Palestrante Sérgio Dal Sasso

sábado, 5 de dezembro de 2015

Gestão dentro da imprevisibilidade

Artigo publicado na nossa coluna no Portal administradores em 05/12/2015

Existem períodos onde os ventos são fortes e capazes de impulsionar nossos barcos sem o esforço adicional dos acessórios. Em outros temos que entender que mesmo quando impossibilitados se fazer tudo que poderíamos. O que vai pesar é o uso do equilíbrio a ser conjugado com a competência.

Os momentos de imprevisibilidade são aqueles onde não temos as informações necessárias para que possamos trabalhar planejadamente acima do curto prazo. Quase como estar no meio de uma estrada equipados com a melhor tecnologia e conhecimento, porém diante de uma nebulosidade que não nos permite enxergar nada além de três metros à nossa frente. Nesses casos temos que dobrar as atenções, reduzir a velocidade e pensar metro a metro o como teremos que fazer para garantir as soluções de continuidade.

Aspectos refletidos por esse período estão relacionados com a amplitude da palavra dúvida, ou seja, quando menos previsibilidade do que vem pela frente, mais incertezas que por tabela afetarão nossos planos pela ausência da própria visão macro externa, que acabam por criar incertezas no qualitativo das decisões diante dos problemas quantitativos que ultrapassam a lógica econômica dos negócios, pela prioridade de ter que atentar a gestão financeira, normalmente ofuscada por captações de recursos acima da capacidade dos desembolsos necessários a sua administração.

Nesses momentos a palavra ação é suplantada pela prevenção, ou seja, nossas atitudes não poderão ir além da realidade do que estamos passando ou mesmo conseguindo enxergar. Nesse caso a medida mais apropriada é a de se organizar através do desenvolvimento de modelos que sejam mais flexíveis e que possam se adequar aos altos e baixos com uma maior resiliência entre os fatos para que as atitudes possam significar respostas em tempo certo, num sentido de cada ação deverá estar mais adequada pela situação a ser vivenciada no dia, na semana ou talvez no mês.

O maior impacto de uma crise econômica é a redução das procuras por parte dos consumidores e evidentemente as causas são conhecidas: ausência de recursos, créditos e inseguranças para usá-los. Os reflexos de qualquer redução e em qualquer mercado é o de conseguir adequar o que fazemos com o que se pode para manter o equilíbrio das atividades, destacando-se: criatividade, eliminação dos excessos, metodologias de processos eliminando desperdícios, manutenção da qualidade (produtos e métodos de serviços), preços compatíveis aos segmentos representados, estrutura consultiva com potencial de entender o mercado junto com a versatilidade de ofertar produtos ou serviços para que sejam como necessários.

Nesse momento o que não devemos pensar é na passividade pelo esperar no aonde tudo vai chegar. O que devemos é reativar o lado pró-ativo concentrando uma atenção especial nos campos das negociações, que possam aprimorar o conjunto: entrada, meios e saídas das organizações.

Vivemos em um momento onde não teremos no médio prazo medicações onde qualquer “sonrisal” será suficiente para eliminar a atenção diária de tudo que nos rodeia e curar as dores de cabeça. Nossos objetivos deverão incluir vários desgastes, noites com sonos complicados, mas tudo que passamos é parte do que temos que aprender e superar.

Mas vale lembrar que ser positivo é acreditar e ter a capacidade e inteligência para garantir a sustentação do que fazemos pelo tempo necessário, já que tudo que vem, também volta.


Pior é igual ao pior. Acho que não temos mais nada para ser surpreendidos. A questão do embrulho é a de quem vai pagar as nossas contas. A resposta está no seu melhor, no ir além dos limites para que a contabilização do que faz possa mantê-lo nesses momentos incertos.” (Sérgio Dal Sasso)

terça-feira, 28 de julho de 2015

BOLSAS NÓ DE PANO: modelos de negócios atacado

NÓ DE PANO - MODELOS DE NEGÓCIOS ATACADO

A linha “Nó de Pano” é produzida na região de Franca/SP e composta por artigos do vestuário feminino, com ênfase em bolsas, nécessaires, carteiras, maletas e artesanatos.

Nossos produtos são desenvolvidos com designers exclusivos de Lucila Abdala, edições limitadas e não seriadas, inspirados na cultura “slow fashion”, resultando em modelos diferenciados e de altíssima qualidade.


O conceito maior da marca é o de poder surpreender nossos clientes pelo encantamento dos detalhes, através da construção detalhista e especializada de uma equipe que se destaca entre as melhores do País. 

Conheça nossos modelos de negócios: ESPAÇOS NÓ DE PANO, MULTIMARCAS E REVENDAS

Sérgio Dal Sasso
Diretor de gestão e negócios


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domingo, 21 de junho de 2015

MUDE PARA CONTINUAR NO MERCADO...

MUDE PARA CONTINUAR NO MERCADO com a certeza de que nada será mágico e instantâneo!

DE REPENTE...

... você começa a visualizar com dificuldades e receios em relação ao seu futuro profissional, afetado tanto quando do exercício do comando do seu negócio, como da preocupação da carreira executiva ou mesmo na formação em processo escolhido para o exercício profissional.

A agônia aumenta em proporção às informações provindas dos cenários econômicos que não demonstram certezas futuras nem ao melhor dos economistas. De repente vem à ideia de que está faltando alguns graus a mais a sua visão, mas também que também mesmo com a visão clareada corremos o risco de continuar por atentar de forma mais transparente aos fatos pessimistas em relação ao horizonte futuro.

Tudo se passa como se estivéssemos dentro de uma guerra onde dia a dia deparássemos com acontecimentos drásticos diante visualizações de mortes súbitas, envolvendo vivos e mortos, divididos entre quebras financeiras e de princípios éticos, coisas onde ambos os lados passam por um processo de apodrecimento, pelos esgotamentos de soluções ou por ganancias descabidas negociadas nas obscuridades das salas escuras.

A par de tudo, do pessimismo aos fatos reais por tê-los, sempre se tem soluções quando estamos ao lado de pessoas que podem contribuir com melhorias na construção das suas atividades, que conhecem não somente pela elitização das suas formações, mas principalmente pela riqueza das trajetórias e desafios enfrentados ao longo de períodos similares ao de hoje, acabando por potencial para contribuir com o que realmente precisa ser feito para que mudanças provoquem retomadas.

Tem muita gente que olha para o passado, que fica analisando e perdendo os cabelos diante da situação do presente, esquecendo e se ausentando diante dos receios decisórios de um planejamento e planos que incluam novas decisões previsíveis para a adequação da realidade do que temos pela frente!

Mude e aguarde a nossa nova programação para o segundo semestre de 2015, divididas entre palestras, treinamentos e consultorias empresariais. Os focos comuns estarão nos problemas e suas soluções para contribuir nos modelos internos e mercadológicos pela geração de mobilidades na gestão empresarial e profissional dos seus negócios e da sua carreira atual e futura. 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Liderança a distância

Para o empresário, escritor e palestrante Sérgio Dal Sasso, tudo o que envolve tecnologia precisa ser encarado como um meio facilitador nos processos de gerenciamento. “Aquilo que antes envolvia papel, lápis, escritório e secretária perdeu seu status. Quem lidera a distância precisa estar preparado para desburocratizar cada ação, cada passo da administração”.

Ainda para Dal Sasso, o avanço tecnológico é capaz de criar lideranças mais robustas. “Antes, a gente tinha dificuldade para conhecer todos os detalhes da própria empresa em que atuávamos". Hoje, felizmente, o líder pode ser aquele que domina cada passo, cada mínimo detalhe da companhia.

“Esse conhecimento é o que pode facilitar a liderança à distância”. Liderar a distância é ter decisões reais em tempo real. Por isso, o administrador precisa conhecer com profundidade o perfil das pessoas com quem está trabalhando online. “Para exercer liderança em empresas transnacionais ou até em empresas que atuam em diferentes cidades de um mesmo país, você precisa ter claro que as culturas são muito peculiares de um lugar para o outro – e que uma série de fatores podem alterar o entendimento de uma mensagem”, fala Dal Sasso.

“Se você lidera do Brasil e tem uma equipe na China, você precisa levar em conta o óbvio das divergências, a começar pelos fusos horários”. Portanto, liderar a distância também exige uma disponibilidade quase que absoluta.  Ser “líder, nesta nova configuração, também não é para qualquer um”, completa.

 Fatores que impulsionam uma liderança à distância

Globalização, comunicação em alta velocidade, mercados emergentes, produtos e serviços, inovações técnicas em produtos e serviços, maior diversidade na força do trabalho, escassez de talentos, maior dinamismo no mercado de trabalho, distribuição do poder de tomada de decisão através da organização, aumento da competição, maiores demandas dos clientes por maior velocidade e qualidade a preços reduzidos.

Como tornar os times virtuais mais eficazes?

Ao menos uma reunião presencial por projeto - Ter cultura local e cosmopolita - Optar por times pequenos (quando possível) - Treinamento de diferentes culturas - Definir regras de ouro - Ser explícito em como o time irá operar - Ser consciente sobre o tempo - Não gerar sobrecarga aos membros da equipe - Dar autonomia ao time.


"Liderar a distância é conhecer uma empresa em profundidade ciente de que o tempo útil e real está na qualidade pelo uso adequado do teclado disponível na palma da sua mão" 
(Sérgio Dal Sasso)

www.sergiodalsasso.com.br