminho. “Tive um time com os dois extremos: liderava um funcionário de 70 anos, com 30 de casa, e outro de 22 anos, com alguns meses ali, e pude aprender com essas diferenças e ganhar bagagem profissional para lidar com comportamentos diversos”, avalia.
 
Com o aumento da escolaridade e também das exigências corporativas nos últimos anos, equilibrar a balança entre as habilidades técnica e comportamental é um grande desafio para o crescimento do profissional. Para Aline Cintra, gerente de Recursos Humanos da Schneider-Eletric, a competência técnica é muito importante, mas pode ser desenvolvida. Para que uma carreira seja sustentável ao longo do tempo, no entanto, a competência comportamental é fundamental. Do mesmo modo, em nada adianta o empregado corresponder à cultura organizacional da companhia e aos seus valores e não responder à parte técnica.
 
Para Patrícia Zaborowsky, gerente de Recursos Humanos e Comunicação da Unidade de Negócio Nióbio e Fosfato da Anglo American, a geração atual tem uma formação melhor do que as anteriores, com domínio de diversos idiomas e graduação em faculdades de primeira linha, por exemplo. “Esses jovens têm, em determinados casos, uma ambição que nem sempre condiz com a maturidade profissional justamente por possuírem menos experiência em contraponto à sólida formação; mas isso não significa baixo desempenho; muito pelo contrário”, diz Patrícia.
 
No caso da Anglo American não há uma capacitação específica para essa categoria profissional, mas todos os líderes recebem treinamentos de gestão, com o objetivo de fazer com que as diferenças entre a “entrega individual”, que era esperada antes, e a “entrega por meio da colaboração em equipe” sejam percebidas. Além disso, há coaching interno para ajudar na performance individual e, em alguns casos, externo, para pessoas que estão assumindo a posição pela primeira vez, por exemplo. A Schneider-Eletric também não desenvolve treinamentos específicos para os mais jovens, mas tem ferramentas de avaliação de performance e competências que começam pela autoavaliação do profissional e, posteriormente, pela avaliação de seu gestor e de pessoas que atuaram com ele durante o período analisado.
 
Internet e redes sociais
 
Se, para alguns da geração analógica, a internet pode apresentar alguma dificuldade, para as novas gerações, navegar na web é tão comum quanto tomar um refrigerante. E seu uso no local de trabalho é uma das grandes discussões nas companhias. Os jovens de hoje convivem desde muito cedo com o mundo digital e contam com acesso a múltiplas plataformas de conhecimento, o que proporciona uma maior exposição ao mundo e influencia as competências comportamentais. Para a consultora Deborah Carceles, as redes sociais contribuem positivamente com a “afiliação” e com o sentido de “pertencimento”, necessários à formação da personalidade. Também eliminam as barreiras geográficas e ampliam as oportunidades de inclusão no mercado de trabalho e no mundo.
 
 
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segunda-feira, 25 de março de 2013

Como evitar os “micos”, quando da busca por um bom palestrante?


1) Em primeiro lugar devemos pensar sobre o objetivo da contratação, que pode ser para complementar uma comemoração ou para adicionar conteúdo e conhecimento visando criar melhorias de processos.

2) Tanto para objetivos comemorativos, como o de necessidades técnicas é preciso pesquisar adequadamente o perfil e histórico do profissional, da mesma forma como fazemos quando da contratação de um novo colaborador, exigindo todo o seu histórico para que se comprove de fato a sua experiência e domínio da sua especialidade, digo domínio incluindo a sua vivência e experiência atual para demostrar a própria visão atualizada em relação à realidade e comportamento dinâmico do mercado, pois qualquer profissional que atua nesse mercado de palestras necessariamente deve conhecer como funciona e o que é possível de fato ser usado na prática no dia a dia operacional. Complementando a sua contratação deve-se atentar a pesquisa diante da sua comprovação histórica, buscando a certificação da sua formação acadêmica e profissional que justificaram a sua atividade expositiva, assim como, exigir fontes confiáveis e documentais que ofertem bases para a segurança dos propósitos do evento, evitando o risco de quebra de imagens frente a sua base de públicos a serem atingidos, sejam internos ou externos.

3) Um bom palestrante deve ofertar subsídios de garantias a sua performance acima do tempo da sua apresentação, propondo sempre um espaço adicional para que entre "perguntas e respostas" venha a complementar as dúvidas e adições específicas diante das necessidades do seu público. 

4) É sempre importante entender que uma palestra, não resolve os problemas de ninguém, ela tem por objetivo ofertar direções, e como tudo nesse mundo, resultados serão consequências da qualidade das ideias apresentadas versus a aceitação e aprovação do contratante, para que diante disso possa de alguma forma contribuir para os avanços das organizações e seus colaboradores.

5) Investimento: quando se busca alguma forma de treinamento e se tem como foco o aprimoramento dos seus colaboradores, nunca devemos atentar as questões isoladamente, como por exemplo, decisões em cima de preços praticados entre os profissionais que estão sendo cotados, pois com em tudo no mercado existem opções que sempre são proporcionais ao valor da “marca” de cada um. O que deve pesar quando estamos querendo transferir evolução ao que fazemos é a produção do enriquecimento e melhorias, procurando formatar um equilíbrio, tanto no emocional, como no racional das pessoas. O que nunca podemos pensar quando estamos buscando por qualidade, é decidir pela aquisição de um “Lada”, por não querer investir para ser um “BMW”, pois nossas seguranças estão nas atitudes e decisões que afastem compras que nos exponham a riscos "tipo gato por lebre" e suas consequências negativas diante do objeto e intensão da contratação.

6) Conclusão final: todo profissional que atua com palestras deve ser visto e reconhecido como um professor, que acima de tudo tenha história contínua na sua área de atuação. A sua capacidade expositiva deve por obrigação reter a atenção do público, pela qualidade, experiência e segurança do seu conhecimento e utilidade das suas apresentações.
 
 
 
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quarta-feira, 20 de março de 2013

As marcas de valor no varejo brasileiro 2013

Nota: O que define o valor de uma marca é forma do como ela consegue satisfazer suas relações junto aos seus fornecedores, colaboradores, de forma a conquistar credibilidade como referência nas decisões de compras dos seus produtos e serviços. Um adicional representativo e contemporâneo para se validar esse valor é a forma sustentável, transparente e ética do como a empresa seleciona e se relaciona como seus parceiros e sua contribuição em valores junto a sociedade.(Sérgio Dal Sasso)
 
Tema: As marcas mais valiosas do varejo Brasileiro em 2013
Fonte: Exame
 
A Natura é a marca mais valiosa do varejo no país, com valor de quase 4 bilhões de dólares, segundo o relatório anual Best Retail Brands 2013 (melhores marcas de varejo), da consultoria internacional de branding Interbrand.
O estudo, divulgado hoje, traz pela primeira vez marcas brasileiras. O ranking prossegue com a Renner, quase oito vezes menor que o primeiro lugar, e avaliada em 500 milhões de dólares. O primeiro lugar mundial é do Walmart, com valor de marca de 141 bilhões de dólares.
 
Entre os critérios de avaliação, a consultoria observa o monitoramento das necessidades dos consumidores, cultura de resposta eficiente e experiência de marca, entre outros. Clique nas imagens para ver a lista completa das varejistas mais valiosas do país.
 
1º. Natura - 3,9 bilhões de dólares
Com uma assinatura simples para sua marca (“bem estar bem”), a Natura consolidou-se como referência no setor de cosméticos, apoiada em produtos ligados à sustentabilidade e em sua constante renovação de portfólio. Segundo o relatório, 67% da oferta da empresa foi renovada em 2012.
 
2º. Renner - 512 milhões de dólares
Com suas 11 marcas privadas de lyfestyle e duas de acessórios e cosméticos, a varejista de moda apurou satisfação com experiência de compra em 96% dos seus 22 milhões de consumidores, segundo o relatório. Para acompanhar a demanda, a companhia expandi-se para 176 lojas ano passado.
 
3º. Casas Bahia - 382 milhões de dólares
Top of mind na categoria desde 2006, a varejista de móveis e eletrodoméstico colhe os frutos do crescimento do consumo. A marca permanece a maior anunciante publicitária do país, com investimento de 3,5 bihões de reais em 2012.
 
4º. Lojas Americanas - 361 milhões de dólares
A imagem da companhia protagoniza grandes desafios recentes, como os problemas relatados na entrega dos produtos via e-commerce. A experiência física das lojas também não se destaca da concorrencia, destaca o relatório. A marca tem o desafio de reconquistar a confiança do consumidor e deve apostar num reposicionamento.
 
5º. Extra - 319 milhões de dólares
A cadeia de supermercados escolheu a estratégia de expandir sua presença através de diferentes formatos e tamanhos de lojas. Muito do seu crescimento recente pode ser conectado ao update em seu posicionamento de imagem, que tem procurado sair do apelo promocional para um território mais emocional - sinal de maturidade, afirma a consultoria.
 
6º.Hering - 212 milhões de dólares
Uma das marcas mais genuinamente nacionais, a a empresa teve o crescimento mais expressivo do ranking. Com um aumento de valor de marca de 86% no último ano, a Hering também é uma das poucas grandes varejistas que cria, fabrica e vende exclusivamente os seus produtos, destaca a Interbrand.
 
7º. Pão de Açúcar - 187 milhões de dólares
2012 foi um ano turbulento para o Grupo Pão de Açúcar, e a rede de supermercados homônima recebeu boa dose do impacto. Ainda assim, no que diz respeito à relação com o publico, houve dados marcantes de crescimento - Taeq e Qualitá, marcas próprias, aumentaram vendas em 14% ano passado, afirma o relatório.
 
8º. Havaianas - 167 milhões de dólares
A marca, que cresceu exportando brasilidade e apostando em variedade de produtos, redefiniu uma categoria e garantiu presença global (agora vendida em mais de 60 países), destaca a Interbrands. De acessório simples à ícone de moda, a empresa viu as vendas de lojas próprias cresceram 35% ano passado, com 249, ao todo, no território nacional.
 
9º. Pontofrio - 147 milhões de dólares
Ao longo da sua história, a varejista mudou de posição várias vezes, mas agora tenta estabilizar-se no segmento premium. Deixando de lado o slogan ”Tudo de melhor pelo melhor preço", em 2012 a companhia finalizou sua reformulação de marca adotando o mote “Viva a inovação”.
 
10º. Magazine Luiza - 136 milhões de dólares
Com seu plano de expansão enérgico, 129 novas lojas nos últimos dois anos, a empresa colhe os frutos da expansão do consumo nacional. A iniciativa da criação de lojas virtuais colaborativas, que permite aos consumidores criarem suas próprias lojas do Magazine Luiza nas redes sociais, ajudou a marca a conquistar espaço no terreno digital, diz a pesquisa.
 
 
 
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