Palestrante Sérgio Dal Sasso

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Semana de administração: administradores, carreiras e gestão

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br

Um bom administrador deve reunir a visão organizada de uma controladoria com o desejo de compartilhar a gestão da administração com talento, criação e ação, adicionado de uma ampla percepção econômica do futuro.

O administrador é um especialista cujo caminho da evolução deve se ampliar pela visão generalizada e chegar ao conhecimento pleno da multiespecialização, ou seja, saber exatamente o funcionamento dos sistemas, suas relações e meios internos e externos que podem trazer saude para a sua alimentação.

Na prática o movimento do dia a dia de um administrador, é uma batalha para que suas relações consigam estabecer negociações permanentes, devendo assim possuir uma grande capacidade de comunicação, pois mesmo quando nossas idéias não provocam tantas adesões, a habilidade deve andar junto para que tenhamos sensatez no valorizar e ajudar a somar aos que os outros estão propondo.

A comunicação anda ao lado do conhecimento e no passo das necessidades das organizações, que na luta pela sobrevivência e soberania ajustam seus custos horizontalizando seus modelos organizacionais, e que por tabela exigirão da sua preparação profissional, um conjunto de “ eu concordo, eu acho, eu proponho” aptos para se sentar nas mesas de decisões com coêrencia de visaõ e habilidade de quem será sempre cobrado por resultados.

Pesquisas recentes demonstram que 75% dos grandes administradores do mundo (entre empresários e executivos) não se fizeram pela qualidade inicial da sua formação, mas pela forma do como combinaram suas profissões, com a necessidade de buscar os conhecimentos pelo aperfeiçoamento do que estava ficando nebuloso.

Dessa forma ao administrador, não adianta somente colecionar cursos e preencher as paredes do escritório. O diploma da administração vem no conjunto do esforço das faculdades em poder atuar próximas as necessidades do mercado e da prematura disposição do futuro profissional em ingressar no mercado de trabalho para que a teoria e prática tenham efeitos sinérgicos entre as salas e a interatitividade da realidade do mundo corporativo.

Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br

Vídeo Institucional:
http://www.youtube.com/watch?v=UdlfW8IOQv0&feature=player_embedded

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Os pontos chaves da motivação profissional

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br

Realização

Realização é a expectativa de retorno, quando soltamos o verbo empreender conjugando-o em todas as pessoas para que o lucro tenha algo especial no seu custo, incluindo o prazer de quem os desenvolve. O gosto pelo empreendedorismo é algo que no fundo é encontrado dentro de cada ser humano, pois enquanto a vida insiste em impor seus limites, nossos sonhos são as fontes do inconsciente, que sempre sinalizarão pelas renovações estimulando-nos à novos desafios.

Renovação

O mundo com suas mudanças diárias, não permite que fiquemos estáticos por muito tempo, pois tudo que hoje é considerado moderno, simplesmente estarão em desuso em poucos anos. Claro que no futuro, também se darão valor as antiguidades, mas infelizmente para um número limitado de museus.

Competência

Se a vida vai ficando cada vez mais complexa, no sentido obrigatório das necessidades pelas adequações, cada vez mais fica evidente que está na preparação adequada e contínua a única fórmula possível para nos mantermos em linha e conectados, pois afinal a evidência é resultante da evolução que nos fornece a antecipação de coisas boas à alguns segundos do tempo dos outros.

Competitividade

Não existe nada mais que se procure fazer, que não seja quase igual e problemático diante dos desafios necessários para que se tenha valor nos meios competitivos, e assim nossa preparação só terá sentindo se o rumo, pela dedicação e foco, nos levar ao encontro dos problemas pela complementação das suas ausências. Em resumo está no que é dificil, a rota por onde os olhos devem ser abertos para que as soluções comecem a aparecer.

Treinamento

Evoluir, do tipo transformar o desejo de querer ser alguma coisa até se chegar a um estágio competitivo, requer tanto o reconhecimento das próprias imperfeições, quanto a capacidade de identificar o que será necessário para somar aos meios por onde vamos atuar, e nisso as limitações somente serão superadas pela concentração e dedicação, quando do querer aprender repetindo até que a técnica tenha sucesso pela assimilação.

Equilíbrio

A arte de vencer requer alguns princípios para os subsídios da evolução, pois para qualquer atividade que estamos exercendo, e no meio de um mundo de intensas tempestades, é preciso se preparar para que os desafios não sejam inibidos pelo desequilíbrio, que normalmente nos afeta em anciedade, tensão e medo. Dessa maneira mesmo o conhecimento pode ser irrelevante enquanto ele não estiver dotado da capacidade de comunicação, quando do esforço em saber conviver, para garantir que nossas comunidades sejam as bases facilitadoras para a valorização, reconhecimento e proteção.

Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br

Vídeo Institucional:
http://www.youtube.com/watch?v=UdlfW8IOQv0&feature=player_embedded

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pequenos negócios: ajustes no Simples e redução tributos

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira (9) um acordo com a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas para corrigir os limites de enquadramento das empresas no Simples Nacional, sistema que permite o pagamento de um único tributo.

Com isso, a presidente Dilma Rousseff está dando um passo para cumprir uma promessa de campanha. As mudanças ainda precisam ser votadas no Congresso Nacional para terem validade. A expectativa do presidente da frente parlamentar mista das micro e pequenas empresas, deputado Pepe Vargas (PT-RS), é de que que a correção dos limites seja aprovado pelo Congresso Nacional até setembro deste ano.

Segundo o ministro Guido Mantega, o limite de enquadramento dos microempreendedores individuais, por exemplo, passará dos atuais R$ 36 mil por ano para até R$ 60 mil de receita bruta anual. O limite máximo para as micro empresas, por sua vez, passará de até R$ 240 mil para até R$ 360 mil, enquanto que o limite máximo para pequenas empresas subirá dos atuais R$ 2,4 millhões para até R$ 3,6 milhões por ano, um crescimento de 50%.

Com a correção do teto de faturamento das empresas dentro do Simples Nacional, elas poderão faturar mais e continuar dentro do programa simplificado de pagamento de tributos. Isso também permitirá que mais empresas, que estão um pouco acima do limite anual de faturamento, ingressem no Simples.

Tributação, parcelamento e exportações
Além da correção dos limites, Mantega informou que o governo também concordou em reduzir a alíquota cobrada das micro e pequenas empresas, reduzindo assim a tributação. Outra novidade é a exclusão das exportações dos limites das micro e pequenas empresas, medida já anunciada em maio do ano passado, no pacote de estímulo às exportações, mas confirmada somente hoje.

O governo também confirmou que está atendendo a um antigo pedido das empresas ao permitir, segundo anúncio feito hoje, que elas possam parcelar suas dívidas tributárias em até 60 meses na Secretaria da Receita Federal - o que era vetado até então.

Mudanças têm impacto de R$ 4,8 bilhões por ano
De acordo com Mantega, todas estas alterações no Simples Nacional gerarão uma renúncia fiscal, ou seja, recursos que o governo deixará de arrecadar, de R$ 4,8 bilhões por ano.

"A importância da pequena empresa é inegável. Ela constitui a base da estrutura positiva brasileira. Queremos que amplie seu papel na produção brasileira. Também responda por uma parcela maior da exportação. As mudanças estão habilitando o pequeno empreendedor a fazer mais exportações. Estaremos dando oportunidades para que mais empregos sejam gerados, para que a formalização avance ainda mais", disse Mantega.

Problemas econômicos mundiais
Segundo ele, o mundo vive "fortes problemas econômicos" desde 2008, com o anúncio de concordata do Lehman Brothers, que deu início à fase mais aguda da crise financeira. Mais recentemente, a crise voltou ganhar força com o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos pela agência de classificação de risco Standard & Poors.

"Em alguns momentos, [os problemas] se agravam, como estes que estão acontecendo hoje no mundo todo. Em função disso, governo tem procurado fortalecer vários setores da economia brasileira", disse Mantega. Ele lembrou que, na semana passada, foi lançado pelo governo um pacote de estímulo à competitividade da indústria nacional, com linhas de crédito, reduções tributárias, e desoneração da folha de pagamentos de alguns.

"Hoje, vamos lançar a ampliação de um programa que já existe no país. Ele está sendo ampliado de modo a fortalecer a micro e pequena empresa brasileira. Essa ampliação vai no sentido de abranger um número maior de empresas, que estarão abrigadas no regime tributário mais moderno que temos no país", concluiu o ministro.

Pessoas, relacionamento e gestão

Fonte: GS&MD
Autor: Eduardo de Macedo

O modelo de gestão das empresas americanas vem mudando em diversos pontos. Com a necessidade de fazer mais por menos, em virtude da grave crise econômica que cortou investimentos em toda parte, os gestores de RH passaram a procurar alternativas para reduzir custos e aumentar produtividade.

Um dos desafios é como organizar tudo aquilo que nossos colaboradores aprendem fora dos eventos formais e estruturados de treinamento. Por representar mais de 80% de tudo que se aprende, o grande desafio das empresas é estruturar, monitorar, supervisionar e avaliar seus resultados.

Outra novidade é a importância que ganharam os programas de integração de novos colaboradores. Antes baseados numa breve orientação no primeiro dia, além da divulgação dos valores organizacionais e da distribuição do caderno de regras e normas internas, os programas passaram a ter duração média de uma semana, com forte apelo emocional logo no início.

A ideia é conquistar colaboradores torcedores da marca logo nos primeiros dias, quando a motivação está em alta, a gratidão pela oportunidade está intacta e a abertura a tudo que é dito é total. Diversas empresas, principalmente as que buscam colaboradores capazes de entregar resultados mais orientados pela missão e valores que por normas e regras, passaram a apresentar histórias de sucesso, com diversos depoimentos de clientes e antigos colaboradores.

O método faz com que os novatos percebam a importância da marca e a relevância de seu trabalho para os clientes, para a comunidade, para os colegas e para a companhia. Isso cria, desde o ponto de partida, um sentimento de orgulho que estará presente por muito tempo em todas as ações desenvolvidas por esses profissionais. Esse processo cria fortes vínculos emocionais num momento propício, em que as pessoas estão suscetíveis e ainda não foram contaminados pelos insatisfeitos e pessimistas de plantão, que andam muitas vezes incógnitos por nossos corredores e lojas.

Vínculos que passam a ser um importante diferencial, difícil de copiar e superar, por ser baseado em questões intangíveis. Gera mais disposição das pessoas em trabalhar pela empresa com empenho máximo, além de permanecerem por mais tempo na companhia. Isso se deve à maior tolerância a eventuais falhas e à flexibilidade em momentos de divergência de expectativas de ambas as partes.

Só depois desse processo de criação dos pilares do relacionamento, quando os calouros entendem o seu papel de maneira mais ampla e sistêmica, assumindo o compromisso de honrá-lo em todas as suas ações, é que a empresa passa a divulgar regras e normas. Mesmo assim, procura fazer de forma mais acolhedora que a simples entrega de manuais impressos ou apresentação por meio de módulos virtuais.

Os resultados são muito bons. Pesquisas mostram que a produtividade dos novos contratados é bem mais alta que a de ingressantes em anos anteriores ou mesmo dos atuais colaboradores. Além disso, pode se notar grande queda de turnover, o que significa redução de custos, em diversos sentidos.

O desengajamento é uma praga conhecida e fortemente combatida, nem sempre com sucesso. O foco principal são colaboradores com baixa qualificação, em diversos segmentos, e a média gerência. Na maioria das empresas, as pessoas percebem logo que suas opiniões não são valorizadas; que seu ponto de vista não é importante para ninguém; e que a empresa espera dele pontualidade e cumprimento da tarefa que foi designada. Assim, em pouco tempo o ímpeto de fazer a diferença e se realizar profissionalmente dá lugar a uma visão mais pragmática, onde os colaboradores vendem suas horas de labuta por um salário ao final de cada semana ou mês.

Novos programas de integração baseados na conquista da admiração pela marca mostram como é possível começar a mudar esse tipo de relacionamento, frio e distante, transformando-o em algo muito mais produtivo e proveitoso, em que as pessoas se sentem mais valorizadas e trabalham com mais compromisso e responsabilidade.

Certamente a empresa precisa estruturar outras ações após a integração, mas essas ações de primeira hora geram um início entusiasmado e promissor e tornam-se bons exemplos de como pensar estrategicamente no desenvolvimento de ideias simples, que ampliam os resultados rapidamente com baixo custo.

Como diz o ditado, a primeira impressão é a que fica. E como sabemos muito bem, só existe uma única chance de se causar uma excelente primeira impressão.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Plano Brasil Maior: pacote do governo visando a recuperação industrial

Fonte: DCI

O Plano Brasil Maior, anunciado nesta terça-feira (2) pelo governo e que deverá chegar em breve ao Congresso Nacional, tenta reverter a perda de importância da indústria nacional na economia do país. A participação do setor manufatureiro no Produto Interno Bruto (PIB), que já foi de 35,9% em meados da década de 1980, caiu para 15,8% este ano.

A capacidade de gerar emprego também despencou na indústria. Empregador de um terço dos trabalhadores do país em 1984, o setor só é responsável hoje por 17,4% dos postos de trabalho no Brasil. Os demais são mantidos pelas empresas de serviços e de agronegócio. Enquanto a indústria cai, as commodities crescem e já representam 71% das exportações brasileiras.

Exportações

Uma das causas das dificuldades é o mau desempenho da indústria no comércio exterior. Sondagem com 1.569 empresas, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou que 48% das exportadoras perderam participação no mercado externo ou deixaram de exportar em 2010.

O levantamento expôs outro problema: empresas brasileiras estão se instalando no exterior, onde encontram condições mais vantajosas para produzir, a fim de atender o mercado interno. De acordo com o estudo, quase 10% da indústria brasileira optaram por essa estratégia - percentual que sobe para 27% quando consideradas apenas as grandes empresas.

Obstáculos

Os exportadores reclamam de problemas como carga tributária e juros elevados, infraestrutura precária e baixa qualidade da educação. Mas o obstáculo maior, conforme argumentam, é a combinação do real valorizado com os problemas econômicos dos Estados Unidos e da Europa.

O fato é que alguns setores, como a indústria têxtil, enfrentam grandes dificuldades para concorrer com produtos chineses, que invadem o mercado brasileiro. O volume de importações de vestuários cresceu 16 vezes entre 2003 e 2011, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Empregos

O resultado disso, conforme estimativa da entidade, é que 200 mil empregos deixarão de ser criados no Brasil, este ano, em função do déficit da balança comercial do setor têxtil. Esses postos de trabalho serão gerados em países que oferecem melhores condições para produzir.

Um dos setores beneficiados pelo projeto piloto da desoneração da folha de pagamento - que pode melhorar a posição competitiva do país - é justamente o de confecções. Os outros são calçados e artefatos, móveis e softwares, considerados intensivo em mão de obra.

Defesa

Um dos pilares do Brasil Maior é a defesa comercial, pela qual o país poderá agilizar a adoção de ações antidumping, salvaguardas e medidas compensatórias. O plano foca preços subfaturados, importações ilegais e falsa declaração de origem dos produtos.

As medidas de defesa comercial são uma das principais reivindicações dos exportadores, segundo os quais as condições de competição devem ter um mínimo de isonomia.

Cooperação

Outra medida nesse campo é a ampliação de tratamento administrativo para importação de produtos sujeitos à certificação compulsória. Uma cooperação entre Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e Receita Federal, prevista no plano, pode fortalecer o controle aduaneiro desses produtos.

O objetivo é barrar, ainda nos portos, a importação de produtos que não passem nos testes de conformidade do Inmetro. Hoje, esse órgão só pode tomar alguma providência depois que os produtos entram no mercado brasileiro. Para mudar essa situação, uma das propostas é a ampliação do marco legal de ação do Inmetro.

Preferência

Outra medida que atende ao pleito dos empresários é a margem de preferência de 25% nos processos de licitação pública para produtos manufaturados e serviços nacionais que atendem às normas técnicas brasileiras. As medidas têm foco nos setores de saúde, defesa, têxtil e confecções, calçados e tecnologia da informação e comunicação.

O presidente da Abit, Aguinaldo Diniz Filho, disse em audiência no Senado, recentemente, que todo o fardamento das Forças Armadas é fornecido por fabricantes chineses.

Completando o conjunto de medidas de maior impacto, estão a devolução de crédito do PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para a Seguridade Social) relativo ao valor da exportação de manufaturados acumulados na cadeia produtiva e a agilização do ressarcimento de créditos aos exportadores

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Evolução profissional: investimentos e resultados

Autor: Sérgio Dal Sasso
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br


“Para crescer aprenda a selecionar o tudo que já fizemos e deu certo, acumulando na forma de expertises, o seu lado conscientemente competente para selecionar as chaves que abrirão as portas do seu futuro” (Sérgio Dal Sasso)

Todo ciclo, para que seja contínuo, é formado por começos e equilíbrio para os recomeços. A evolução sempre dependerá de visão e ajustes para que os resultados continuem trazendo progresso as nossas vidas. No mundo, onde as mudanças se fazem para garantir que as novidades possam influenciar nos interesses dos outros, estamos todos pelo descobrimento de novas garantias para que os espaços criados continuem sendo percebidos e necessários.

A vida sempre nos valorizou pelo conhecimento, mas o que antes tínhamos como diferencial, hoje é essencial como ponto de partida das conquistas, e nisso, vale sempre pensar sobre qual é o objetivo de cada coisa que vamos nos dedicar a aprender e a sua relação com o lado prático que possa influenciar na própria técnica e produtividade.

Diria que hoje o valor de um profissional é a conjugação da profundidade da sua visão geral, sem a perda das suas especialidades que despertaram os pontos fortes da sua habilidade e atuação. Quase nunca seremos vistos por sabermos fazer de tudo, mas por sermos importantes na construção do todo.


Enquanto os custos são resultados inerentes de uma qualidade renovadora do que conseguimos bolar e criar, os valores são as bases da nossa própria medição de importância como profissionais bem vistos e posicionados no mercado. Do mesmo modo que uma empresa de sucesso é medida pela qualidade do como faz para manter e ampliar sua participação de mercado, um profissional bem sucedido é valorizado pela capacidade de construir sua marca própria na frente dos meios que representa, e nisso mesmo quando sua competência interna é bem quista, seu valor maior sempre será medido pela forma do como os meios externos o consideram pelo desempenho. Estar e viver para o mercado é tudo de importante!

Na rota por valores que agregam vêm à forma do como entendemos a importância de saber vender o que representamos fazendo valer o esforço da evolução técnica, por um envolvimento útil e confortável, que reúna acréscimos de quantidade com a capacidade contínua de ofertar algo que estabeleça as parcerias, acima dos clientes.
No mais, quando construímos as referências estamos expandindo as próprias possibilidades, pelo fato de que todo o empenho em fazer melhor do que o estabelecido, de alguma forma, expande o crescimento das atenções.
No caminho da evolução o que vai pesar a favor, sempre será o rendimento pelo aproveitamento do que conhecemos e conseguimos transformar em utilidade, quando da busca pelo que ainda está faltando, suas necessidades e o que podemos contribuir para preencher os vazios com a nossa própria marca.

Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br

Vídeo Institucional:
http://www.youtube.com/watch?v=UdlfW8IOQv0&feature=player_embedded