Para planejar é preciso ter as bases para evoluir dentro do que podemos esperar dos cenários econômicos. O otimismo ou pressimismo deve ser consequencia do quanto acreditamos no como esperamos fazer, mas o jogo e suas ações partem das coisas fortes que nos permitem reunir para agir a partir do hoje. (Sérgio Dal Sasso)
Fonte: Adriana Fernandes e Lu Aiko Otta / O Estado de S. Paulo
Com o crescimento econômico mais baixo do que o esperado em 2011, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já começou a traçar com sua equipe uma estratégia para acelerar a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,5% este ano, nível mínimo que cobra a presidente Dilma Rousseff.
Novas medidas voltadas para o estímulo ao crédito deverão ser acionadas mais uma vez para garantir um crescimento maior, sobretudo no segundo semestre deste ano.
Ainda tendo que lidar com fortes restrições no Orçamento, o governo também contará com as gigantes Petrobrás e Eletrobrás para ajudar no impulso do crescimento econômico. O presidente da estatal do setor elétrico, José da Costa Carvalho, por exemplo, anunciou que investirá R$ 13,3 bilhões este ano, 48% a mais do que em 2011.
O economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, também vê nas estatais um bom espaço para o governo federal aquecer a atividade econômica.
"A Eletrobrás está com os programas em dia, a Petrobrás está um pouco atrasada, mas as duas têm projetos prontos e fornecedores preparados", avaliou. "É questão de começar."
Concessões de aeroportos e rodovias federais, que não ocorreram no primeiro ano do governo Dilma, agora deverão sair do papel e desencadear investimentos no setor privado, segundo apostam economistas do governo. Os aeroportos de Viracopos, Brasília e Guarulhos deverão ser leiloados no dia 6 de fevereiro. Na próxima quarta-feira, será leiloada a concessão de um trecho da rodovia BR 101.
Entre os técnicos, há forte aposta também no setor da construção civil, animado pelo programa Minha Casa Minha Vida. Prejudicado em 2011 pela redefinição de critérios para as habitações, o programa deverá ganhar volume ao longo deste ano e ajudar a acelerar o ritmo de atividade econômica.
BNDES. Nos Estados e municípios, o governo espera uma reação mais forte dos investimentos no primeiro semestre. No fim do ano passado, a Fazenda autorizou um grupo de governadores a tomar novos empréstimos, no total de R$ 37 bilhões. São Paulo, por exemplo, ganhou um reforço de R$ 7 bilhões.
Se houver necessidade, não está descartado um novo reforço de caixa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao longo de 2012, além do empréstimo de R$ 10 bilhões que já foi anunciado para ser liberado no início do ano. Assim, haverá mais recursos para as empresas que queiram expandir sua capacidade produtiva.
O governo conta também com o efeito dos cortes de juros iniciados pelo Banco Central (BC) em agosto do ano passado. Nesse caso, paradoxalmente, o melhor cenário para o governo é uma recuperação mais lenta da economia mundial. Isso evitaria o risco de alta dos preços das commodities, que teria impacto sobre a inflação. Com a Europa crescendo perto de zero, os Estados Unidos na casa de 2% e China e Índia desacelerando, serão maiores as chances de a inflação brasileira fechar o ano na casa de 5%.
O aumento de 14% no salário mínimo e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos eletrodomésticos, medidas anunciadas em 2011, também surtirão efeitos importantes principalmente no início do ano, quando a economia estará mais desaquecida.
Frustração. A presidente Dilma está extremamente preocupada com o risco de o crescimento de 2012 novamente frustrar o governo como ocorreu no ano passado. O BC prevê uma alta de 3,5% do PIB este ano e a avaliação no governo é de que há riscos concretos de um resultado mais baixo, se não houver uma coordenação efetiva e "tempestiva" para impulsionar a atividade e evitar que investimentos privados sejam adiados por causa da possibilidade de um crescimento mais lento.
As perspectivas para o crescimento e a inflação num mundo em crise foram o tema da reunião convocada na quarta-feira passada por Dilma, que forçou ministro da Fazenda, Guido Mantega, a interromper um curto período de férias. Também participou da conversa o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
Primeiro semestre. O governo trabalha com o cenário de um crescimento mais suave no primeiro semestre do ano. A expectativa é de que a taxa de juros possa cair para um patamar de 9,5% e, se possível, mais um pouco, para 9%. No segundo semestre, quando se espera uma parada da queda dos juros, a economia já estaria em ritmo mais acelerado, garantindo também uma arrecadação mais forte.
Essa visão é compartilhada por economistas do setor privado. Relatório divulgado pelo banco Itaú, por exemplo, diz que a economia brasileira estará crescendo a um ritmo superior a 5% no segundo semestre de 2012.
Mas, como a primeira metade do ano será ainda fraca, a taxa anual ficará em 3,5%.
Fonte: Adriana Fernandes e Lu Aiko Otta / O Estado de S. Paulo
Educação Profissional
Visão integrada: mercado e desenvolvimento profissional
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A leitura e as transformações
Fonte: canal rh
"A leitura é a base da educação, é a chance que temos para enriquecer o pensar e assim se desenvolver para que a comunicação seja estabelecida em todos os níveis, com a qualidade de uma mente esclarecida, rica e sempre contemporânea". (Sérgio Dal Sasso)
Cientes de que os livros são a porta de entrada para o conhecimento, muitas empresas estão adotando programas de incentivo à leitura, contribuindo para o aprimoramento profissional e pessoal dos colaboradores. As iniciativas incluem bibliotecas próprias e acervos que, em alguns casos, ultrapassam dois mil títulos. “Todas as empresas deveriam buscar uma gestão mais transformadora”, ensina a presidente do Comitê de Responsabilidade Social da Copagaz, Elizete Paes.
A distribuidora de gás de cozinha mantém, desde 2008, o Programa de Incentivo à Leitura, por meio do qual seus 1.500 funcionários encontraram mais uma janela para o desenvolvimento pessoal e profissional. “É necessário um comprometimento com a educação dos colaboradores”, analisa Elizete.
O trabalho dá continuidade a um programa de formação educacional iniciado pela Copagaz há 12 anos. Com ele, a empresa já conseguiu erradicar o analfabetismo, que era de 30% entre os funcionários que atuam nas chamadas plantas de engarrafamento de gás. Também subsidia 70% das mensalidades escolares de graduações, pós-graduações, MBAs, doutorados e cursos de língua. Vencidas essas etapas, a empresa decidiu apostar na atualização dos colaboradores. “Então surgiu a ideia de montar bibliotecas em cada uma das unidades”, lembra Elizete.
O acervo, que varia de 2.000 a 2.500 títulos em cada biblioteca – entre didáticos, obras de referência, romances e enciclopédias, foi todo doado por diferentes fontes: convênios com editoras e com as autoridades, além da boa vontade de representantes, clientes e até de funcionários. A Copagaz se encarrega de bancar a estrutura dos espaços – salas das próprias unidades, que são adaptadas com prateleiras e computadores. Os próprios colaboradores se oferecem para atender aos leitores e controlar os empréstimos em esquema de revezamento. Em cada biblioteca a empresa investiu cerca de R$ 15 mil.
“O programa foi criado para complementar o ciclo de oportunidades em formação educacional que a empresa oferece”, esclarece Elizete. “A leitura torna as pessoas mais participativas, mais críticas, seletivas, e com um melhor aprendizado social, cultural e político.”
Lição de casa
No grupo Cometa, que possui 15 concessionárias de veículos das marcas Honda e Volkswagen em todo o país e mais de 1.300 funcionários, o compromisso com a leitura vale bônus. Como parte do programa Cometa Leitura, além de ler no mínimo um livro por mês, o funcionário precisa apresentar ao RH um resumo do conteúdo lido, sob pena de perda de bônus para quem não faz a lição de casa. “Mesmo que uma concessionária atinja suas metas, o colaborador só recebe a bonificação se for participante do programa”, esclarece a coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa, Rita de Cássia Serra.
Os funcionários não reclamam, segundo ela. Na verdade, foi um pouco em resposta a um pedido deles que a iniciativa passou de uma ação informal para um projeto estruturado. “Tudo começou com o livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas [Ibep/Nacional, 2000], do Dale Carnegie”, lembra o diretor presidente do grupo Cometa, Francis Maris Cruz, responsável pela gênese do Cometa Leitura. “Eu li, gostei e achei que todos os gerentes deveriam ler.” Cruz comprou um exemplar do volume para cada gerente, em cada uma das lojas, e recomendou que todo o quadro de líderes lesse a obra. “Tudo sem compromisso.
Os livros ficavam nas concessionárias para quem quisesse ler”, conta. Depois desse título vieram outros e mais outros, até que cada loja acumulou uma coleção de obras nas áreas de empreendedorismo, autoconhecimento, vendas e liderança – perfil de leitura que o projeto mantém até hoje. “Depois dos primeiros livros, começamos a receber e-mails dos funcionários nos agradecendo, contando que os livros que eles leram serviram muito no trabalho e mesmo em casa”, segue Cruz. Essa reação, somada ao fato de que muitos dos ocupantes dos cargos de chefia, na época, não tinham o nível superior, fez com que a iniciativa tomasse a forma atual.
Vestígios no dia a dia
A coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa conta que os resultados do trabalho são sensíveis, e que entre os benefícios computados estão a melhoria na comunicação e nos relacionamentos interpessoais, um reforço na formação de liderança, a melhoria do desempenho operacional e o aumento da produtividade. A gerente de RH do grupo, Maria Estela Hreciuk, ressalta que as mudanças podem ser sentidas no dia a dia das concessionárias. “Há um interesse por parte das pessoas em fazer as coisas de maneira diferente”, explica. “Mesmo quando elas não sabem algo, há a iniciativa de procurar ajuda para saber como fazer da maneira correta.”
Quem melhor pode contar essa história é o encarregado de oficina Robson Fernandes de Freitas, funcionário da Cometa há quatro anos. Ele confessa que, no início, achava os “livros de empresa” chatos, mas depois que leu o primeiro – Posso Até Estar Apagado, Mas Fui Feito Para Brilhar, de Daniel Godri (Eko, 1999) – não parou mais. “Falava de motivação”, lembra Robson. “Depois me interessei pelos livros que contavam alguma história, porque eu queria saber o final.” Mas a curiosidade cedeu lugar à sede de conhecimento e Robson mudou o foco. “Comecei a querer mais, queria livros para o meu crescimento, meu desenvolvimento profissional. Então comecei a pegar os livros que falavam de liderança.” De mecânico, ele passou a encarregado e já estabeleceu novas metas. “Já estou pensando no próximo passo, que seria gerente de serviços”, planeja.
"A leitura é a base da educação, é a chance que temos para enriquecer o pensar e assim se desenvolver para que a comunicação seja estabelecida em todos os níveis, com a qualidade de uma mente esclarecida, rica e sempre contemporânea". (Sérgio Dal Sasso)
Cientes de que os livros são a porta de entrada para o conhecimento, muitas empresas estão adotando programas de incentivo à leitura, contribuindo para o aprimoramento profissional e pessoal dos colaboradores. As iniciativas incluem bibliotecas próprias e acervos que, em alguns casos, ultrapassam dois mil títulos. “Todas as empresas deveriam buscar uma gestão mais transformadora”, ensina a presidente do Comitê de Responsabilidade Social da Copagaz, Elizete Paes.
A distribuidora de gás de cozinha mantém, desde 2008, o Programa de Incentivo à Leitura, por meio do qual seus 1.500 funcionários encontraram mais uma janela para o desenvolvimento pessoal e profissional. “É necessário um comprometimento com a educação dos colaboradores”, analisa Elizete.
O trabalho dá continuidade a um programa de formação educacional iniciado pela Copagaz há 12 anos. Com ele, a empresa já conseguiu erradicar o analfabetismo, que era de 30% entre os funcionários que atuam nas chamadas plantas de engarrafamento de gás. Também subsidia 70% das mensalidades escolares de graduações, pós-graduações, MBAs, doutorados e cursos de língua. Vencidas essas etapas, a empresa decidiu apostar na atualização dos colaboradores. “Então surgiu a ideia de montar bibliotecas em cada uma das unidades”, lembra Elizete.
O acervo, que varia de 2.000 a 2.500 títulos em cada biblioteca – entre didáticos, obras de referência, romances e enciclopédias, foi todo doado por diferentes fontes: convênios com editoras e com as autoridades, além da boa vontade de representantes, clientes e até de funcionários. A Copagaz se encarrega de bancar a estrutura dos espaços – salas das próprias unidades, que são adaptadas com prateleiras e computadores. Os próprios colaboradores se oferecem para atender aos leitores e controlar os empréstimos em esquema de revezamento. Em cada biblioteca a empresa investiu cerca de R$ 15 mil.
“O programa foi criado para complementar o ciclo de oportunidades em formação educacional que a empresa oferece”, esclarece Elizete. “A leitura torna as pessoas mais participativas, mais críticas, seletivas, e com um melhor aprendizado social, cultural e político.”
Lição de casa
No grupo Cometa, que possui 15 concessionárias de veículos das marcas Honda e Volkswagen em todo o país e mais de 1.300 funcionários, o compromisso com a leitura vale bônus. Como parte do programa Cometa Leitura, além de ler no mínimo um livro por mês, o funcionário precisa apresentar ao RH um resumo do conteúdo lido, sob pena de perda de bônus para quem não faz a lição de casa. “Mesmo que uma concessionária atinja suas metas, o colaborador só recebe a bonificação se for participante do programa”, esclarece a coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa, Rita de Cássia Serra.
Os funcionários não reclamam, segundo ela. Na verdade, foi um pouco em resposta a um pedido deles que a iniciativa passou de uma ação informal para um projeto estruturado. “Tudo começou com o livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas [Ibep/Nacional, 2000], do Dale Carnegie”, lembra o diretor presidente do grupo Cometa, Francis Maris Cruz, responsável pela gênese do Cometa Leitura. “Eu li, gostei e achei que todos os gerentes deveriam ler.” Cruz comprou um exemplar do volume para cada gerente, em cada uma das lojas, e recomendou que todo o quadro de líderes lesse a obra. “Tudo sem compromisso.
Os livros ficavam nas concessionárias para quem quisesse ler”, conta. Depois desse título vieram outros e mais outros, até que cada loja acumulou uma coleção de obras nas áreas de empreendedorismo, autoconhecimento, vendas e liderança – perfil de leitura que o projeto mantém até hoje. “Depois dos primeiros livros, começamos a receber e-mails dos funcionários nos agradecendo, contando que os livros que eles leram serviram muito no trabalho e mesmo em casa”, segue Cruz. Essa reação, somada ao fato de que muitos dos ocupantes dos cargos de chefia, na época, não tinham o nível superior, fez com que a iniciativa tomasse a forma atual.
Vestígios no dia a dia
A coordenadora dos projetos sociais do grupo Cometa conta que os resultados do trabalho são sensíveis, e que entre os benefícios computados estão a melhoria na comunicação e nos relacionamentos interpessoais, um reforço na formação de liderança, a melhoria do desempenho operacional e o aumento da produtividade. A gerente de RH do grupo, Maria Estela Hreciuk, ressalta que as mudanças podem ser sentidas no dia a dia das concessionárias. “Há um interesse por parte das pessoas em fazer as coisas de maneira diferente”, explica. “Mesmo quando elas não sabem algo, há a iniciativa de procurar ajuda para saber como fazer da maneira correta.”
Quem melhor pode contar essa história é o encarregado de oficina Robson Fernandes de Freitas, funcionário da Cometa há quatro anos. Ele confessa que, no início, achava os “livros de empresa” chatos, mas depois que leu o primeiro – Posso Até Estar Apagado, Mas Fui Feito Para Brilhar, de Daniel Godri (Eko, 1999) – não parou mais. “Falava de motivação”, lembra Robson. “Depois me interessei pelos livros que contavam alguma história, porque eu queria saber o final.” Mas a curiosidade cedeu lugar à sede de conhecimento e Robson mudou o foco. “Comecei a querer mais, queria livros para o meu crescimento, meu desenvolvimento profissional. Então comecei a pegar os livros que falavam de liderança.” De mecânico, ele passou a encarregado e já estabeleceu novas metas. “Já estou pensando no próximo passo, que seria gerente de serviços”, planeja.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Treinamento empresarial - Visão Contemporânea
Fonte: GS&MD
Autor: Daniel Maganha
Muitas transformações ocorreram na área de treinamento das empresas nas últimas décadas. Mudanças em nomenclatura do setor, atuação estratégica e maior aproximação em relação à realidade dos profissionais têm sido uma constante da área que, em muitas vezes, foi fisgada dos Recursos Humanos e encaixada em áreas mais “nobres”, como Marketing, Planejamento ou mesmo Operações. Ainda assim, a área de treinamento estende com orgulho o seu papel quase humanitário de “desenvolvimento de gente”, carregando consigo grandes desafios, como a “formação” e até mesmo a “educação” das pessoas dentro das empresas. Mas o que exatamente isso significa?
Hinrichis, já em 1976, definia treinamento como “qualquer procedimento, de iniciativa organizacional, cujo objetivo é ampliar a aprendizagem entre os membros da organização”. Com a “aprendizagem organizacional” nas costas, as áreas de treinamento lidam com um desafio ainda maior – o do fazer aprender. Assim, o problema é fazer com que a organização não seja apenas qualificada e competitiva, mas também qualificante, no sentido de oferecer diversas oportunidades de crescimento a seus membros.
Nem sempre foi assim. Concebida junto ao movimento taylorista, a área de treinamento inicialmente era responsável pelo mecanismo formal de aquisição de conhecimento nas organizações. Nessa lógica, o treinamento em si funcionava quase como uma receita que deveria ser seguida pelo trabalhador, sem qualquer questionamento, o que o assemelhava muito mais a um “adestramento”. Hoje, a área de treinamento e seu papel “educador” dentro das empresas têm a missão de oferecer treinamentos que não só conduzam, mas também estimulem o colaborador a refletir sobre o que é transmitido. Assim, a área de treinamento ganhou um novo objetivo e, ao mesmo tempo, um novo aliado: o colaborador – a ele foi destinada grande responsabilidade sobre seu próprio aprendizado.
Desde então, as empresas passaram a buscar profissionais que conseguissem mobilizar suas qualificações (responsabilização pelo autodesenvolvimento), fato que alterou bruscamente o significado do treinamento nas empresas. Afinal, para que treinar o colaborador se o profissional também precisa agir em prol do seu desenvolvimento? Nasceram daí os processos de educação organizacional, o desenvolvimento personalizado e muitos outros formatos que produziriam, juntos, as universidades corporativas do século XXI. E o treinamento, finalmente, saiu da sala de aula. Hoje, os processos de aquisição de informações dentro das empresas extrapolam os limites formais da organização e são, na verdade, ilimitados. Reuniões formais e informais, visitas e clientes, pesquisas, leituras... É difícil, senão impossível, definir como os indivíduos assimilam e constroem seu conhecimento.
Entretanto, ao contrário do que essa imensa transformação pode sugerir, a área de treinamento das empresas (agora chamada de Gestão de Talentos, Desenvolvimento Organizacional e Educação Corporativa, entre outras terminologias mais soberbas) sofre hoje com uma limitação de atuação decorrente de todo esse processo: a dependência. T&D deixou de ser capaz de, sozinho, garantir a transferência de aprendizagem. Estrategicamente mais poderosa, a área de treinamento empreende ações muitas vezes ineficazes nas empresas que não constituem, em si, um processo fechado.
Hoje, essas ações dependem do suporte de gestores, de mecanismos e de políticas internas para garantir o aprendizado profissional dos colaboradores. E dependem, essencialmente, desses colaboradores para alcançar o sucesso – e isso nem sempre é simples por depender do engajamento desses profissionais à organização. Afinal, só aprende quem quer...
Muitos autores já alardearam a importância do ambiente de trabalho para garantir esse engajamento e a durabilidade dos efeitos de treinamento sobre o desempenho individual. Nesse cenário, vemos surgir a valorização (muitas vezes até exagerada) de mecanismos informais de aquisição de conhecimento, ganhando destaque aqueles baseados na experiência de trabalho (on the job, imitação, aprender fazendo). A palavra-chave é a “socialização” – o aprendizado se daria pela plena interação social e, portanto, está forjado no papel ativo dos indivíduos na construção dos seus próprios conhecimentos.
E a área de treinamento? Bem, em uma visão imediatista, a ela caberia a tarefa de fomentar esse ambiente “frutífero” de conteúdos e de direcionamentos, mas com o cuidado de não interferir nas construções do conhecimento individual. Seria um papel quase obscuro e de apoio. Mas não acreditamos nessa visão: a área de treinamento tem hoje não apenas a tarefa de construir esse ambiente, mas também avaliar, monitorar, aproximá-la ao negócio e, mais do que isso, estender novamente com orgulho o seu papel em “desenvolvimento de gente”, permitindo às pessoas mudar a forma como pensam e agem, e não mais simplesmente obrigando-as a fazê-lo.
Isso é que é desafio
Autor: Daniel Maganha
Muitas transformações ocorreram na área de treinamento das empresas nas últimas décadas. Mudanças em nomenclatura do setor, atuação estratégica e maior aproximação em relação à realidade dos profissionais têm sido uma constante da área que, em muitas vezes, foi fisgada dos Recursos Humanos e encaixada em áreas mais “nobres”, como Marketing, Planejamento ou mesmo Operações. Ainda assim, a área de treinamento estende com orgulho o seu papel quase humanitário de “desenvolvimento de gente”, carregando consigo grandes desafios, como a “formação” e até mesmo a “educação” das pessoas dentro das empresas. Mas o que exatamente isso significa?
Hinrichis, já em 1976, definia treinamento como “qualquer procedimento, de iniciativa organizacional, cujo objetivo é ampliar a aprendizagem entre os membros da organização”. Com a “aprendizagem organizacional” nas costas, as áreas de treinamento lidam com um desafio ainda maior – o do fazer aprender. Assim, o problema é fazer com que a organização não seja apenas qualificada e competitiva, mas também qualificante, no sentido de oferecer diversas oportunidades de crescimento a seus membros.
Nem sempre foi assim. Concebida junto ao movimento taylorista, a área de treinamento inicialmente era responsável pelo mecanismo formal de aquisição de conhecimento nas organizações. Nessa lógica, o treinamento em si funcionava quase como uma receita que deveria ser seguida pelo trabalhador, sem qualquer questionamento, o que o assemelhava muito mais a um “adestramento”. Hoje, a área de treinamento e seu papel “educador” dentro das empresas têm a missão de oferecer treinamentos que não só conduzam, mas também estimulem o colaborador a refletir sobre o que é transmitido. Assim, a área de treinamento ganhou um novo objetivo e, ao mesmo tempo, um novo aliado: o colaborador – a ele foi destinada grande responsabilidade sobre seu próprio aprendizado.
Desde então, as empresas passaram a buscar profissionais que conseguissem mobilizar suas qualificações (responsabilização pelo autodesenvolvimento), fato que alterou bruscamente o significado do treinamento nas empresas. Afinal, para que treinar o colaborador se o profissional também precisa agir em prol do seu desenvolvimento? Nasceram daí os processos de educação organizacional, o desenvolvimento personalizado e muitos outros formatos que produziriam, juntos, as universidades corporativas do século XXI. E o treinamento, finalmente, saiu da sala de aula. Hoje, os processos de aquisição de informações dentro das empresas extrapolam os limites formais da organização e são, na verdade, ilimitados. Reuniões formais e informais, visitas e clientes, pesquisas, leituras... É difícil, senão impossível, definir como os indivíduos assimilam e constroem seu conhecimento.
Entretanto, ao contrário do que essa imensa transformação pode sugerir, a área de treinamento das empresas (agora chamada de Gestão de Talentos, Desenvolvimento Organizacional e Educação Corporativa, entre outras terminologias mais soberbas) sofre hoje com uma limitação de atuação decorrente de todo esse processo: a dependência. T&D deixou de ser capaz de, sozinho, garantir a transferência de aprendizagem. Estrategicamente mais poderosa, a área de treinamento empreende ações muitas vezes ineficazes nas empresas que não constituem, em si, um processo fechado.
Hoje, essas ações dependem do suporte de gestores, de mecanismos e de políticas internas para garantir o aprendizado profissional dos colaboradores. E dependem, essencialmente, desses colaboradores para alcançar o sucesso – e isso nem sempre é simples por depender do engajamento desses profissionais à organização. Afinal, só aprende quem quer...
Muitos autores já alardearam a importância do ambiente de trabalho para garantir esse engajamento e a durabilidade dos efeitos de treinamento sobre o desempenho individual. Nesse cenário, vemos surgir a valorização (muitas vezes até exagerada) de mecanismos informais de aquisição de conhecimento, ganhando destaque aqueles baseados na experiência de trabalho (on the job, imitação, aprender fazendo). A palavra-chave é a “socialização” – o aprendizado se daria pela plena interação social e, portanto, está forjado no papel ativo dos indivíduos na construção dos seus próprios conhecimentos.
E a área de treinamento? Bem, em uma visão imediatista, a ela caberia a tarefa de fomentar esse ambiente “frutífero” de conteúdos e de direcionamentos, mas com o cuidado de não interferir nas construções do conhecimento individual. Seria um papel quase obscuro e de apoio. Mas não acreditamos nessa visão: a área de treinamento tem hoje não apenas a tarefa de construir esse ambiente, mas também avaliar, monitorar, aproximá-la ao negócio e, mais do que isso, estender novamente com orgulho o seu papel em “desenvolvimento de gente”, permitindo às pessoas mudar a forma como pensam e agem, e não mais simplesmente obrigando-as a fazê-lo.
Isso é que é desafio
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Dicas e frases para a motivação de administradores e empreendedores
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br
Autor: Sérgio Dal Sasso
• Quem cria investe acima do óbvio e quem investe é porque gosta das perspectivas de uma boa rentabilidade. Se você tem grana, não se esqueça de renovar a potencialidade do seu grupo, oferecendo alternativas para que possam produzir melhores soluções. Por outro lado se está faltando “dindim”, não espere, levante e vá atrás, pela procura de associações junto aos meios participativos do seu mercado.
• Para crescer tem que amadurecer começando pelo reconhecimento da própria imperfeição e limitação.
• Seu negócio pode atingir um estágio impar, mas as transformações dos meios sempre pedirão que seja avançadinho em idéias e propostas. Aprenda a substituir os processos que somam por uma capacidade maior de dialogo e troca.
• É muito natural que as pessoas passem a maior parte dos seus tempos pensando, principalmente quando os índices das preocupações são maiores do que as possibilidades de soluções.
• O mundo é uma grande tentativa de demonstração e convencimento de quem e do que pode ser melhor, aonde pessoas e negócios se fundem para uma corrida, que por mais estúpida que seja, deverá responder com fatos e fotos no dia a dia da nossa existência.
• Empresas talentosas são aquelas que focam seus mercados, estudam suas variáveis, detectam oportunidades e procuram continuadamente estabelecer novidades para criar vínculos e serem percebidas pelas ações.
• Quanto mais maduro for o mercado, mais vizinhos indesejáveis e mais ritmo e harmonia serão necessários, tanto para produção do novo, como na habilidade para identificação e ação frente ao que vale ou não dos outros.
• Colhemos pelo resultado do como trabalhamos para dotar de garantias e seguranças as nossas intenções estratégicas, incluindo planos, fases e mobilidades.
• Os valores éticos quando aplicados amenizam retaliações e riscos de quebra de imagem, não só relacionadas por quem sofre a ação, mas também por uma condição perceptiva por parte daqueles que buscam diferenciais para efetuar sua opção de escolha e consumo.
• O principio de tudo está em criar uma condição que permita que o tempo seja administrado com autoconhecimento e prazer, justificando “o viver bem porque merecemos”.
• A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.
• Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou a ser um montão.
• Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, aonde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente.
• Em mercados que não exigem competitividade, podemos sem muito esforço estruturar nossa operacionalidade através da formação de preços pelos próprios custos inerentes ao que estamos propondo.
• Nos meios competitivos nossa orientação está no conhecimento aprofundado do que o mercado quer e pode aceitar e aí ficamos pela necessidade da diferenciação e dependentes da capacidade criativa de produzir e servir melhor que o vizinho.
• A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.
• O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado a sua atividade.
• O esforço da aplicabilidade, ou melhor, a divisão administrável do tempo, é algo parecido com a combinação da persistência com o “saco” para repetir e eliminar falhas, diante de um exercício continuado do pensar e praticar e assim formar novos conjuntos com tecnologia, adaptação e equilíbrio.
• É preciso aprender a sonhar abrindo os olhos diante dos problemas, brigando pelas soluções até que a repetição consiga consolidar os próprios passos. Muitas vezes passamos uma vida tentando ganhar na sena, querendo pular escadas, antes de aprender a como subir e descer, e assim acabamos por nunca completar nada.
• Nascemos e renascemos como crianças todo dia, e tudo que é novo, deve ser explorado pelo inicio, engatinhando, para que evoluções sejam condizentes com amadurecimentos e objetivos.
• No mundo atual nada é amador. Seus passos devem ser dirigidos junto com o conhecimento e domínio das variáveis do mercado pretendido. Isso é o que chamamos de exercícios para a percepção, que fatalmente farão diferença para que as coisas tenham maiores chances de acontecer.
• Filtrar sonhos, ordenar objetivos possíveis, reunir tudo num só conjunto, incluindo idéias, vontade e determinação, organizam a qualidade das ações, garantindo que a luta, tenha pelas atitudes, a diferença entre a produção no papel e disposição pratica para os seus projetos.
• Ninguém nasceu para mandar ou ser mandado, o que se espera é que um bom comandante tenha uma extensa vivencia no campo de batalha e que sua escola venha do crescimento pela alimentação, passo a passo, dimensionando o próprio domínio e visão critica, para a condução de melhorias sem perdas de harmonia pelo que deve ser estabelecido.
• A atitude deve ser sabia, criança, aluna e professora, num “mix” oportuno a cada situação, sejam nas ações táticas aonde somos parte das obrigações, sejam nas ações estratégicas aonde temos que ser parte dos que pensam.
• O grande valor da capacitação vem dos sistemas que criamos para produção de informações, pelo sentido, necessidade e praticidade de uso. O resto é marketing para encher o currículo frente às estúpidas, porém lógicas seleções.
• Não adianta querer ser o que o mercado fantasia como indispensável, é preciso ir de acordo com a sua função, para que possa ser melhorada, pois antes dos enfeites, sua vida sempre será medida por resultados, ganhando e alcançando as etapas em relação ao custo que apresentamos frente aos benefícios que oferecemos.
• Gente boa, com boa formação o mundo está cheio, temos tudo em excesso em todas as profissões e até em titulações para definirem desempregados, basta verificar que ninguém admite que não está fazendo nada, na pior das hipóteses todos viram consultores e palestrantes.
• Competência não é formação, mas a plena solução para torna-se popular em função daquilo que vende ou serve. No mundo do excesso, os produtos tendem a ficarem iguais, e por isso acabamos optando pelas pessoas e equipes acima desta ou daquela marca que representam.
• Quanto do que sonhamos realmente usamos para fazer o que estamos pensando. Muitas vezes ficamos no meio, ou seja, queremos e não fazemos, parte porque nosso dia a dia é tomado de uma necessária obrigação dentro da ironia do sistema, e parte porque é muito difícil ter que encarar os riscos da mudança, sair fora do que consideramos como fronteiras da segurança.
• Entre zero e dez, tudo é questão de estar no local certo com as pessoas certas. Não existe uma avaliação definitiva sobre nada, o que existe é a habilidade para articular o conhecimento rumo a descobertas das melhores possibilidades de adequação do seu potencial junto a públicos interessados.
• Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos. Seus resultados dependem do tamanho das famílias conectadas com o que você faz.
• Tua organização profissional é um ferramental que deve reunir quantidade e qualidade de meios e formas para que o como seja carregado de possibilidades ao que se pretende atingir, antecipando sua garantia de resultados.
• Quando nada está acontecendo, mude a formula, pois ninguém que rejeita irá mudar de opinião enquanto o teu jeitão não se reinventar diante de modelos que aproximem das necessidades daqueles que pretendemos abordar.
• Se teu negócio não reunir o que queria ser com o meio que adotou para viver, mude de rota, pois o equilíbrio estará sempre faltante para garantir que a continuidade acrescente tesão ao que faz.
• Não conseguimos mudanças só pensando nelas, para tudo existirá um dia aonde terás que enfrentar os medos para descobrir, não àquilo que te completa, mas o que te ausenta.
• No mundo da produção em escala, de margens reduzidas e de alta competitividade, para que seu negocio seja referencia precisará, antes, se impor como preferência.
• A coisa toda passou ser justificada de fora para dentro, ou seja, o mercado quer e precisa, cabendo a nós descobrir, criar e lançar conquistando-o na frente da concorrência.
• Reinvenções muitas vezes não vão significar coisas novas, mas recuperações de valores perdidos, e para isso nem sempre serão identificadas pelo que está acontecendo no mundo, mas principalmente no que pode existir para melhorar você e sua vontade para enfrentar transformações, diante dos objetivos, obstáculos e cobranças.
• O que soma no teu crescimento como pessoa que sonha obter realizações é a capacidade de perceber o quanto e quando estamos errando junto com a formação da energia pela vontade de acertar.
• Ser ótimo significa fazer o melhor possível daquilo que potenciais clientes possam apreciar, ser ótimo significa obter informações cíclicas e evolutivas que atualizem os propósitos e respondam com novidades antes dos outros.
• Independentemente da técnica utilizada, sempre terá mais valor aquele cuja fonte estiver mais perto da bica, já que dessa forma não corremos tantos riscos entre o que se fala e o que se entende, e assim garantimos a renovação por um processo continuado de adequação ao que interessa.
• As coisas começam a acontecer quando a tua parte do não faça nada se unir com aquela que diz para fazer tudo. Normalmente adiamos tanta coisa que só lembramos o que faltou quando o tempo já não permite.
• Brigamos para convencer os outros que estamos certos e depois brigamos novamente para justificar porque erramos, e entre erros e acertos, vamos ficando mais velhinhos, o que não significa que temos que ser conservadores, mas ao contrario temos que ser mais nós mesmos, e usar a favor o que aprendemos para facilitar os avanços no dia a dia.
Autor: Sérgio Dal Sasso
• Quem cria investe acima do óbvio e quem investe é porque gosta das perspectivas de uma boa rentabilidade. Se você tem grana, não se esqueça de renovar a potencialidade do seu grupo, oferecendo alternativas para que possam produzir melhores soluções. Por outro lado se está faltando “dindim”, não espere, levante e vá atrás, pela procura de associações junto aos meios participativos do seu mercado.
• Para crescer tem que amadurecer começando pelo reconhecimento da própria imperfeição e limitação.
• Seu negócio pode atingir um estágio impar, mas as transformações dos meios sempre pedirão que seja avançadinho em idéias e propostas. Aprenda a substituir os processos que somam por uma capacidade maior de dialogo e troca.
• É muito natural que as pessoas passem a maior parte dos seus tempos pensando, principalmente quando os índices das preocupações são maiores do que as possibilidades de soluções.
• O mundo é uma grande tentativa de demonstração e convencimento de quem e do que pode ser melhor, aonde pessoas e negócios se fundem para uma corrida, que por mais estúpida que seja, deverá responder com fatos e fotos no dia a dia da nossa existência.
• Empresas talentosas são aquelas que focam seus mercados, estudam suas variáveis, detectam oportunidades e procuram continuadamente estabelecer novidades para criar vínculos e serem percebidas pelas ações.
• Quanto mais maduro for o mercado, mais vizinhos indesejáveis e mais ritmo e harmonia serão necessários, tanto para produção do novo, como na habilidade para identificação e ação frente ao que vale ou não dos outros.
• Colhemos pelo resultado do como trabalhamos para dotar de garantias e seguranças as nossas intenções estratégicas, incluindo planos, fases e mobilidades.
• Os valores éticos quando aplicados amenizam retaliações e riscos de quebra de imagem, não só relacionadas por quem sofre a ação, mas também por uma condição perceptiva por parte daqueles que buscam diferenciais para efetuar sua opção de escolha e consumo.
• O principio de tudo está em criar uma condição que permita que o tempo seja administrado com autoconhecimento e prazer, justificando “o viver bem porque merecemos”.
• A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.
• Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou a ser um montão.
• Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, aonde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente.
• Em mercados que não exigem competitividade, podemos sem muito esforço estruturar nossa operacionalidade através da formação de preços pelos próprios custos inerentes ao que estamos propondo.
• Nos meios competitivos nossa orientação está no conhecimento aprofundado do que o mercado quer e pode aceitar e aí ficamos pela necessidade da diferenciação e dependentes da capacidade criativa de produzir e servir melhor que o vizinho.
• A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.
• O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado a sua atividade.
• O esforço da aplicabilidade, ou melhor, a divisão administrável do tempo, é algo parecido com a combinação da persistência com o “saco” para repetir e eliminar falhas, diante de um exercício continuado do pensar e praticar e assim formar novos conjuntos com tecnologia, adaptação e equilíbrio.
• É preciso aprender a sonhar abrindo os olhos diante dos problemas, brigando pelas soluções até que a repetição consiga consolidar os próprios passos. Muitas vezes passamos uma vida tentando ganhar na sena, querendo pular escadas, antes de aprender a como subir e descer, e assim acabamos por nunca completar nada.
• Nascemos e renascemos como crianças todo dia, e tudo que é novo, deve ser explorado pelo inicio, engatinhando, para que evoluções sejam condizentes com amadurecimentos e objetivos.
• No mundo atual nada é amador. Seus passos devem ser dirigidos junto com o conhecimento e domínio das variáveis do mercado pretendido. Isso é o que chamamos de exercícios para a percepção, que fatalmente farão diferença para que as coisas tenham maiores chances de acontecer.
• Filtrar sonhos, ordenar objetivos possíveis, reunir tudo num só conjunto, incluindo idéias, vontade e determinação, organizam a qualidade das ações, garantindo que a luta, tenha pelas atitudes, a diferença entre a produção no papel e disposição pratica para os seus projetos.
• Ninguém nasceu para mandar ou ser mandado, o que se espera é que um bom comandante tenha uma extensa vivencia no campo de batalha e que sua escola venha do crescimento pela alimentação, passo a passo, dimensionando o próprio domínio e visão critica, para a condução de melhorias sem perdas de harmonia pelo que deve ser estabelecido.
• A atitude deve ser sabia, criança, aluna e professora, num “mix” oportuno a cada situação, sejam nas ações táticas aonde somos parte das obrigações, sejam nas ações estratégicas aonde temos que ser parte dos que pensam.
• O grande valor da capacitação vem dos sistemas que criamos para produção de informações, pelo sentido, necessidade e praticidade de uso. O resto é marketing para encher o currículo frente às estúpidas, porém lógicas seleções.
• Não adianta querer ser o que o mercado fantasia como indispensável, é preciso ir de acordo com a sua função, para que possa ser melhorada, pois antes dos enfeites, sua vida sempre será medida por resultados, ganhando e alcançando as etapas em relação ao custo que apresentamos frente aos benefícios que oferecemos.
• Gente boa, com boa formação o mundo está cheio, temos tudo em excesso em todas as profissões e até em titulações para definirem desempregados, basta verificar que ninguém admite que não está fazendo nada, na pior das hipóteses todos viram consultores e palestrantes.
• Competência não é formação, mas a plena solução para torna-se popular em função daquilo que vende ou serve. No mundo do excesso, os produtos tendem a ficarem iguais, e por isso acabamos optando pelas pessoas e equipes acima desta ou daquela marca que representam.
• Quanto do que sonhamos realmente usamos para fazer o que estamos pensando. Muitas vezes ficamos no meio, ou seja, queremos e não fazemos, parte porque nosso dia a dia é tomado de uma necessária obrigação dentro da ironia do sistema, e parte porque é muito difícil ter que encarar os riscos da mudança, sair fora do que consideramos como fronteiras da segurança.
• Entre zero e dez, tudo é questão de estar no local certo com as pessoas certas. Não existe uma avaliação definitiva sobre nada, o que existe é a habilidade para articular o conhecimento rumo a descobertas das melhores possibilidades de adequação do seu potencial junto a públicos interessados.
• Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos. Seus resultados dependem do tamanho das famílias conectadas com o que você faz.
• Tua organização profissional é um ferramental que deve reunir quantidade e qualidade de meios e formas para que o como seja carregado de possibilidades ao que se pretende atingir, antecipando sua garantia de resultados.
• Quando nada está acontecendo, mude a formula, pois ninguém que rejeita irá mudar de opinião enquanto o teu jeitão não se reinventar diante de modelos que aproximem das necessidades daqueles que pretendemos abordar.
• Se teu negócio não reunir o que queria ser com o meio que adotou para viver, mude de rota, pois o equilíbrio estará sempre faltante para garantir que a continuidade acrescente tesão ao que faz.
• Não conseguimos mudanças só pensando nelas, para tudo existirá um dia aonde terás que enfrentar os medos para descobrir, não àquilo que te completa, mas o que te ausenta.
• No mundo da produção em escala, de margens reduzidas e de alta competitividade, para que seu negocio seja referencia precisará, antes, se impor como preferência.
• A coisa toda passou ser justificada de fora para dentro, ou seja, o mercado quer e precisa, cabendo a nós descobrir, criar e lançar conquistando-o na frente da concorrência.
• Reinvenções muitas vezes não vão significar coisas novas, mas recuperações de valores perdidos, e para isso nem sempre serão identificadas pelo que está acontecendo no mundo, mas principalmente no que pode existir para melhorar você e sua vontade para enfrentar transformações, diante dos objetivos, obstáculos e cobranças.
• O que soma no teu crescimento como pessoa que sonha obter realizações é a capacidade de perceber o quanto e quando estamos errando junto com a formação da energia pela vontade de acertar.
• Ser ótimo significa fazer o melhor possível daquilo que potenciais clientes possam apreciar, ser ótimo significa obter informações cíclicas e evolutivas que atualizem os propósitos e respondam com novidades antes dos outros.
• Independentemente da técnica utilizada, sempre terá mais valor aquele cuja fonte estiver mais perto da bica, já que dessa forma não corremos tantos riscos entre o que se fala e o que se entende, e assim garantimos a renovação por um processo continuado de adequação ao que interessa.
• As coisas começam a acontecer quando a tua parte do não faça nada se unir com aquela que diz para fazer tudo. Normalmente adiamos tanta coisa que só lembramos o que faltou quando o tempo já não permite.
• Brigamos para convencer os outros que estamos certos e depois brigamos novamente para justificar porque erramos, e entre erros e acertos, vamos ficando mais velhinhos, o que não significa que temos que ser conservadores, mas ao contrario temos que ser mais nós mesmos, e usar a favor o que aprendemos para facilitar os avanços no dia a dia.
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