Palestrante Sérgio Dal Sasso

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Administração: gerações competitivas

Se fizermos algo positivo até poderemos virar história, mas se habituarmos vivendo das lembranças do que já foi salutar, no máximo receberemos uma estatua “do tipo esse cara fui eu”.
Para não avançar, basta não se exercitar para que a ausência da musculatura provoque atrofias nas suas asas. Seja qual for à condição que dispomos para um exercer saudável e produtivo das coisas, não podemos permitir que o conforto conduza-nos a um sentimento de estabilização por sentirmos assentados ou que a ansiedade e impaciência venham a precipitar voos sem que hajam horas adequadas pela experiência para comprovar as habilidades.
No administrar das gerações e em negócios devemos sempre lembrar que são os sistemas que formam os resultados e que estes são inflexíveis em relação à lógica de que são as vendas e seus custos que fazem o lucro, e que pensando nisso, nossos times devem reunir um corpo único capaz de interagir e realizar um trabalho que responda acima das necessidades dos consumidores, sem dispensar a atenção ao quanto “n vezes” proporcionarmos satisfação aos outros em relação ao que valemos.
A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, e para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.
Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante pelo refinamento da qualidade decisória e das ações.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Qualidade produtiva

A primeira lição para um candidato a uma vida produtiva é a que o tempo é sempre pequeno e melhor para aqueles que se ocupam. A grande medição para testar se o seu caminho está sendo bem trilhado é a de conseguir naturalmente se distanciar do relógio, no sentido de não se viciar em ficar contando às horas que ainda faltam para certas coisas terminarem.

O ser produtivo valoriza seu tempo emprestando-o sem vendê-lo, e por saber seu custo de importância, quase sempre está correndo contra ele, tentando fazer o máximo e lamentando ao fim de cada etapa, o fato de um dia ter somente 24 horas. Na verdade não estamos falando de temperamentos “workaholic”, típicos de pessoas que quando dormem reservam a maior parte dos sonhos para os números, mas de gente que consegue equilibrar seu mundo produzindo, compartilhando e amando.

Nosso equilíbrio é o único fundamento necessário para conseguirmos andar de bem com a própria capacidade pelo prazer de exercê-la, pois visualizando e pesquisando nosso cérebro é possível entender que nosso motorzinho foi construído com dois lados, o esquerdo onde prevalece a razão e o direito responsável pela imaginação e criatividade.

Nossas vidas estão na frente, e não adianta viver montando castelos de areia em maré baixa, já que são de tempo curto, de sustentação temporária. A melhor forma para se andar é conseguir um combinar cerebral para que a sua estrada elimine boa parte das curvas. O lado positivo para esse caminhar está no treinar para adequar comportamentos que conduzam a sensatez do saber aceitar, tanto como conduzir para ser aceito, para que assim, procuras resultem em encontros onde pessoas se façam interessantes pelas qualidades, admirações e trocas.

(Artigo publicado na coluna do portal administradores em 23/04/207)


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